Crucifixion
A obra de arte exibida nesta página é protegida por leis de direitos autorais, o que significa que não podemos criar ou vender legalmente uma reprodução idêntica. Esta proteção é aplicada por meio de acordos internacionais, tais como a Convenção de Berna e pelas leis nacionais, incluindo as estabelecidas por Lei de Direitos Autorais dos EUA - Título 17.
Este método cumpre plenamente as regulamentações de direitos autorais, pois não envolve a cópia ou duplicação da obra protegida. Em vez disso, trata-se de uma reinterpretação criativa — uma nova pintura que é influenciada pela original, mas não idêntica a ela.
Giclée / Impressão de Arte
Impressão giclée ou em tela de qualidade de museu, com produção rápida e opções flexíveis de acabamento. ( Comprar pintura feita à mão
Alternar para Imagem Digital)
P118B €10
P118H €10
P118W €10
P438Z €10
P508JH €12
P508YH €12
P805H €10
P805Z €10
P919BZ €10
P919G €10
P919XJ €10
P959ZH €10
P968JZ €12
W106C €8
W218G €10
W218JH €8
W218Y €10
W307PJ €10
W316G €10
W316PJ €8
W316Y €10
W398PJ €8
W4111J €10
W500HY €15
W500JH €15
W692G €12
W849H €8
W940BG €15
W953PJ €8
Escolha entre os nossos tamanhos pré-definidos que respeitam as proporções originais da obra de arte.
Insira a largura e a altura desejadas para se ajustarem à sua moldura ou parede. Uma impressão pode ser apenas cortada, nunca ampliada além da imagem original; portanto, um tamanho com proporções diferentes resultará na perda de parte da imagem. Enviamos uma maquete digital para sua aprovação antes de realizarmos a impressão. A imagem exibida nesta página não mostra o corte real — apenas a maquete o faz.
Entrega mundial () em 2 semanas, em vez das 4/5 semanas padrão. (3 Novembro)
Envio expresso gratuito para todo o mundo
Tela de Linho de Alta Qualidade
Seguro de transporte completo
Garantia de Reembolso de Impostos Alfandegários
Garantia de Fidelidade Cromática
Política de Devolução em 100 Dias (Apenas para Defeitos)
Garantia de reembolso de 100%
Oferta de desconto por quantidade
Crucifixion
Giclée / Impressão de Arte
Tamanho da Reprodução
-
Preço Total
€ 56
Pablo Picasso’s “Crucifixion” – A Descent into Pain and Transcendence
Painted in 1930 amidst a tumultuous period of artistic and political upheaval, Pablo Picasso's "Crucifixion" isn’t merely a depiction of the biblical event; it’s a visceral exploration of suffering, distortion, and the unsettling beauty found within profound emotional distress. This oil-on-wood masterpiece, housed in the Museo Picasso in Barcelona, stands as a pivotal work bridging Picasso’s earlier explorations with his later, more politically charged art – notably foreshadowing the monumental “Guernica.” The painting immediately confronts the viewer with an intensely fragmented scene, a deliberate rejection of traditional religious iconography and a bold assertion of Picasso's own unique artistic vision. It’s a world where recognizable figures are violently reshaped, their bodies contorted into unsettling geometric forms, reflecting both the physical agony of the crucifixion and the artist’s own engagement with the anxieties of his time.
Deconstructing the Narrative: Form and Distortion
Picasso abandons any semblance of realistic representation, instead employing a Cubist approach that dismantles the traditional portrayal of Christ. The figures are not rendered as idealized or heroic; they are broken, vulnerable, and profoundly human in their suffering. Notice how Jesus, Mary Magdalene, and the other thief are reduced to angular planes and sharp lines, creating a sense of instability and disorientation. This deliberate distortion isn’t simply stylistic; it's a powerful tool for conveying the emotional weight of the scene. The scale is also deliberately manipulated – Christ and his mother dominate the composition, while the figures of the soldiers and robbers are relegated to smaller, almost insignificant spaces, emphasizing their role as instruments of violence rather than individuals with agency. The use of contrasting colors—the stark whites and grays against the dark wood—further amplifies this sense of drama and unease.
Symbolism and the Language of Pain
Beyond its formal elements, “Crucifixion” is laden with symbolic meaning. The inclusion of seemingly incongruous objects – a bowl, a knife, and a discarded garment – adds layers of complexity to the narrative. Some scholars interpret these additions as allusions to the themes of sacrifice, violence, and earthly decay that permeate the biblical story. The bowl could represent offering or even a vessel for suffering, while the knife evokes the brutality of execution. The scattered garments suggest the stripping away of dignity and humanity. Picasso’s masterful manipulation of perspective creates a claustrophobic atmosphere, drawing the viewer into the heart of the scene and forcing them to confront the raw reality of Christ's torment. The painting isn’t about depicting a specific moment in time; it’s about capturing the essence of suffering itself.
Historical Context: A World on Edge
To understand “Crucifixion,” it’s crucial to consider the historical context in which it was created. 1930 marked a period of intense political and social unrest, with the rise of fascism in Europe and the escalating tensions leading up to the Spanish Civil War. Picasso, deeply affected by these events, channeled his anxieties into his art. “Crucifixion” can be seen as a reflection of this broader sense of crisis – a visual embodiment of the pain and uncertainty that gripped the world at the time. The painting’s stark imagery and emotional intensity resonate powerfully with the themes explored in "Guernica," which Picasso would later create to protest the bombing of the Basque town of Guernica during the Spanish Civil War.
A Timeless Exploration of Human Condition
“Crucifixion” remains a profoundly moving work of art, offering a timeless meditation on themes of suffering, faith, and mortality. Picasso’s innovative use of form, color, and symbolism transcends its religious subject matter to speak to the universal human experience of pain and loss. It's a challenging yet rewarding piece that invites repeated contemplation, revealing new layers of meaning with each viewing. Reproductions of this iconic painting capture the intensity and drama of the original, making it an accessible addition to any art collection or interior space – a powerful reminder of humanity’s capacity for both cruelty and compassion.
Perguntas e Respostas
Que atmosfera "Crucifixion" traria para um ambiente?
Com sua atmosfera Dramatic, "Crucifixion" é sugerida para um(a) Living Room.
Qual é a saturação e a intensidade de "Crucifixion", de Pablo Picasso?
As cores de "Crucifixion", de Pablo Picasso apresentam uma saturação Muted com uma intensidade Monochromatic.
"Crucifixion", de Pablo Picasso está entre as obras de Cubist Surrealism mais procuradas?
Dentro do movimento Cubist Surrealism, "Crucifixion" possui um nível de popularidade Iconic.
Obras Relacionadas
Biografia do Artista
O Legado Imortal de Pablo Picasso
Pablo Ruiz y Picasso, um nome que se tornou sinônimo de revolução artística, nasceu em Málaga, Espanha, em 25 de outubro de 1881. Sua própria existência parecia destinada à expressão criativa; conta a lenda que suas primeiras palavras foram “piz, piz”, uma tentativa infantil de dizer ‘lápis’. Essa inclinação precoce foi cultivada por seu pai, José Ruiz y Blasco, um pintor e professor de arte que proporcionou ao jovem Pablo o treinamento fundamental. No entanto, o aluno rapidamente superou o mestre, demonstrando uma aptidão notável para a representação naturalista que prenunciava o talento prodigioso que estava por vir. As subsequentes mudanças da família – primeiro para A Coruña, depois Barcelona – foram marcadas por tragédies pessoais, notadamente a perda da irmã de Picasso, experiências que infundiriam sutilmente seu trabalho posterior com temas de melancolia e mortalidade. Mesmo durante os estudos formais na Escola de Belas Artes em Barcelona e uma breve passagem pela Real Academia de San Fernando em Madrid, Picasso rebelou-se contra as rígidas restrições acadêmicas, preferindo mergulhar nas obras de mestres como Velázquez e Goya, forjando seu próprio caminho rumo à inovação artística.
Do Azul Melancólico aos Tons Rosados
Os primeiros anos do século XX testemunharam o surgimento de dois períodos distintos na obra de Picasso: o Período Azul (aproximadamente 1901-1904) e o Período Rosa (1904-1906). O Período Azul, nascido das dificuldades pessoais e de uma aguda consciência do sofrimento social, é caracterizado por pinturas imersas em tons sombrios de azul e azul-esverdeado. Estas obras são povoadas por figuras marginalizadas – mendigos, cegos, prostitutas – retratadas com uma empatia assombrosa que evoca temas de isolamento e desespero. La Vie (1903) e O Velho Guitarrista (1903-1904) erguem-se como exemplos pungentes desta fase emocionalmente carregada. Uma mudança na vida pessoal de Picasso, aliada à sua mudança para Paris, anunciou a chegada do Período Rosa. A paleta aqueceu consideravelmente, abraçando rosas, laranjas e vermelhos, refletindo uma perspectiva mais otimestica. Este período viu uma fascinação por artistas de circo – arlequins, acrobatas e trupes familiares – figuras que personificavam tanto a fragilidade quanto a resiliência. Família de Saltimbancos (1905) encapsula belamente esta transição, sugerindo as explorações estilísticas que viriam a seguir.
A Fragmentação da Perspectiva: O Cubismo e Além
O ano de 1907 marcou um momento crucial na história da arte com a criação de Les Demoiselles d'Avignon. Influenciada pela escultura ibérica e pelas máscaras africanas, esta pintura revolucionária despedaçou as noções tradicionais de perspectiva e representação. Foi uma ruptura radical, uma rejeição deliberada de convenções centenárias que pavimentaram o caminho para o Cubismo. Trabalhando em estreita colaboração com Georges Braque, Picasso cofundou este movimento revolucionário, alterando fundamentalmente a forma como os artistas percebiam e retratavam a realidade. O Cubismo Analítico (1909-1912) envolveu a fragmentação de objetos em formas geométricas, renderizadas em cores suaves, como se dissecassem a própria forma. Isso evoluiu para o Cubismo Sintético (1912-1919), que incorporou elementos de colagem – recortes de jornal, retalhos de tecido – adicionando textura e novas camadas de complexidade visual. Picasso não estava satisfeito em simplesmente representar o mundo; ele buscava desconstruí-lo e reconstruí-lo sob seus próprios termos.
Um Experimentador Inquieto: Neoclassicismo, Surrealismo e Guerra
A década de 1920 viu Picasso explorar brevemente estilos neoclássicos, criando figuras monumentais que ecoavam formas clássicas enquanto mantinham uma sensibilidade distintamente moderna. Simultaneamente, ele envolveu-se com o crescente movimento surrealista, embora nunca tenha se alinhado totalmente aos seus princípios. Seu trabalho durante este período misturou influências estilísticas anteriores com imagens surreais e perspectivas distorcidas, demonstrando sua experimentação implacável. Os horroques da Guerra Civil Espanhola impactaram profundamente Picasso, culminando na criação de Guernica (1937), uma resposta visceral e emocionalmente devastadora ao bombardeio de Guernica. Esta obra monumental tornou-se um símbolo duradouro das atrocidades da guerra, consolidando o papel de Picasso não apenas como artista, mas também como uma voz poderosa pela paz e justiça social. Ao longo das décadas de 1950 e 60, ele continuou a desafiar limites, explorando cerâmica, escultura e gravura com curiosidade e habilidade inabaláveis. Seu casamento com Jacqueline Roque em 1961 trouxe uma nova dimensão à sua vida pessoal e expressão artística.
Um Impacto Incalculável
Pablo Picasso faleceu em 8 de abril de 1973, em Mougins, França, deixando para trás um corpo de trabalho astonishing – estimado em mais de 50.000 peças – que continua a cativar e inspirar. Seu desenvolvimento artístico foi moldado por uma gama diversificada de influências, desde mestres espanhóis como Velázquez e Goya até a escultura ibérica, a arte africana e as paletas de cores vibrantes de Henri Matisse. Seu impacto na arte do século XX é imensurável. Ele cofundou o Cubismo, foi pioneiro na colagem e na escultura construída, e desafiou consistentemente as convenções artísticas. A experimentação incessante de Picasso redefiniu a arte moderna, deixando uma marca indelével em gerações de artistas e consolidando sua posição como uma das figuras mais importantes e influentes da história. Seu legado estende-se para além da tela, ressoando em inúmeros aspectos da cultura contemporânea e lembrando-nos do poder transformador da visão artística.
Pablo Picasso
1881 - 1973 , Espanha
Dados Rápidos
- Artistas Que O Influenciaram:
- Velázquez
- Goya
- Matisse
- Artistas/Movimentos Influenciados:
- Cubismo
- Arte Moderna
- Data Da Morte: 8 de abril de 1973
- Data De Nascimento: 25 de outubro de 1881
- Local De Nascimento: Málaga, Espanha
- Movimento Artístico: Cubismo, Surrealismo
- Nacionalidade: Espanhol
- Nome Completo: Pablo Diego Ruiz Picasso
- Obras Notáveis:
- Les Demoiselles d'Avignon
- Guernica
- A Velha Guitarrista

A opção de vidro está disponível apenas para tamanhos inferiores a 110 cm
