Roots
Acrylic On Canvas
WallArt
Post-Impressionism
61.0 x 110.0 cm
Royal BC Museum
Giclê / Impressão de Arte
Impressão giclée ou em tela de qualidade de museu, com produção rápida e opções flexíveis de acabamento.
P118B $10
P118H $10
P118W $10
P438Z $10
P508JH $12
P508YH $12
P805H $10
P805Z $10
P919BZ $10
P919G $10
P919XJ $10
P959ZH $10
P968JZ $12
W106C $8
W218G $10
W218JH $8
W218Y $10
W307PJ $10
W316G $10
W316PJ $8
W316Y $10
W398PJ $8
W4111J $10
W500HY $15
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W692G $12
W849H $8
W940BG $15
W953PJ $8
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Roots
Giclê / Impressão de Arte
Dimensões da Reprodução
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Preço Total Final
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Descrição da Obra
The Canvas as a Portal: Unveiling “Roots” by Emily Carr
Emily Carr's "Roots," painted circa 1929, isn’t merely a depiction of two magnificent horned creatures amidst the dense foliage of British Columbia; it’s a profound meditation on connection – to the land, to ancient spirits, and perhaps, to something deeply within ourselves. The painting immediately draws the viewer into a shadowed realm, a twilight forest where light filters through the canopy in dappled patterns, creating an atmosphere thick with mystery and reverence. Carr masterfully employs a muted palette of browns, greens, and greys, punctuated by flashes of ochre and umber, lending the scene a timeless quality that transcends its specific time and place. The composition is deliberately unbalanced, drawing our eye to the central figures – these imposing beasts – while the human element, partially obscured on the right, feels almost secondary, an observer rather than a participant in this primal drama.
A Post-Impressionist Tapestry: Technique and Style
Carr’s style firmly resides within the realm of Post-Impressionism, yet she transcends simple imitation. She builds upon the Impressionists' focus on capturing fleeting moments of light and color, but imbues her work with a heightened sense of emotional intensity and symbolic weight. The brushstrokes are thick and expressive, particularly evident in the rendering of the animals’ fur – each strand meticulously applied to convey texture and movement. Carr utilizes a technique reminiscent of Japanese woodblock prints, employing strong outlines and flattened planes of color to define the forms against the richly textured background. This deliberate simplification allows her to focus on conveying mood and atmosphere rather than photographic realism. The layering of paint creates an almost sculptural quality, giving the canvas a tangible presence that invites close examination.
- Medium: Oil on Canvas
- Size: 61 x 110 cm (approximately 24 x 43.5 inches)
- Brushwork: Thick, expressive, and layered – a hallmark of Carr’s distinctive style.
Echoes of Indigenous Lore and the Spirit of the Land
“Roots” is deeply rooted in Carr's lifelong fascination with First Nations culture and spirituality. The horned creatures themselves are often interpreted as representations of Thunderbird, powerful spirits associated with storms, rain, and protection within Nuu-chah-nulth cosmology. Their presence evokes a sense of ancient power and the enduring connection between humanity and the natural world. The partially visible human figure suggests an attempt to understand or perhaps appease these forces – a recognition of our place within this intricate web of life. Carr’s meticulous documentation of totem poles, as evidenced in her extensive writings and other paintings, reveals a profound respect for Indigenous traditions and a desire to bridge the gap between Western art and First Nations storytelling. The painting can be seen as an attempt to capture not just the visual appearance of these creatures but also the spiritual significance they held for the people who revered them.
Symbolism and Emotional Resonance: A Journey into the Heart of the Forest
Beyond its immediate visual appeal, “Roots” resonates with a profound emotional depth. The darkened forest creates a sense of both vulnerability and awe, inviting us to contemplate our own relationship to nature and the mysteries that lie hidden within it. The animals’ gaze – directed off-camera – suggests a narrative beyond what is immediately visible, prompting questions about their purpose and their connection to the human observer. Carr's work consistently explores themes of isolation, spirituality, and the search for meaning in a rapidly changing world. “Roots” serves as a poignant reminder of the enduring power of the natural landscape and the importance of preserving its cultural heritage. It’s a painting that stays with you long after you’ve turned away, prompting reflection on our place within the grand scheme of things.
Obras Relacionadas
Biografia do Artista
Emily Carr (1871-1945): Uma Pionheira da Arte Canadense e Voz da Alma do Pacífico Ocidental
Emily Carr, nascida em dezembro de 1871, em Victoria, British Columbia, foi muito mais que uma pintora; ela foi uma cronista de um mundo em transformação, uma observadora apaixonada tanto pela majestade natural da costa pacífica canadense quanto pelo rico patrimônio cultural de seus povos indígenas. Sua vida desenrolou-se contra o pano de fundo de uma Canadá em rápida mudança, uma nação enfrentando sua identidade e relação com suas populações nativas – um período marcado por profundas mudanças sociais e culturais que moldaram a trajetória artística da artista. Filha de Richard Carr, comerciante inglês, e Emily Saunders, ela cresceu em uma família que valorizava tanto tradição quanto progresso, uma dualidade que influenciou profundamente sua visão estética. Desde cedo, incentivada pelo pai, Emily demonstrou uma aptidão extraordinária para a arte, um talento nutrido por educação formal e uma conexão profunda com o entorno paisagístico. As imponentes florestas da Ilha de Vancouver, a costa rochosa e a vida vibrante que ali habitavam tornaram-se fontes constantes de inspiração. Mas não apenas a beleza visual atraía Carr; ela buscava capturar *o espírito* dessa terra, seu poder inerente e mistério – uma busca que guiaria toda sua obra artística.Os Primeiros Anos e Influências Familiares
Emily Carr nasceu em uma família inglesa estabelecida em Victoria, onde Richard Carr havia investido seus recursos como comerciante para construir uma vida próspera na jovem colônia britânica. Sua mãe faleceu em 1886, deixando o pai responsável pela educação dos filhos restantes – uma tarefa que ele abordou com rigor e disciplina, valores típicos da época que influenciaram profundamente a formação intelectual de Emily. Apesar das dificuldades pessoais enfrentadas após a morte dos pais, Carr recebeu apoio significativo por parte de seu irmão mais velho, James Lawson, que acreditava na importância da educação artística para o desenvolvimento humano. Essa crença guiou suas escolhas educacionais e lhe proporcionou acesso às instituições de ensino mais renomadas do Canadá. Além disso, o pai incentivou sua paixão pela arte desde cedo, oferecendo-lhe aulas particulares e cultivando seu talento natural – uma influência que se refletiria em toda a sua obra posterior.Estudos em São Francisco e Londres: Uma Jornada Artística Internacional
Emily Carr iniciou seus estudos artísticos na Escola de Artes Califórnia em San Francisco (1890-1892), onde adquiriu técnicas inovadoras e conhecimentos sobre o movimento artístico pós-impressionista. Posteriormente, passou pelo Westminster School of Art em Londres (1899), onde explorou as influências da arte europeia e desenvolveu um estilo próprio que combinava elementos de diferentes escolas consideradas importantes na época. Essas experiências internacionais enriqueceram sua visão artística e ampliaram seus horizontes culturais – uma jornada que a prepararia para enfrentar os desafios do mundo moderno com confiança e determinação. Durante esses anos, Carr também se dedicou à observação da natureza e ao estudo das culturas indígenas locais, buscando compreender suas tradições e valores – uma prática que influenciou profundamente sua obra artística e lhe proporcionou uma compreensão profunda da relação entre o homem e o ambiente natural.A Arte como Voz da Alma do Pacífico Ocidental
Emily Carr encontrou seu verdadeiro chamado na pintura, onde pôde expressar seus sentimentos mais profundos e suas ideias mais originais – uma busca que a levou a experimentar com diferentes técnicas e estilos artísticos ao longo de toda sua vida. Sua obra é caracterizada por cores vibrantes, pinceladas dinâmicas e uma energia visceral que transmite o poder da natureza e a beleza das culturas indígenas canadenses. Ela não buscava apenas reproduzir o mundo exterior; ela queria capturar *o espírito* dessa terra, seus valores culturais e suas tradições espirituais – uma missão que guiou toda sua produção artística e lhe consagrou como uma das artistas mais importantes do Canadá moderno. Carr foi uma pioneira na arte canadense, desafiando as normas estéticas tradicionais e buscando novas formas de expressão que refletissem a experiência humana em um mundo em constante mudança. Sua obra permanece relevante hoje por sua beleza estética e por sua profunda compreensão da relação entre o homem e o ambiente natural – uma mensagem que continua inspirando artistas e estudiosos até os dias atuais.Principais Obras e Legado
Emily Carr deixou um legado artístico duradouro, marcado por obras que celebram a beleza do Pacífico Ocidental e que expressam uma profunda conexão com as culturas indígenas canadenses. Entre suas principais obras destacam-se:- Tanoo (watercolor): Uma delicada e poderosa representação da vida indígena, mostrando o domínio de Carr sobre técnicas de aquarela e sua capacidade de transmitir emoções profundas.
- A Vila Haida (óleo): Uma pintura monumental que captura a grandiosidade arquitetônica e o significado espiritual de uma vila Haida – um exemplo emblemático do estilo artístico único de Carr.
- A Igreja Haida (óleo): Uma obra que aborda temas religiosos e culturais complexos, refletindo o diálogo entre cristianismo e cultura indígena no Canadá do início do século XX.
- Kispiox Village (óleo): Uma pintura icônica que simboliza o estilo artístico de Carr e sua profunda ligação com os paisagens e comunidades da costa pacífica canadense – uma obra considerada um marco na história da arte canadense.
Emily Carr
1871 - 1945 , Canadá
Informações Rápidas
- Artistic Movement Or Style: Modernismo, Post-Impressionismo
- Artists Or Movements Influenced By This Artist: ['Pegi Nicol Macleod']
- Date Of Birth: Dec 13, 1871
- Date Of Death: Mar 2, 1945
- Full Name: Emily Carr
- Nationality: Canadá
- Notable Artworks:
- Tanoo
- A Haida Village
- The Indian Church
- Place Of Birth: Victoria, Canadá

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