The biliard
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The biliard
Técnica de Reprodução
Dimensões da Reprodução
-
Preço Total
$ 263
Descrição da Obra
Georges Braque’s ‘The Billiard Table’: A Fragmented Reflection of Time
Georges Braque's “The Billiard Table,” painted in 1944, isn’t merely a depiction of an everyday scene; it’s a carefully constructed meditation on perception, memory, and the inherent instability of reality. This work, now housed at the Metropolitan Museum of Art, exemplifies the culmination of Braque's pioneering explorations within Cubism – specifically, Synthetic Cubism – offering a glimpse into his intensely personal approach to representing space and form. The painting immediately draws the viewer in with its muted palette dominated by deep greens, browns, and ochres, creating an atmosphere of quiet contemplation tinged with a subtle melancholy. It’s a world rendered not as it appears, but as it is *remembered*, or perhaps, as it feels.
Deconstructing the Familiar: Cubist Techniques
Braque masterfully employs the core tenets of Synthetic Cubism to achieve this effect. The billiard table itself isn’t presented with photographic accuracy; instead, it's fractured into a series of interlocking planes and geometric shapes, mirroring the fragmented nature of experience. The surrounding objects – a vase, a chair, a clarinet, and various smaller items – are similarly deconstructed, their forms overlapping and intersecting in a way that defies traditional perspective. This deliberate distortion creates an unsettling yet compelling sense of spatial ambiguity; the table seems to float within a shallow space, while the objects around it appear to press in from multiple directions simultaneously. The artist’s visible brushstrokes, layered with thin washes of paint, contribute significantly to the painting's textural richness and add a tactile quality to the seemingly abstract forms.
Symbolism and the Passage of Time
Beyond its formal innovations, “The Billiard Table” is rich in symbolic potential. The billiard table itself has long been associated with games of chance, strategy, and the relentless passage of time – each shot a fleeting moment, each game an attempt to control an unpredictable outcome. The fragmented arrangement of objects suggests a collection of memories, each piece representing a specific experience or association. The clarinet, for instance, evokes musicality and perhaps a sense of nostalgia, while the vase hints at domestic tranquility disrupted by the chaotic composition. Some art historians have interpreted the painting as a reflection on the artist’s own struggles with creative block during World War II, suggesting that the fragmented forms represent the shattered state of his artistic vision.
Research and Context: A Deeper Dive
Further research confirms Braque's deliberate approach to this work. As documented by Tate’s online collection page, he began creating a series of seven billiard tables in 1944, alongside eight related paintings. This project was undertaken during a period of intense personal and artistic reflection for the artist. The use of sand mixed with oil paint – as noted in WikiArt's analysis – adds an intriguing textural element to the surface, further enhancing the painting’s tactile quality. The Met Museum’s description highlights Braque’s meticulous process of relating the room’s space to the canvas, a testament to his dedication to capturing not just visual reality but also the subjective experience of perception.
Ultimately, “The Billiard Table” is more than just a still life; it's a profound exploration of the complexities of memory, time, and the nature of representation itself. Its evocative atmosphere and masterful execution make it a compelling work for collectors and interior designers seeking to infuse their spaces with a sense of intellectual depth and artistic intrigue.
Obras Relacionadas
Biografia do Artista
Early Life and Artistic Foundations
Georges Braque, nascido em Argenteuil, França, em 1882, embarcou em um caminho profundamente entrelaçado com a evolução do cenário artístico moderno. Sua criação dentro de uma família de pintores e decoradores de casas lhe infundiu não apenas uma maestria técnica dos materiais, mas também uma apreciação precoce pela forma e estrutura. Embora inicialmente seguisse os passos de seu pai no mesmo ofício, as inatas inclinações artísticas de Braque logo o levaram a um treinamento formal na École des Beaux-Arts em Le Havre, marcando o início de sua jornada para se tornar um dos pintores mais influentes do século XX. Essa base—uma combinação de artesanato prático e estudo acadêmico—se provou crucial ao longo de seu posterior trabalho em deconstruir e reimaginar as convenções artísticas tradicionais.
Em 1902, Braque se mudou para Paris, continuando seus estudos na Académie Humbert, imergindo-se no vibrante ambiente artístico da cidade. Foi aqui que ele encontrou artistas como Marie Laurencin e Francis Picabia, forjando conexões que moldariam seu desenvolvimento inicial. Suas primeiras obras refletiam as influências predominantes do Impressionismo e Pós-Impressionismo, mas um encontro crucial com as cores ousadas e a liberdade expressiva do Fauvismo em 1905 acendeu uma nova direção em sua exploração artística.
The Embrace of Fauvism and the Dawn of Cubism
A adoção de princípios Fauvistas por Braque—caracterizada por cores intensas, não naturalísticas e expressão emocional—é vividamente exemplificada em pinturas como The Patience. Este período viu-o trabalhando ao lado de artistas como Henri Matisse e André Derain, experimentando com paletas vibrantes e formas simplificadas. No entanto, o envolvimento de Braque com o Fauvismo não era meramente imitativo; ele infundiu-o com uma sensibilidade única, temperando a exuberância descontrolada do movimento com uma abordagem mais restrita e analítica.
Um ponto de virada chegou em 1907 com sua exposição à retrospectiva da obra de Paul Cézanne. A ênfase de Cézanne na forma geométrica e nas múltiplas perspectivas impactou profundamente Braque, preparando o cenário para sua colaboração revolucionária com Pablo Picasso. Começando em 1908, esses dois titãs artísticos embarcaram em um período de intenso intercâmbio intelectual que daria origem ao Cubismo—um movimento revolucionário que abalou as noções tradicionais de representação.
Juntos, Braque e Picasso desenvolveram o Cubismo Analítico, desmembrando objetos em formas geométricas fragmentadas e apresentando múltiplas perspectivas simultaneamente. Obras como Houses at L'Estaque demonstram esta fase inicial, mostrando uma ruptura radical com a perspectiva convencional e um foco na estrutura subjacente das formas. Sua paleta se tornou deliberadamente acinzentada, enfatizando a forma sobre a cor, à medida que buscavam representar a totalidade da presença de um objeto em vez de apenas sua aparência.
Innovation Through Fragmentation and Collage
A parceria entre Braque e Picasso continuou a expandir os limites da expressão artística, levando ao desenvolvimento do Cubismo Sintético por volta de 1912. Esta fase viu a introdução do *papier collé*—a incorporação de materiais do mundo real, como recortes de jornais, papel de parede e tecido, em pinturas. Esta inovação desafiou a hierarquia tradicional entre pintura e escultura, borrando as linhas entre arte e vida.
O uso pioneiro de *papier collé* por Braque marcou um ponto de virada significativo em sua evolução artística. Ao integrar fragmentos de objetos cotidianos em suas composições, ele interrompeu o espaço ilusório tradicional da pintura e introduziu um novo nível de materialidade e textura. Esta técnica não apenas expandiu as possibilidades formais da arte, mas também refletiu um crescente interesse na relação entre representação e realidade.
Later Years and Enduring Legacy
Após a guerra, o estilo de Braque evoluiu além das rígidas limitações do Cubismo, incorporando elementos da composição clássica e um renovado interesse pela natureza morta. Embora mantivesse as influências geométricas que haviam definido seu trabalho anterior, ele desenvolveu uma abordagem mais sutil e contemplativa à pintura. Suas paisagens e interiores posteriores são caracterizadas por sua atmosfera serena e harmonias sutis de cor.
Ao longo de sua carreira, Braque permaneceu comprometido em explorar os princípios fundamentais da forma, espaço e representação. Continuou a experimentar com diferentes materiais e técnicas, expandindo as fronteiras da expressão artística até sua morte em 1963. Sua influência nas gerações posteriores de artistas é imensurável, moldando o curso da arte moderna e inspirando inúmeros pintores, escultores e colagistas.
O legado de Georges Braque transcende suas obras individuais; ele alterou fundamentalmente nossa compreensão de como percebemos e representamos o mundo ao nosso redor. Sua colaboração com Picasso, combinada com sua própria visão artística única, selou seu lugar como um verdadeiro pioneiro da arte moderna—um mestre que ousou desafiar as convenções e redefinir as possibilidades da pintura.
Influences and Notable Works
- Influenced By: Henri Matisse, André Derain, Paul Cézanne
- Key Works: Houses at L'Estaque, The Patience, Violin and Palette, Mandola
- Impact on Art History: Revolutionized 20th-century art through Cubism; challenged traditional notions of perspective and representation.
Georges Braque
1882 - 1963 , França
Informações Rápidas
- Artistic Movement Or Style: Cubismo, Fauvismo
- Artists Or Movements Influenced By This Artist: ['Pablo Picasso']
- Artists Who Influenced This Artist:
- Henri Matisse
- André Derain
- Date Of Birth: 13 de maio de 1882
- Date Of Death: 31 de agosto de 1963
- Full Name: Georges Braque
- Nationality: Francês
- Notable Artworks:
- Casas em L'Estaque
- A Paciência
- Place Of Birth: Argenteuil, França



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