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Guia de Obras de Estudantes

Circle

Nome Turma Data

Jackson Pollock, Circle (1941). Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Jackson Pollock artsdot.com/pt/artists/paul-jackson-pollock_pt/
Datas do artista
1912 – 1956
Pintura a óleo
1941
Técnica
Oil On Canvas
Dimensões originais
30 x 32 cm
Movimento
Abstract Expressionism Large canvases where the act of painting itself — the drip, the sweep — is the subject.
Período
Modern
Artistic style
Drip painting
Influences
Surrealism
Notable elements
Red circle, animals
Subject or theme
Abstraction, figures

No contexto

Circle — Jackson Pollock

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 30 × 32 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1910
  2. 1920
  3. 1930
  4. 1940
  5. 1950

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 44 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 29. O artista viveu até aos 44. 6 das 50 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Jackson Pollock (1912–1956) ▲ esta obra, 1941 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1941 Principais anos de atividade: 1941–1948 Obras tardias: a partir de 1948

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: artsdot.com/pt/art/similar/paul-jackson-pollock-circle-8XYAGQ-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Espresso #3d3014

    Paleta catalogada

    • #3D3014
    • #BCB780
    • #9E3612
    • #A08422

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Dark A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Espresso
    Intensidade
    Vivid O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Statement O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Softly Mixed Palette A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Balanced O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Clear Color Presence Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Jackson Pollock nos últimos doze meses — 73 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 16,2%13.300 visitas
    2. 2 Estados Unidos da América 7,9%6.500 visitas
    3. 3 França 7,7%6.300 visitas
    4. 4 Alemanha 6,8%5.600 visitas
    5. 5 Espanha 6,7%5.500 visitas
    6. 6 Itália 6,3%5.200 visitas
    7. 7 Japão 5,2%4.300 visitas
    8. 8 Brasil 3,0%2.500 visitas
    9. 9 México 2,3%1.900 visitas
    10. 10 Singapura 2,3%1.900 visitas
    11. · 63 outros países 35,6%29.100 visitas

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Jackson Pollock

    1. 1 Número 1, 1949, 1950 34,9%48.400 visitas
    2. 2 Ritmo Outonal Número 30 6,6%9.100 visitas
    3. 3 One. Number 31, 1950 5,5%7.700 visitas
    4. 4 Convergência 5,4%7.500 visitas
    5. 5 Number 5, 1948 3,2%4.400 visitas
    6. 6 Number 5, 1948 2,6%3.600 visitas
    7. 7 Número 1A 2,2%3.100 visitas
    8. 8 Luz Branca, 1954 2,2%3.000 visitas
    9. 9 Number 3, 1948 1,7%2.300 visitas
    10. 10 Number 10, 1949 1,5%2.100 visitas
    11. 11 Number 1, 1948 1,3%1.800 visitas
    12. 12 Number 8 1,3%1.800 visitas
    13. 13 Number 3, 1949 1,2%1.700 visitas
    14. 14 Number 6, 1949 1,2%1.600 visitas
    15. 15 The She Wolf, 1943 1,0%1.400 visitas
    16. 16 Full Fathom Five 0,9%1.300 visitas
    17. 17 Male and Female, 1942 0,8%1.100 visitas
    18. 18 Number 2, 1951 0,8%1.100 visitas
    19. 19 Cathedral 0,8%1.100 visitas
    20. 73 Circle, 1941 esta obra 0,1%200 visitas

    Juntas, estas obras representam 75,2% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 176 obras deste artista, das quais 128 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 73 posição entre elas, com 0,1% dessa atenção (200 visitas). Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Circle — Jackson Pollock

    Jackson Pollock’s Circle: A Dance of Color and Chaos

    Jackson Pollock's “Circle,” painted in 1941, isn’t merely a depiction of a circle; it’s an embodiment of the burgeoning Abstract Expressionist movement and a profound exploration of subconscious creation. Measuring just 30 x 32 centimeters, this oil-on-canvas work feels surprisingly intimate despite its vibrant energy. It represents Pollock's early experimentation with form, a pivotal moment as he wrestled with new techniques and sought to capture the raw emotion of his inner world – a world increasingly influenced by the avant-garde currents swirling around him. The painting immediately draws the eye to the central red circle, a bold assertion of shape amidst a dynamic field of color: yellows, blues, greens, and oranges collide in a seemingly random yet meticulously orchestrated dance. This isn’t a static image; it's an invitation to lose yourself within its layers of texture and hue.

    Echoes of Surrealism and the Birth of Action Painting

    Pollock’s “Circle” stands as a testament to his engagement with the artistic landscape of the early 1940s, particularly the influence of Surrealist artists like André Masson and Max Ernst. These pioneers championed spontaneous creation, tapping into the subconscious mind as a primary source of inspiration. Pollock adopted this approach, abandoning traditional representational techniques in favor of methods that prioritized instinct and gesture. The swirling brushstrokes, the drips and splatters – these aren’t accidental; they are deliberate marks, imbued with the artist's physical presence and emotional state. This technique, often referred to as “drip painting” or “action painting,” became a hallmark of Pollock’s style and fundamentally altered the course of 20th-century art. It was a rejection of the easel and brush, embracing instead the entire canvas as a battleground for color and movement.

    A Composition of Symbolic Forms

    Beyond its purely abstract qualities, “Circle” is populated with carefully chosen symbolic figures – birds and fish scattered throughout the composition. These aren’t simply decorative elements; they seem to engage in an abstracted interaction, creating a sense of dynamic tension within the painting. Some art historians interpret these animal forms as representing primal instincts or perhaps even echoes of Pollock's early fascination with Native American culture and their connection to nature. The circle itself can be seen as a symbol of wholeness, unity, or perhaps even the cyclical nature of life and death – themes frequently explored in Surrealist art. The arrangement isn’t logical; it’s driven by feeling, mirroring the artist's own internal landscape.

    Abstract Expressionism: A New American Voice

    “Circle” is inextricably linked to the rise of Abstract Expressionism, a movement that emerged in the United States following World War II and quickly gained international recognition. Artists like Pollock, Mark Rothko, Willem de Kooning, and others sought to express profound emotions through non-representational forms, rejecting European artistic traditions in favor of a distinctly American style. This period was characterized by a radical shift in artistic priorities – from depicting the external world to exploring the inner self. “Circle” exemplifies this ethos, capturing the raw energy and emotional intensity that defined Abstract Expressionism’s rebellious spirit. It's important to note that the term "abstract expressionism" itself was coined in 1929 by Alfred Barr at MoMA, initially applied to works by Kandinsky, but it truly took hold in the post-war era.

    A Legacy of Innovation

    Pollock’s “Circle” isn't just a beautiful painting; it’s a foundational work that paved the way for countless artists who followed. Its influence can be seen in subsequent movements like Tachisme and Neo-expressionism, demonstrating its enduring relevance to contemporary art. Reproductions of this piece offer a remarkable opportunity to experience Pollock’s revolutionary approach firsthand – to feel the energy of his brushstrokes, to lose yourself in the vibrant colors, and to contemplate the profound questions he posed about the nature of creativity and human emotion. AllPaintingsStore's hand-painted reproductions capture not only the visual impact but also the spirit of this iconic work, allowing you to bring a piece of art history into your own space.

    Artista e museu

    Artista

    Jackson Pollock

    Nascido em Cody, Estados Unidos

    Primeiros Anos, Família e Formação

    A história de Paul Jackson Pollock começa nas paisagens áridas de Cody, Wyoming, onde nasceu em 28 de janeiro de 1912. Ele era o mais jovem de cinco irmãos, filho de Stella May McClure e LeRoy Pollock. Seu pai trabalhava como agrimensor, uma profissão que exigia movimento constante através do vasto Oeste americano. Essa existência nômade fez com que os primeiros anos do jovem fossem definidos por mudanças frequentes, uma inquietude que parecia espelhar os horizontes mutáveis do trabalho de seu pai. Essas viagens precoces pelo Oeste proporcionaram-lhe um encontro direto e imediato com o mundo natural e com a ressonância espiritual da arte nativa americana, impressões que se assentariam silenciosamente em seu subconsciente muito antes de ele jamais segurar um pincel.

    Conforme crescia, a busca por um senso de pertencimento o conduziu em direção à energia urbana da costa. Ele se matriculou na Manual Arts High School, em Los Angeles, buscando uma estrutura formal para seus impulsos emergentes. No entanto, a verdadeira moldagem de seu traço ocorreu muito mais tarde, quando se mudou para a cidade de Nova York. Foi lá, na Art Students League, que ele iniciou um longo e transformador período de estudos. De 1929 a 1942, ele trabalhou sob a orientação de Thomas Hart Benton. Enquanto Benton enfatizava composições rítmicas e o peso narrativo da vida americana, o jovem estudante já começava a derivar em direção às suas próprias verdades internas, muito mais abstratas.

    O Desenvolvimento de uma Técnica Única

    Por volta de 1947, uma mudança profunda havia se instalado na maneira como ele abordava a tela. Ele se afastou do cavalete tradicional, optando por estender suas telas diretamente no chão. Essa mudança permitiu que ele se posicionasse sobre sua obra, tornando-se parte integrante do próprio ato criativo. Ele não apenas aplicava a tinta; ele a gotejava, espalhava e lançava de cima, deixando o líquido cair em padrões imprevisíveis. Esse método transformou o ato de pintar em uma performance física, onde a gravidade e o gesto ditavam a forma final.

    Suas ferramentas eram tão não convencionais quanto seus métodos. Ele recorria a gravetos, facas e até seringas para manipular o meio fluido. Por vezes, utilizava desempenadeiras ou tinta líquida para alcançar texturas específicas. Frequentemente, ele riscava a superfície ou utilizava objetos estranhos para construir uma camada espessa de tinta, conferindo uma qualidade tátil e escultural à obra. Esse processo dizia menos respeito ao trabalho controlado do pincel e mais a uma liberação rítmica, quase primordial, de energia sobre a superfície.

    Obras-Chave e Expressões Artísticas

    Ao afastar-se das restrições do cavalete, suas telas passaram a refletir um envolvimento mais visceral com o meio pictórico. Em 1943, ele produziu Mural, uma obra monumental que mede cerca de 2,4 por 6,1 metros, demonstrando sua capacidade de dominar uma superfície vasta. Durante este período, suas explorações pelo subconsciente e pelo próprio ato de pintar deram origem a obras como Eyes in the Heat, criada por volta de 1946. Estas peças não eram meramente imagens, mas registros de uma presença física, onde o movimento de todo o seu corpo ditava o posicionamento de cada respingo e mancha de cor.

    Os anos que se seguiram viram o aperfeiçoamento de suas composições rítmicas e "all-over", que viriam a definir sua reputação. Ele buscava criar uma sensação de espaço infinito, onde nenhum ponto isolado exercesse dominância sobre os demais. Essa abordagem é evidente em Number 1, 1949, uma obra que captura um transbordamento bruto de energia, e em Lavender Mist, Number 1, 1950, que permanece como uma peça fundamental de sua produção. Nestas obras, o jogo entre o controle e o acaso cria um equilíbrio delicado, como se a tinta fosse libertada, em vez de simplesmente aplicada.

    Seus experimentos tardios continuaram a desafiar os limites de como a tinta poderia ser manipulada sobre uma superfície horizontal. Ele frequentemente utilizava gravetos, facas ou até as próprias latas para lançar o pigmento, resultando em redes complexas de linhas. Este método é claramente visível em Blue Poles, Number 11, 1952 e na enérgica Convergence. Através destas obras, Jackson Pollock alcançou um estado em que a pintura parecia possuir vida própria, emergindo de uma imersão profunda em sua própria imaginação.

    Patronos, Ateliê e Encomendas

    O percurso de sua carreira foi moldado tanto pela necessidade pública quanto pela generosidade de alguns apoiadores vitais. Entre 1938 e 1942, ele encontrou um trabalho constante como pintor para o WPA Federal Art Project, um período que proporcionou o ritmo necessário ao desenvolvimento de sua prática. Essa estabilidade deu lugar a uma aliança mais pessoal e transformadora quando Peggy Guggenheim lhe ofereceu um contrato de galeria em julho de 1943. O apoio dela revelou-se mais do que profissional; em 1945, ela forneceu um adiantamento de 2.000 dólares para ajudá-lo a garantir uma casa, um gesto que entrelaçou profundamente sua vida pessoal com sua sobrevivência artística.

    Sua vida criativa acabou encontrando seu centro em East Hampton, Nova York. Lá, na Pollock-Krasner House and Studio, ele viveu e trabalhou ao lado de sua esposa, Lee Krasner. O ateliê era um lugar de intenso movimento físico, onde as fronteiras entre o artista e a tela se dissolviam. Ele frequentemente se afastava do cavalete tradicional, preferindo estender suas telas diretamente no chão para interagir com a tinta por todos os lados. Este espaço de trabalho não era meramente uma sala de produção, mas um local de energia profunda e inquieta, onde seus experimentos mais radicais ganharam vida.

    Anos Finais e Morte

    A vida pessoal do artista estava profundamente entrelaçada com as suas lutas criativas. Em 1945, casou-se com a artista Lee Krasner, uma união que representou uma presença significativa em sua vida durante os seus anos mais transformadores. No entanto, sob a superfície de sua ascensão profissional, uma sombra persistente permanecia. Ele lutou contra o vício do álcool durante toda a sua vida, uma batalha que frequentemente complicava sua existência e sua capacidade de navegar pelas pressões de sua crescente fama.

    Essa turbulência interna e externa encontrou um fim trágico em East Hampton, Nova York, EUA. Em 11 de agosto de 1956, aos 44 anos, sua vida foi interrompida em um acidente súbito e violento. Enquanto dirigia, ele se envolveu em uma colisão de um único veículo causada pelo álcool. O acidente revelou-se fatal, deixando para trás um legado que era tão tumultuado quanto a tinta que ele lançava sobre suas telas.

    Legado e Influência na Arte Moderna

    As ondas de choque de seus métodos radicais ecoaram muito além das paredes do estúdio em East Hampton. Ao romper o vínculo tradicional entre o pincel e o cavalete, Jackson Pollock tornou-se uma figura central no movimento Expressionista Abstrato, uma mudança que alterou fundamentalmente a trajetória da criatividade americana. Sua presença ajudou a consolidar a posição de Nova York como um centro global para a arte moderna, deslocando o coração da vanguarda do domínio europeu. Ele foi um dos primeiros pintores americanos a ser reconhecido como um igual aos grandes mestres europeus do século XX, provando que uma linguagem nova e visceral poderia emergir do solo dos Estados Unidos.

    Sua influência atuou como um catalisador para muitos movimentos artísticos subsequentes que o seguiram. A maneira como ele se envolvia com a tela — tratando-a como uma arena para a ação física, em vez de uma mera superfície para representação — abriu portas para muitos que buscavam expressar o subconsciente através do gesto. Essa ênfase no próprio processo de criação deixou uma marca permanente na história da arte moderna, garantindo que o espontâneo e o não planejado ocupassem para sempre um lugar no repertório do artista.

    Number 1, 1949

    Blue Poles: Number 11, 1952

    Convergence

    Autumn Rhythm. Number 30, 1950

    Onde Ver as Obras Hoje

    Para testemunhar os rastros físicos de seu movimento, é necessário viajar até as grandes instituições que preservaram sua energia radical. Em Nova York, o Museum of Modern Art abriga diversas de suas telas, permitindo que os espectadores se posicionem diante das composições vastas e descentralizadas que definiram sua era. A National Gallery of Art, em Washington D.C., também mantém suas obras, oferecendo um espaço para observar as intrincadas redes de cor que ele alcançou através de seus métodos únicos. Do outro lado do Atlântico, a Tate Gallery, em Londres, mantém sua presença viva em suas coleções, garantindo que sua influência alcance muito além das costas americanas.

    Para aqueles que buscam uma conexão mais íntima com seu processo, a Pollock-Krasner House and Studio, em East Hampton, oferece um profundo sentido de lugar. Este local, um Monumento Histórico Nacional, foi o espaço onde ele e sua esposa, Lee Krasner, viveram e trabalharam. A propriedade permanece como um elo vital com sua vida, preservando o ambiente que nutriu sua transição das formas tradicionais para os métodos espontâneos sobre o chão, que mudaram o curso da pintura moderna. Caminhar por esses espaços proporciona uma percepção da escala e da realidade física de sua luta criativa.

    Number 1, 1949

    Blue Poles: Number 11, 1952

    Mural (1943)

    Convergence

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Circle

    artsdot.com/pt/art/download/paul-jackson-pollock-circle-8XYAGQ-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Pollock, Jackson. Circle. 1941, https://artsdot.com/pt/art/paul-jackson-pollock-circle-8XYAGQ-en/
    APA
    Pollock, Jackson (1941). Circle [Painting]. https://artsdot.com/pt/art/paul-jackson-pollock-circle-8XYAGQ-en/
    Chicago
    Jackson Pollock. Circle. 1941. https://artsdot.com/pt/art/paul-jackson-pollock-circle-8XYAGQ-en/
    Harvard
    Pollock, Jackson (1941) Circle. Available at: https://artsdot.com/pt/art/paul-jackson-pollock-circle-8XYAGQ-en/

    Observe de perto

    Circle — Jackson Pollock

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: abstract, circle, animals. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre Número 1, 1949 (1950), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Abstract Expressionism: Large canvases where the act of painting itself — the drip, the sweep — is the subject. Onde você pode observar isso nesta obra?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Quiz de arte

    Circle — Jackson Pollock

    O quanto você conhece esta obra de arte?

    Selecione uma resposta para cada uma das 5 perguntas abaixo. Cada uma possui exatamente uma resposta correta.

    1. 1. What is the primary style of Jackson Pollock’s ‘Circle’?

      • A Cubism
      • B Abstract Expressionism
      • C Renaissance Portraiture
    2. 2. The painting ‘Circle’ prominently features which of the following elements?

      • A Realistic landscapes
      • B A central red circle surrounded by various colors and animal figures
      • C Geometric patterns in black and white
    3. 3. Which artistic movement heavily influenced Pollock’s approach to creating ‘Circle’?

      • A Impressionism
      • B Surrealism
      • C Baroque
    4. 4. Approximately when was Jackson Pollock's 'Circle' created?

      • A 1920s
      • B 1941
      • C 1960s
    5. 5. The technique Pollock employed in ‘Circle’ is best described as:

      • A Pointillism
      • B Drip painting or action painting
      • C Fresco

    Minha pontuação: ____ de 5

    Gabarito — para o professor

    Isto inicia uma nova página impressa, de modo que ela pode simplesmente ser omitida das cópias.

    1A · 2A · 3A · 4A · 5A

    Confira qualquer resposta comparando com o registro do catálogo desta pintura

    Perguntas e Respostas

    Quanta luz as cores de "Circle" parecem refletir?

    A luminância registrada para "Circle", de Jackson Pollock é Gentle Luminance.

    O que "Circle", de Jackson Pollock retrata?

    Os temas de "Circle" são abstract, circle, animals, color, pollock, expressionism, dynamic, surrealist.

    Como "Circle", de Jackson Pollock conecta Abstract Expressionism ao país de origem do artista?

    "Circle" conecta o movimento Abstract Expressionism a Estados Unidos por meio do local de nascimento de seu criador.