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Guia de Obras de Estudantes

Going West

Nome Turma Data

Jackson Pollock, Going West (1935). Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Jackson Pollock artsdot.com/pt/artists/paul-jackson-pollock_pt/
Datas do artista
1912 – 1956
Pintura a óleo
1935
Técnica
Óleo sobre tela
Dimensões originais
38 x 52 cm
Movimento
Abstract Expressionism Large canvases where the act of painting itself — the drip, the sweep — is the subject.
Período
Moderno

No contexto

Going West — Jackson Pollock

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 38 × 52 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1910
  2. 1920
  3. 1930
  4. 1940
  5. 1950

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 44 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 23. O artista viveu até aos 44. 0 das 50 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Jackson Pollock (1912–1956) ▲ esta obra, 1935 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1941 Principais anos de atividade: 1941–1948 Obras tardias: a partir de 1948

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: artsdot.com/pt/art/similar/paul-jackson-pollock-going-west-7YKFZF-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Preto #0a090b

    Paleta catalogada

    • #0A090B
    • #2F2923
    • #9E8551
    • #5F4B27

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Tons terrosos A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Preto
    Intensidade
    Monocromático O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Suave O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Paleta suavemente mesclada A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Sombras profundas O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Suave Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Jackson Pollock nos últimos doze meses — 73 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 15,6%13.300 visitas
    2. 2 França 8,0%6.800 visitas
    3. 3 Estados Unidos da América 7,6%6.500 visitas
    4. 4 Espanha 7,3%6.200 visitas
    5. 5 Alemanha 6,7%5.700 visitas
    6. 6 Itália 6,1%5.200 visitas
    7. 7 Japão 5,3%4.500 visitas
    8. 8 Brasil 2,9%2.500 visitas
    9. 9 México 2,2%1.900 visitas
    10. 10 Singapura 2,2%1.900 visitas
    11. · 63 outros países 36,1%30.900 visitas

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Jackson Pollock

    1. 1 Número 1, 1949, 1950 34,8%49.400 visitas
    2. 2 Ritmo Outonal Número 30 6,7%9.500 visitas
    3. 3 One. Number 31, 1950 5,4%7.700 visitas
    4. 4 Convergência 5,3%7.600 visitas
    5. 5 Number 5, 1948 3,1%4.400 visitas
    6. 6 Number 5, 1948 2,5%3.600 visitas
    7. 7 Número 1A 2,3%3.300 visitas
    8. 8 Luz Branca, 1954 2,2%3.100 visitas
    9. 9 Number 3, 1948 1,6%2.300 visitas
    10. 10 Number 10, 1949 1,5%2.100 visitas
    11. 11 Number 1, 1948 1,3%1.900 visitas
    12. 12 Number 8 1,3%1.800 visitas
    13. 13 Number 3, 1949 1,2%1.700 visitas
    14. 14 Number 6, 1949 1,1%1.600 visitas
    15. 15 Full Fathom Five 1,1%1.500 visitas
    16. 16 The She Wolf, 1943 1,0%1.400 visitas
    17. 17 Male and Female, 1942 0,8%1.200 visitas
    18. 18 Cathedral 0,8%1.200 visitas
    19. 19 Number 2, 1951 0,8%1.100 visitas
    20. 41 Going West, 1935 esta obra 0,4%500 visitas

    Juntas, estas obras representam 75,2% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 176 obras deste artista, das quais 130 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 41 posição entre elas, com 0,4% dessa atenção (500 visitas). Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Going West — Jackson Pollock

    Jackson Pollock’s “Going West”: A Journey of Family and Form

    Jackson Pollock's "Going West," painted in 1935, isn’t merely a depiction of a winter landscape; it’s a deeply personal narrative woven into the fabric of American pioneering spirit. Born Paul Jackson Pollock in Cody, Wyoming – a town intimately linked to westward expansion – the painting resonates with a profound sense of familial history and the yearning for a new horizon. The scene unfolds at night, dominated by a snow-dusted mountain range, a backdrop that immediately evokes the vastness and rugged beauty of the American West. A small group of figures stands before this imposing vista, their forms rendered in a style that’s both recognizable and subtly abstracted – a characteristic born from Pollock's early experimentation with various artistic influences.

    The painting’s genesis is believed to be rooted in a family photograph of a bridge in Cody, Wyoming. This seemingly simple starting point becomes the foundation for a richer exploration of themes: the journey westward undertaken by Pollock’s own family during his childhood from Arizona to California. This personal connection imbues the artwork with an emotional weight, transforming it into more than just a landscape; it's a visual embodiment of displacement, aspiration, and the enduring pull of home. The inclusion of a dog amongst the figures adds another layer of intimacy, suggesting companionship and shared experience on this arduous journey.

    Echoes of Benton: Regionalism and Early Influence

    To fully appreciate “Going West,” it’s crucial to recognize the significant influence of Thomas Hart Benton, Pollock's mentor. Benton, a prominent American Regionalist painter, championed a style characterized by realistic depictions of everyday life, particularly focusing on rural America and its history. Pollock, in his early career, was deeply drawn to Benton’s approach – evident in the careful rendering of the figures and the detailed depiction of the landscape. However, Pollock quickly moved beyond mere imitation, incorporating elements of Surrealism and drawing inspiration from Native American art, ultimately forging his own distinctive style.

    Notice how Benton's use of bold lines and a somewhat flattened perspective is echoed in Pollock’s composition, though subtly transformed. The figures aren’t sharply defined; they possess an almost dreamlike quality, contributing to the painting’s overall atmosphere of mystery and introspection. This early experimentation with different styles demonstrates Pollock’s artistic restlessness and his willingness to absorb influences before ultimately establishing his revolutionary drip technique.

    The Language of Paint: Technique and Atmosphere

    “Going West” is a masterclass in the expressive potential of oil paint. Pollock employs a layered, almost chaotic application, building up texture and depth through multiple layers of color. The dark blues and blacks of the night sky contrast dramatically with the warm hues of the mountains and the figures’ clothing, creating a powerful sense of drama and visual tension. The technique is not about precise representation; it's about conveying feeling – the coldness of the winter air, the vastness of the landscape, and the quiet contemplation of the group before them.

    The use of impasto—thickly applied paint—adds a tactile quality to the canvas, inviting viewers to reach out and touch the surface. This physicality is particularly striking in the depiction of the mountains, where the paint seems to ripple and flow like water. The overall effect is one of movement and energy, despite the static pose of the figures. It’s important to note that this technique was still developing as Pollock moved toward his signature drip painting style, making “Going West” a crucial stepping stone in his artistic evolution.

    A Testament to American Identity

    “Going West” transcends its immediate subject matter to become a potent symbol of the American experience. It speaks to the pioneering spirit, the challenges and rewards of westward expansion, and the enduring connection between family and place. Pollock’s ability to blend personal history with broader themes of American life is what makes this painting so compelling – it's not just a landscape; it’s a meditation on identity, journey, and the search for belonging. The painting serves as an important piece in understanding Pollock's early artistic development, setting the stage for his later abstract expressionist works.

    For those seeking to own a piece of this remarkable artwork, AllPaintingsStore offers meticulously crafted hand-painted reproductions of “Going West.” These faithful recreations capture the painting’s rich textures, dramatic lighting, and emotional depth, allowing you to bring this iconic image into your home or office. Explore our reproduction options today!

    Artista e museu

    Artista

    Jackson Pollock

    Nascido em Cody, Estados Unidos

    Primeiros Anos, Família e Formação

    A história de Paul Jackson Pollock começa nas paisagens áridas de Cody, Wyoming, onde nasceu em 28 de janeiro de 1912. Ele era o mais jovem de cinco irmãos, filho de Stella May McClure e LeRoy Pollock. Seu pai trabalhava como agrimensor, uma profissão que exigia movimento constante através do vasto Oeste americano. Essa existência nômade fez com que os primeiros anos do jovem fossem definidos por mudanças frequentes, uma inquietude que parecia espelhar os horizontes mutáveis do trabalho de seu pai. Essas viagens precoces pelo Oeste proporcionaram-lhe um encontro direto e imediato com o mundo natural e com a ressonância espiritual da arte nativa americana, impressões que se assentariam silenciosamente em seu subconsciente muito antes de ele jamais segurar um pincel.

    Conforme crescia, a busca por um senso de pertencimento o conduziu em direção à energia urbana da costa. Ele se matriculou na Manual Arts High School, em Los Angeles, buscando uma estrutura formal para seus impulsos emergentes. No entanto, a verdadeira moldagem de seu traço ocorreu muito mais tarde, quando se mudou para a cidade de Nova York. Foi lá, na Art Students League, que ele iniciou um longo e transformador período de estudos. De 1929 a 1942, ele trabalhou sob a orientação de Thomas Hart Benton. Enquanto Benton enfatizava composições rítmicas e o peso narrativo da vida americana, o jovem estudante já começava a derivar em direção às suas próprias verdades internas, muito mais abstratas.

    O Desenvolvimento de uma Técnica Única

    Por volta de 1947, uma mudança profunda havia se instalado na maneira como ele abordava a tela. Ele se afastou do cavalete tradicional, optando por estender suas telas diretamente no chão. Essa mudança permitiu que ele se posicionasse sobre sua obra, tornando-se parte integrante do próprio ato criativo. Ele não apenas aplicava a tinta; ele a gotejava, espalhava e lançava de cima, deixando o líquido cair em padrões imprevisíveis. Esse método transformou o ato de pintar em uma performance física, onde a gravidade e o gesto ditavam a forma final.

    Suas ferramentas eram tão não convencionais quanto seus métodos. Ele recorria a gravetos, facas e até seringas para manipular o meio fluido. Por vezes, utilizava desempenadeiras ou tinta líquida para alcançar texturas específicas. Frequentemente, ele riscava a superfície ou utilizava objetos estranhos para construir uma camada espessa de tinta, conferindo uma qualidade tátil e escultural à obra. Esse processo dizia menos respeito ao trabalho controlado do pincel e mais a uma liberação rítmica, quase primordial, de energia sobre a superfície.

    Obras-Chave e Expressões Artísticas

    Ao afastar-se das restrições do cavalete, suas telas passaram a refletir um envolvimento mais visceral com o meio pictórico. Em 1943, ele produziu Mural, uma obra monumental que mede cerca de 2,4 por 6,1 metros, demonstrando sua capacidade de dominar uma superfície vasta. Durante este período, suas explorações pelo subconsciente e pelo próprio ato de pintar deram origem a obras como Eyes in the Heat, criada por volta de 1946. Estas peças não eram meramente imagens, mas registros de uma presença física, onde o movimento de todo o seu corpo ditava o posicionamento de cada respingo e mancha de cor.

    Os anos que se seguiram viram o aperfeiçoamento de suas composições rítmicas e "all-over", que viriam a definir sua reputação. Ele buscava criar uma sensação de espaço infinito, onde nenhum ponto isolado exercesse dominância sobre os demais. Essa abordagem é evidente em Number 1, 1949, uma obra que captura um transbordamento bruto de energia, e em Lavender Mist, Number 1, 1950, que permanece como uma peça fundamental de sua produção. Nestas obras, o jogo entre o controle e o acaso cria um equilíbrio delicado, como se a tinta fosse libertada, em vez de simplesmente aplicada.

    Seus experimentos tardios continuaram a desafiar os limites de como a tinta poderia ser manipulada sobre uma superfície horizontal. Ele frequentemente utilizava gravetos, facas ou até as próprias latas para lançar o pigmento, resultando em redes complexas de linhas. Este método é claramente visível em Blue Poles, Number 11, 1952 e na enérgica Convergence. Através destas obras, Jackson Pollock alcançou um estado em que a pintura parecia possuir vida própria, emergindo de uma imersão profunda em sua própria imaginação.

    Patronos, Ateliê e Encomendas

    O percurso de sua carreira foi moldado tanto pela necessidade pública quanto pela generosidade de alguns apoiadores vitais. Entre 1938 e 1942, ele encontrou um trabalho constante como pintor para o WPA Federal Art Project, um período que proporcionou o ritmo necessário ao desenvolvimento de sua prática. Essa estabilidade deu lugar a uma aliança mais pessoal e transformadora quando Peggy Guggenheim lhe ofereceu um contrato de galeria em julho de 1943. O apoio dela revelou-se mais do que profissional; em 1945, ela forneceu um adiantamento de 2.000 dólares para ajudá-lo a garantir uma casa, um gesto que entrelaçou profundamente sua vida pessoal com sua sobrevivência artística.

    Sua vida criativa acabou encontrando seu centro em East Hampton, Nova York. Lá, na Pollock-Krasner House and Studio, ele viveu e trabalhou ao lado de sua esposa, Lee Krasner. O ateliê era um lugar de intenso movimento físico, onde as fronteiras entre o artista e a tela se dissolviam. Ele frequentemente se afastava do cavalete tradicional, preferindo estender suas telas diretamente no chão para interagir com a tinta por todos os lados. Este espaço de trabalho não era meramente uma sala de produção, mas um local de energia profunda e inquieta, onde seus experimentos mais radicais ganharam vida.

    Anos Finais e Morte

    A vida pessoal do artista estava profundamente entrelaçada com as suas lutas criativas. Em 1945, casou-se com a artista Lee Krasner, uma união que representou uma presença significativa em sua vida durante os seus anos mais transformadores. No entanto, sob a superfície de sua ascensão profissional, uma sombra persistente permanecia. Ele lutou contra o vício do álcool durante toda a sua vida, uma batalha que frequentemente complicava sua existência e sua capacidade de navegar pelas pressões de sua crescente fama.

    Essa turbulência interna e externa encontrou um fim trágico em East Hampton, Nova York, EUA. Em 11 de agosto de 1956, aos 44 anos, sua vida foi interrompida em um acidente súbito e violento. Enquanto dirigia, ele se envolveu em uma colisão de um único veículo causada pelo álcool. O acidente revelou-se fatal, deixando para trás um legado que era tão tumultuado quanto a tinta que ele lançava sobre suas telas.

    Legado e Influência na Arte Moderna

    As ondas de choque de seus métodos radicais ecoaram muito além das paredes do estúdio em East Hampton. Ao romper o vínculo tradicional entre o pincel e o cavalete, Jackson Pollock tornou-se uma figura central no movimento Expressionista Abstrato, uma mudança que alterou fundamentalmente a trajetória da criatividade americana. Sua presença ajudou a consolidar a posição de Nova York como um centro global para a arte moderna, deslocando o coração da vanguarda do domínio europeu. Ele foi um dos primeiros pintores americanos a ser reconhecido como um igual aos grandes mestres europeus do século XX, provando que uma linguagem nova e visceral poderia emergir do solo dos Estados Unidos.

    Sua influência atuou como um catalisador para muitos movimentos artísticos subsequentes que o seguiram. A maneira como ele se envolvia com a tela — tratando-a como uma arena para a ação física, em vez de uma mera superfície para representação — abriu portas para muitos que buscavam expressar o subconsciente através do gesto. Essa ênfase no próprio processo de criação deixou uma marca permanente na história da arte moderna, garantindo que o espontâneo e o não planejado ocupassem para sempre um lugar no repertório do artista.

    Number 1, 1949

    Blue Poles: Number 11, 1952

    Convergence

    Autumn Rhythm. Number 30, 1950

    Onde Ver as Obras Hoje

    Para testemunhar os rastros físicos de seu movimento, é necessário viajar até as grandes instituições que preservaram sua energia radical. Em Nova York, o Museum of Modern Art abriga diversas de suas telas, permitindo que os espectadores se posicionem diante das composições vastas e descentralizadas que definiram sua era. A National Gallery of Art, em Washington D.C., também mantém suas obras, oferecendo um espaço para observar as intrincadas redes de cor que ele alcançou através de seus métodos únicos. Do outro lado do Atlântico, a Tate Gallery, em Londres, mantém sua presença viva em suas coleções, garantindo que sua influência alcance muito além das costas americanas.

    Para aqueles que buscam uma conexão mais íntima com seu processo, a Pollock-Krasner House and Studio, em East Hampton, oferece um profundo sentido de lugar. Este local, um Monumento Histórico Nacional, foi o espaço onde ele e sua esposa, Lee Krasner, viveram e trabalharam. A propriedade permanece como um elo vital com sua vida, preservando o ambiente que nutriu sua transição das formas tradicionais para os métodos espontâneos sobre o chão, que mudaram o curso da pintura moderna. Caminhar por esses espaços proporciona uma percepção da escala e da realidade física de sua luta criativa.

    Number 1, 1949

    Blue Poles: Number 11, 1952

    Mural (1943)

    Convergence

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Going West

    artsdot.com/pt/art/download/paul-jackson-pollock-going-west-7YKFZF-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Pollock, Jackson. Going West. 1935, https://artsdot.com/pt/art/paul-jackson-pollock-going-west-7YKFZF-en/
    APA
    Pollock, Jackson (1935). Going West [Painting]. https://artsdot.com/pt/art/paul-jackson-pollock-going-west-7YKFZF-en/
    Chicago
    Jackson Pollock. Going West. 1935. https://artsdot.com/pt/art/paul-jackson-pollock-going-west-7YKFZF-en/
    Harvard
    Pollock, Jackson (1935) Going West. Available at: https://artsdot.com/pt/art/paul-jackson-pollock-going-west-7YKFZF-en/

    Observe de perto

    Going West — Jackson Pollock

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre Número 1, 1949 (1950), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. Abstract Expressionism: Large canvases where the act of painting itself — the drip, the sweep — is the subject. Onde você pode observar isso nesta obra?
    5. Jackson Pollock tinha cerca de 23 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Que sensação as cores de "Going West", de Jackson Pollock transmitem?

    A paleta Tons terrosos de "Going West", de Jackson Pollock harmoniza-se com seu tom emocional Melancólico. A cor é uma das formas pelas quais uma obra transmite sentimento.

    Para qual ambiente se sugere "Going West", de Jackson Pollock?

    Uma reprodução de "Going West" fica muito bem em um(a) Sala de Estar.

    Que emoção a obra "Going West" do Abstract Expressionism transmite?

    Dentro do movimento Abstract Expressionism, "Going West" é registrada com um tom Melancólico.