untitled (5751)
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untitled (5751)
Giclê / Impressão de Arte
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Descrição da Obra
Unveiling “Untitled (5751)” – A Surrealist Masterpiece by Max Ernst
Max Ernst’s “Untitled (5751),” a painting that defies easy categorization yet embodies the very essence of Surrealism, stands as a testament to the artist's unwavering commitment to exploring the subconscious mind and challenging conventional artistic boundaries. Created sometime between 1930 and 1934—a period marked by Ernst’s fervent engagement with Dada and his burgeoning fascination with psychoanalysis—this artwork isn’t merely an image; it’s a meticulously crafted invitation into a dreamscape brimming with symbolic resonance.
- Subject Matter: The composition centers around a dominant wheel, positioned prominently in the middle of the canvas. Surrounding this central element are numerous smaller wheels, creating a dizzying visual rhythm that mirrors the chaotic energy characteristic of Surrealist thought.
- Technique: Ernst employed his signature frottage technique—a method he pioneered himself—to generate the image’s textures and patterns. This involved rubbing pencil over textured surfaces like wood or stone, transferring their impressions onto the canvas to produce an unsettling blend of organic and geometric forms. The painting also incorporates grattage, where paint is scraped across the surface, revealing underlying layers and enhancing the artwork's tactile quality.
The inclusion of clocks—a recurring motif in Ernst’s oeuvre—further amplifies the painting’s thematic concerns. These clocks aren’t simply decorative elements; they represent time itself – a concept Ernst wrestled with intellectually, reflecting his anxieties about mortality and the relentless march of history. Their scattered placement contributes to the overall feeling of disorientation and underscores the Surrealist preoccupation with disrupting rational order.
Beyond the wheels and clocks lies a striking blue tubular object extending from the lower left corner towards the center. Its purpose remains ambiguous, prompting viewers to contemplate its significance as an emblem of hidden pathways or perhaps representing the artist’s own quest for inner truth. The juxtaposition of these disparate elements—the wheel, the clock, the tube—creates a visual paradox that compels contemplation and invites interpretation.
“Untitled (5751)” transcends mere aesthetic pleasure; it speaks to profound psychological ideas. Ernst's exploration of dreams and unconscious desires aligns perfectly with Freud’s theories on psychoanalysis, demonstrating his desire to delve into the hidden realms of human experience. The painting’s unsettling beauty—its blend of meticulous detail and dreamlike abstraction—continues to captivate audiences today, cementing Ernst’s legacy as one of the most influential artists of the 20th century.
Obras Relacionadas
Biografia do Artista
A Vida Imersa no Surreal
Max Ernst, nascido Maximilian Maria Ernst em 1º de abril de 1891, em Brühl, Alemanha, foi um espírito inquieto destinado a se tornar uma das figuras mais cruciais do século XX na arte. Sua jornada não foi de treinamento artístico convencional; ao invés disso, foi uma exploração autoguiada, impulsionada por questionamentos filosóficos, fascínio psicológico e uma profunda desilusão com as normas sociais. Seu pai, professor surdo e pintor amador, lhe transmitiu tanto sensibilidade para o mundo quanto uma rebeldia contra a autoridade estabelecida. Essa dualidade precoce se tornaria uma característica definidora de sua visão artística.
Os estudos acadêmicos de Ernst na Universidade de Bonn – abrangendo filosofia, história da arte, literatura, psicologia e psiquiatria – não foram meras distrações, mas elementos fundamentais que informaram profundamente seu trabalho posterior. Ele não estava simplesmente interessado em *como* pintar; ele estava se questionando *por que*. Essa curiosidade intelectual o levou a encontrar as obras inovadoras de Picasso, Van Gogh e Gauguin na exposição Sonderbund em Colónia em 1912, um momento que alterou irreversivelmente sua trajetória artística. As sementes do modernismo haviam sido plantadas.
A Disrupção Dadaísta e o Nascimento das Visões Surrealistas
A catástrofe da Primeira Guerra Mundial se mostrou um ponto de inflexão para Ernst. Suas experiências como soldado em ambos os fronts, oriental e ocidental, o deixaram profundamente abalado, fomentando um ceticismo profundo em relação à ordem estabelecida e uma ânsia por novas formas de expressão. Essa desilusão encontrou terreno fértil no movimento Dada, que ele abraçou com entusiasmo após retornar a Colónia em 1918. Ao lado de Hans Arp – um amigo e colaborador de longa data –, Ernst se tornou uma figura central no grupo Dada de Colónia, rejeitando as convenções artísticas tradicionais e abraçando o absurdo, o acaso e a anti-racionalidade.
No entanto, Dada foi apenas um trampolim. Nos primeiros anos dos anos 1920, Ernst migrou para Paris e juntou-se ao Círculo Surrealista, liderado por André Breton. Isso marcou uma mudança em direção à exploração do reino dos sonhos, da mente inconsciente e do irracional. Influenciado pelas teorias psicanalíticas de Sigmund Freud, Ernst buscou desbloquear as profundezas ocultas da experiência humana através de sua arte. Ele não estava interessado em representar a realidade como ela aparecia, mas sim em revelar as forças psicológicas subjacentes que a moldavam.
Técnicas Pioneiras: Frottage, Grattage e Colagem
A inovação artística de Ernst se estendeu além do assunto; ele era um experimentador incansável com técnicas. Ele não simplesmente adotou métodos existentes—ele inventou novos. Talvez sua contribuição mais famosa seja o frottage, um processo de esfregar lápis ou carvão sobre superfícies texturizadas para criar imagens inesperadas e evocativas. Essa técnica, nascida de um momento de tédio ao observar a textura da madeira, permitiu que Ernst acessasse o inconsciente e gerasse formas que desafiavam o controle consciente. Relacionada intimamente estava o grattage, onde a tinta é raspada sobre a tela, revelando camadas subjacentes.
Ele também empregou magistralmente a colagem, montando elementos díspares – imagens de revistas, ilustrações científicas, fotografias – em composições surreais que desafiaram as noções convencionais de representação. Essas técnicas não eram meras escolhas estilísticas; elas eram integrais à sua exploração do inconsciente e ao seu desejo de perturbar os limites artísticos tradicionais. Suas pinturas frequentemente apresentam imagens simbólicas recorrentes: pássaros (particularmente seu alter ego Loplop), paisagens desoladas, combinações perturbadoras e uma sensação persistente de mistério.
Um Legado de Inovação e Influência
O início da Segunda Guerra Mundial forçou Ernst a fugir da Europa, encontrando refúgio nos Estados Unidos. Ele continuou a pintar e experimentar novas técnicas ao longo de seu exílio, eventualmente retornando à França após a guerra onde permaneceu ativo até sua morte em 1º de abril de 1976, em Paris. Sua influência nas gerações posteriores de artistas é imensurável.
As contribuições de Ernst para o Dada e o Surrealismo foram nada menos que inovadoras. Ele desafiou as normas artísticas, mergulhou nas profundezas da mente inconsciente e inventou técnicas que continuam a inspirar artistas hoje. Ele não era apenas um pintor; ele era um explorador, um provocador e um visionário que expandiu os limites da arte em si.
- Obras Notáveis: The Entire City, Euclides, Ofrenda funerária, The Angel of the Hearth
- Influências: Pablo Picasso, Vincent van Gogh, Paul Gauguin, Sigmund Freud, Giorgio de Chirico
- Movimentos: Dada, Surrealismo
Max Ernst
1891 - 1976 , Alemanha
Informações Rápidas
- Artistic Movement Or Style: Dada e Surrealismo
- Artists Or Movements Influenced By This Artist:
- Surrealismo
- Dada
- Artists Who Influenced This Artist:
- Picasso
- Van Gogh
- Gauguin
- Date Of Birth: 1 de abril de 1891
- Date Of Death: 1 de abril de 1976
- Full Name: Max Ernst
- Nationality: Alemão-Americano, Francês
- Notable Artworks:
- Cidade Inteira
- Euclides
- Dove e Floresta
- Place Of Birth: Brühl, Alemanha


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