Starry Night
Acrylic On Canvas
WallArt
Expressionism
1893
109.0 x 121.0 cm
Reprodução em Óleo Feita à Mão
Óleo sobre tela pintado à mão no seu tamanho e moldura, feito sob encomenda pelos nossos artistas.
P118B $10
P118H $10
P118W $10
P438Z $10
P508JH $12
P508YH $12
P805H $10
P805Z $10
P919BZ $10
P919G $10
P919XJ $10
P959ZH $10
P968JZ $12
W106C $8
W218G $10
W218JH $8
W218Y $10
W307PJ $10
W316G $10
W316PJ $8
W316Y $10
W398PJ $8
W4111J $10
W500HY $15
W500JH $15
W692G $12
W849H $8
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W953PJ $8
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Pode inserir as suas próprias dimensões para se adequar a uma moldura ou espaço específico. Se o tamanho selecionado não corresponder às proporções da imagem original, iremos cortar a obra de arte ou estender a pintura com elementos adicionais pintados à mão. Um esboço digital será enviado para sua aprovação antes do início da produção.
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Starry Night
Técnica de Reprodução
Dimensões da Reprodução
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Preço Total Final
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Descrição da Obra
A Window Into Inner Turmoil: Edvard Munch’s Starry Night
Edvard Munch’s “Starry Night,” completed in 1893, transcends mere depiction; it embodies the very essence of Expressionism and stands as a haunting testament to the artist's profound engagement with psychological landscapes. Painted during his stay at Saint Elisabeth Hospital in Oslo—a period marked by personal struggles and fueled by anxieties surrounding his sister’s illness—the canvas pulsates with an energy that captures not just the visual splendor of the Provençal night sky but also the turbulent currents of Munch’s inner world.
- Subject Matter: The painting portrays a panoramic view from Munch's bedroom window overlooking Saint Elisabeth Hospital, dominated by a swirling celestial expanse punctuated by luminous stars and a crescent moon. Below, a stylized cypress tree rises dramatically against the horizon, anchoring the composition while simultaneously symbolizing death and mourning – motifs recurrent throughout Munch’s oeuvre.
- Style & Technique: Munch employed thick impasto brushstrokes—a hallmark of Expressionism—to imbue the canvas with palpable texture and movement. The vibrant blues and yellows dominate the palette, creating a dramatic contrast that amplifies the emotional intensity of the scene. Linear contours are deliberately distorted, conveying unease and instability rather than striving for photographic realism.
Historical Context: Impressionism’s Legacy & The Birth of Expressionism
“Starry Night” emerged from a pivotal moment in art history—the waning years of Impressionism and the burgeoning arrival of Expressionism. While Impressionists sought to capture fleeting moments of sensory experience, Munch deliberately rejected this approach, prioritizing emotional truth over objective observation. Influenced by Symbolist ideas – particularly Nietzsche’s philosophy – Munch aimed to express inner feelings and psychological states directly, bypassing rational thought.
- Impressionism's Influence: Munch acknowledged the impact of Impressionistic techniques on his own work, notably in the use of color and light. However, he decisively distanced himself from Impressionist concerns about capturing external reality, opting instead for an inward gaze.
- Symbolic Resonance: The cypress tree’s upward thrust represents aspiration towards transcendence but also foreshadows mortality—a central preoccupation in Munch's artistic vision. Similarly, the swirling sky embodies anxiety and emotional upheaval, mirroring the artist’s own psychological state during its creation.
Emotional Impact & Artistic Significance
"Starry Night" continues to resonate powerfully with viewers today due to its ability to evoke profound feelings of melancholy, fear, and wonder. Munch's masterful manipulation of color and brushstroke creates a visceral experience that transcends mere visual representation. It’s more than just a depiction of a landscape; it’s an exploration of the human condition—a confrontation with existential anxieties and a yearning for beauty amidst darkness.
- Psychological Depth: Munch's intention was to convey not what he *saw*, but what he *felt*. The painting serves as a conduit for expressing inner turmoil, capturing the artist’s preoccupation with themes of illness, loss, and spiritual yearning.
- Enduring Legacy: “Starry Night” solidified Munch’s position as one of the most influential artists of the late 19th century and remains an iconic image of Expressionism. Its enduring appeal lies in its uncompromising honesty—a willingness to confront uncomfortable truths about human experience and to transform them into breathtaking artistic beauty.
Obras Relacionadas
Biografia do Artista
Uma Vida Imersa em Sombras: O Mundo de Edvard Munch
Edvard Munch, nascido em 1863 no cenário austero da Noruega, foi um artista cuja obra se tornou sinônimo das ansiedades e turbulências emocionais da era moderna. Sua vida, profundamente marcada pela perda e por uma melancolia persistente, serviu como a fonte primordial de sua arte expressiva. Desde uma infância assombrada pelas mortes prematuras de sua mãe e irmã – ambas vítimas da tuberculose – Munch desenvolveu uma obsessão inquietante pela mortalidade, doença e fragilidade da existência humana. Essas experiências não eram meros detalhes biográficos; tornaram-se o núcleo de sua visão artística, alimentando uma exploração implacável do interior, dos medos, da dor e da saudade. A crença religiosa estrita de seu pai e suas próprias lutas contra a doença mental contribuíram para um sentimento de pavor que permeou o mundo de Munch, moldando não apenas sua vida pessoal, mas também a linguagem simbólica de suas pinturas. Ele não se limitava a retratar cenas; externalizava um estado interno, traduzindo angústia psicológica em forma visual.
A Gênese da Expressão: Influências e Desenvolvimento Artístico
A jornada artística de Munch começou com treinamento formal na Escola Real de Arte e Design em Kristiania (Oslo), mas foi seu encontro com os círculos boêmios e a filosofia niilista de Hans Jæger que realmente incendiou sua criatividade. Jæger incentivou Munch a abandonar os estilos acadêmicos convencionais e, em vez disso, mergulhar nas profundezas de sua própria experiência subjetiva, um conceito que ele chamou de “pintura da alma”. Essa mudança crucial marcou o início do estilo distinto de Munch – caracterizado por emoção crua, formas distorcidas e rejeição da representação naturalista. Suas viagens a Paris na década de 1890 o expuseram ao movimento pós-impressionista em ascensão, onde absorveu influências de artistas como Paul Gauguin, Vincent van Gogh e Henri de Toulouse-Lautrec. O uso ousado da cor, as pinceladas expressivas e a intensidade psicológica desses mestres ressoaram profundamente com as inclinações artísticas de Munch. Ele não estava simplesmente imitando suas técnicas; estava sintetizando-as em algo exclusivamente seu – uma linguagem visual capaz de transmitir as emoções humanas mais profundas e perturbadoras. Seu tempo em Berlim também se mostrou crucial, aproximando-o do dramaturgo August Strindberg, cuja exploração de temas psicológicos alimentou ainda mais suas investigações artísticas.
Visões Icônicas: Principais Obras e seu Peso Simbólico
A obra de Munch é povoada por imagens que se tornaram profundamente arraigadas na consciência coletiva. O Grito, talvez sua obra mais icônica, transcende seu status de pintura para se tornar um símbolo universal da angústia existencial. A paisagem turbulenta e a face contorcida da figura incorporam um grito primal contra a indiferença do universo. Madonna, uma peça controversa e profundamente pessoal, explora temas de sexualidade, maternidade e mortalidade com uma franqueza inquietante. Motivos recorrentes como A Criança Doente – inspirada na perda de sua irmã Sophie – servem como lembretes pungentes do trauma da infância de Munch e do espectro sempre presente da morte. Melancolia I & II, representações poderosas de profunda tristeza e isolamento, revelam uma vulnerabilidade que é ao mesmo tempo profundamente pessoal e universalmente identificável. Essas obras não são meramente representações da realidade externa; são janelas para a alma do artista, oferecendo aos espectadores um vislumbre implacável dos cantos mais escuros da psique humana. Munch não tinha como objetivo criar imagens bonitas; ele buscou transmitir a verdade – mesmo que essa verdade fosse dolorosa e perturbadora.
Um Legado Duradouro: Significado Histórico e Influência Contínua
A contribuição de Edvard Munch para a arte moderna é imensurável. Ele se destaca como uma figura fundamental no desenvolvimento do Expressionismo, abrindo caminho para artistas que priorizaram a emoção subjetiva sobre a representação objetiva. Sua exploração implacável de experiências humanas universais – amor, perda, ansiedade e morte – continua a ressoar com o público hoje, solidificando seu lugar como uma das figuras mais influentes e duradouras da história da arte. Seu trabalho impactou profundamente as gerações subsequentes de artistas, influenciando movimentos como o Expressionismo Alemão e além. Ele ousou confrontar os aspectos mais sombrios da condição humana, desafiando noções convencionais de beleza e representação artística. Mesmo após alcançar fama e reconhecimento – culminando na criação do Museu Munch em Oslo – sua vida pessoal permaneceu turbulenta, marcada por períodos de instabilidade mental e isolamento. No entanto, apesar de tudo, ele continuou a criar, deixando para trás um corpo de trabalho que continua a provocar, desafiar e inspirar. O legado de Munch não se resume apenas às pinturas em si; trata-se da coragem de confrontar as complexidades da existência humana e traduzir essas experiências em arte que fala às partes mais profundas do nosso ser.
Edvard Munch
1863 - 1944 , Suécia
Informações Rápidas
- Artistas Que O Influenciaram:
- Paul Gauguin
- Van Gogh
- Toulouse-Lautrec
- Artistas/Movimentos Influenciados: ['Expressionismo Alemão']
- Data Da Morte: 23 de janeiro de 1944
- Data De Nascimento: 12 de dezembro de 1863
- Local De Nascimento: Ådalsbruk, Suécia
- Movimento Artístico: Expressionismo
- Nacionalidade: Norueguês
- Nome Completo: Edvard Munch
- Obras Notáveis:
- O Grito
- Madonna
- A Criança Doente

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