Descrição do Item
Francis Bacon’s visceral Second Version of Triptych 1944 confronts primal horror with grotesque figures and a pulsating crimson backdrop. Explore this iconic 1988 artwork by the renowned British painter and discover its haunting legacy.
Biografia do Artista
Bacon usou realismo perturbador em Três Estudos para Figuras na Base de uma Crucificação. Descubra suas pinturas viscerais agora.
Reprodução em Óleo Feita à Mão
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P508JH €12
P508YH €12
P805H €10
P805Z €10
P919BZ €10
P919G €10
P919XJ €10
P959ZH €10
P968JZ €12
W106C €8
W218G €10
W218JH €8
W218Y €10
W307PJ €10
W316G €10
W316PJ €8
W316Y €10
W398PJ €8
W4111J €10
W500HY €15
W500JH €15
W692G €12
W849H €8
W940BG €15
W953PJ €8
H24-GOLD €30
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H36-SILVER €45
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Quem o pintou?
Entrega mundial () em 3 a 4 semanas, em vez das 5 semanas padrão. (10 Novembro). Sem comprometer a qualidade.
Uma placa de identificação, como em um museu?
Detalhes da Placa de Bronze Gravada
This elegant plaque features the artist's name and the title of the artwork, finely engraved for a timeless presentation.
It is made from bronze with a refined, elegant finish. The text is precisely laser-engraved for a sharp and permanent result. Measuring 9x2 cm, the plaque is compact yet easy to read. It's built to be durable and scratch-resistant, offering a professional, museum-quality look. Mounting is simple thanks to the included adhesive backing.
Detalhes da Placa de Acrílico Transparente
The plaque includes essential engraved details such as the artist's name, the title of the artwork, the date it was created, the type of media used-like oil on canvas or watercolor-a brief description of the piece, and a QR code that links to the complete artwork information.
It is crafted from clear acrylic, offering a sleek, modern appearance. The text is UV-engraved in black to ensure strong visual contrast. With a size of 10x15 cm, it ensures optimal readability. It comes equipped with two metal hooks for secure wall mounting. The plaque is designed to be weather-resistant, making it suitable for various environments, and it includes interactive features that work seamlessly with smartphone scanning.
Detalhes da Placa de Acrílico Preto
This elegant plaque includes engraved information such as the artist's name, the title of the artwork, the date it was created, the type of media used (like oil on canvas or watercolor), a short description of the artwork, and a QR code for quick access to more information.
The plaque itself is made from refined black acrylic with a premium finish. The text is laser-engraved in white for high contrast and readability. Its size is 10x15 cm, designed to be easy to read. It comes with two metal hooks for professional mounting. The design is sleek and fits any interior style. It is also weather-resistant and durable, with built-in digital integration for mobile compatibility.
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Second Version of Triptych 1944
Técnica de Reprodução
Tamanho da Reprodução
-
Artista Sênior de Elite
Mais detalhes, refinamento e tempo de produção adicional
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Moldura para Reprodução
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Montagem profissional necessária — este não é um produto DIY (faça você mesmo).
O kit deve ser montado e a tela esticada por um profissional de molduraria experiente, utilizando cola de madeira (não inclusa), um alicate de esticar tela e grampos para manter as travessas alinhadas enquanto a cola seca. A montagem incorreta ou a tensão desigual da tela podem danificar permanentemente a obra de arte e não estão cobertas pela nossa garantia.
Todas as barras de madeira maciça estão incluídas, precisamente cortadas ao tamanho certo.
Montado com os parafusos fornecidos, além de cola para madeira para as junções dos cantos, que não está inclusa e deve ser providenciada pelo seu moldurista.
São necessárias ferramentas profissionais não incluídas: um alicate de estiramento de tela (esticador) e grampos para manter as ripas alinhadas enquanto a cola seca.
Importante:
As junções dos cantos requerem cola para madeira, as ripas devem ser mantidas com grampos até que a cola esteja completamente seca, e o estiramento da tela na moldura montada requer um alicate de esticar tela. Nenhum destes itens está incluído no kit. Por favor, certifique-se de contar com um profissional de molduraria experiente antes de encomendar este tamanho.
Etiqueta de identificação
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Verniz de Proteção
Verniz brilhante (realça as cores e protege contra a luz e a umidade)
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Urgente
Entrega mundial () em 3 a 4 semanas, em vez das 5 semanas padrão. (10 Novembro). Sem comprometer a qualidade.
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Envio Expresso
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Com envio incluído
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Second Version of Triptych 1944: A Descent Into Visceral Horror
Francis Bacon’s *Second Version of Triptych 1944*, completed in 1988, stands as a monumental testament to the artist's unwavering commitment to confronting the darkest recesses of human experience. It is not merely a repetition of his seminal 1944 masterpiece, *Three Studies for Figures at the Base of a Crucifixion*; rather, it’s an amplification—a deliberate deepening of the unsettling psychological landscape established by its predecessor. Executed in acrylic on canvas, this expansive piece embodies Bacon's signature style: grotesque, fragmented figures rendered against a stark crimson backdrop that pulsates with latent menace.- Historical Context
- Stylistic Innovations
- Symbolism and Imagery
- Technique: The Alchemy of Texture
- Emotional Resonance
Historical Context: Echoes of Trauma and Artistic Legacy
Bacon’s artistic journey began amidst the turbulent aftermath of World War II, a period marked by profound disillusionment and existential questioning. Influenced heavily by Picasso's biomorphs—distorted representations of human forms—and deeply affected by Nietzsche’s philosophy of eternal recurrence, Bacon wrestled with themes of suffering, mortality, and the inescapable brutality inherent in existence. *Three Studies for Figures at the Base of a Crucifixion*, created just two years prior, served as a crucible for these anxieties, distilling them into three powerfully unsettling images—a man seated on a bench, a figure standing before a red wall, and a man holding an umbrella beside a chair. The triptych’s genesis in Aeschylus's *Oresteia*, specifically the Furies—demons embodying retribution and vengeance—underscores Bacon’s preoccupation with primal forces and moral dilemmas. The 1988 reworking wasn’t simply a casual revisiting of this iconic work; it was a conscious effort to grapple with the legacy of its initial impact, acknowledging both its aesthetic brilliance and its unsettling psychological depth.Stylistic Innovations: Expanding Upon Formality
While retaining the core compositional elements of *Three Studies*, Bacon dramatically increased the scale of his second version—reaching 78 × 58 inches—a decision that profoundly altered the artwork’s expressive potential. The crimson hue replacing the burnt orange background intensifies the sense of dread and claustrophobia, mirroring the psychological tension inherent in the original. Critics noted a subtle shift away from the stark simplicity of the earlier piece; Bacon deliberately layered textures and employed techniques designed to heighten visual impact. This deliberate expansion wasn’t merely about grandeur—it was about allowing for a more immersive experience of the artwork's unsettling imagery. As John Russell observed, “there was painting in England before the Three Studies, and painting after them, and no one ... can confuse the two.”Symbolism and Imagery: Confronting The Primordial
The figures themselves—rendered in acrylic on canvas—remain strikingly similar to those depicted in *Three Studies*, embodying Bacon’s fascination with distorted human forms. These semi-anthropomorphic creatures are positioned against a backdrop that evokes the desolate landscapes of myth and legend, mirroring the influence of Nietzsche's philosophy. The deliberate fragmentation of the figures—their limbs contorted into grotesque postures—serves as a visual metaphor for psychological disintegration and the inescapable confrontation with mortality. Bacon’s use of geometric structures—the three radiating lines from the central figure—further reinforces this thematic preoccupation, channeling the energy of ancient Greek tragedy and highlighting the inescapable cycle of violence and retribution.Technique: The Alchemy of Texture
Bacon's meticulous approach to painting involved layering acrylic paint onto canvas with painstaking precision. He achieved remarkable textural effects through a combination of brushstrokes and glazing techniques—a deliberate departure from more polished styles prevalent at the time. The resulting surface is characterized by palpable roughness, conveying an immediacy and visceral energy that transcends mere visual representation. This technique wasn’t simply about achieving aesthetic beauty; it was about capturing the essence of psychological torment—the feeling of being trapped within a suffocating space where primal forces threaten to overwhelm reason.Emotional Resonance: An Unflinching Portrait of Darkness
Ultimately, *Second Version of Triptych 1944* succeeds in conveying Bacon’s profound pessimism and his unwavering commitment to confronting the darkest aspects of human consciousness. Like its predecessor, it refuses to offer easy answers or comforting illusions—instead presenting a starkly honest depiction of suffering, fear, and the inescapable confrontation with death. It stands as a powerful reminder that art can serve as a catalyst for introspection and a conduit for grappling with existential anxieties—a legacy cemented by Bacon’s enduring influence on subsequent generations of artists.Perguntas e Respostas
A imagem de "Second Version of Triptych 1944", de Francis Bacon pode ser reproduzida livremente?
"Second Version of Triptych 1944", de Francis Bacon está em ainda protegido por direitos autorais. Este status determina como a imagem da obra pode ser reproduzida.
Para qual ambiente se sugere "Second Version of Triptych 1944", de Francis Bacon?
Uma reprodução de "Second Version of Triptych 1944" fica muito bem em um(a) Living Room.
Como "Second Version of Triptych 1944" se posiciona entre os temas recorrentes de Francis Bacon?
Entre os temas recorrentes de Francis Bacon — picasso, nietzsche, aeschylus, trauma, suffering, morality, iconic, legacy — "Second Version of Triptych 1944" traz seu próprio foco em francis bacon, triptych, human figure, crimson backdrop, existential angst, post-war trauma, biomorphic forms.
Obras Relacionadas
Francis Bacon
1909 - 1992, Irlanda
Biografia do Artista
Infância, Família e Formação
Francis Bacon nasceu em 28 de outubro de 1909, em Dublin, Irlanda. Ele cresceu em uma casa no campo irlandês, sendo filho de um treinador de cavalos de corrida. Sua infância foi marcada por lutas físicas; ele sofria de asma severa, uma condição que frequentemente tornava o ato de respirar uma tarefa difícil. Ele também experimentou uma sensação de confinamento durante seus anos de juventude, recordando-se de ter sido trancado em armários escuros por uma empregada durante longos períodos. Esse sentimento de sufocamento e o pavor de familiares escondidos em quartos trancados durante o período da revolução irlandesa deixaram uma impressão duradoura em seus primeiros anos de vida.
Sua educação foi amplamente privada, conduzida por tutores dentro de casa, em vez de uma sala de aula tradicional. Essa criação não convencional significou que ele nunca seguiu o caminho padrão de um aprendizado em uma escola de artes. Aos dezesseis anos, a inquietude de sua juventude o levou a deixar seu lar na Irlanda rural para buscar sua sorte em Londres. Ele chegou à cidade aos dezessete anos, sobrevivendo com uma mesada fornecida por sua mãe enquanto navegava pelas complexidades da vida urbana.
Vida em Londres, Berlim e Paris
No final da década de 1920, Francis Bacon era um homem em constante movimento. Ele vagava pelas ruas de Londres, Berlim e Paris, vivendo uma existência tão instável quanto as próprias cidades que habitava. Ao estabelecer-se em Londres em 1928, viu-se imerso no coração da cena boêmia da metrópole. Foi um período de errância e sobrevivência, marcado por uma energia inquieta enquanto transitava entre esses centros europeus, sustentando-se com uma mesada de sua mãe e assumindo diversos trabalhos informais para garantir o sustento.
Durante esses anos, sua vida profissional estava intrinsecamente ligada ao universo do design de interiores e da decoração. Ele dedicou grande parte de seu tempo ao trabalho com texturas e formas, criando objetos estruturados para os lares de outrem. No entanto, um momento crucial surgiu durante uma viagem a Paris, no final dos anos 1920. Ao visitar uma exposição das obras de Picasso, o impacto visual alterou completamente o seu rumo. A maneira como Picasso manipulava a forma humana — tratando-a como algo orgânico e esquelético — ofereceu-lhe uma nova lente para enxergar o mundo. Foi então que decidiu deixar o design para trás em busca da pintura, uma escolha que viria a definir o restante de sua vida.
Design de Interiores e o Início da Carreira
Antes de o mundo conhecê-lo como pintor, Francis Bacon dedicou os seus primeiros anos profissionais ao design de interiores e à decoração. Este foi um período prático e estruturado de sua vida, que contrastava profundamente com os anos turbulentos em que vagou por Londres, Berlim e Paris. Ele não seguiu o caminho tradicional de um artista, ignorando completamente as escolas de arte e os aprendizados formais. Em vez disso, foi um homem autodidata, que aprendeu através da observação direta e do trabalho manual de moldar espaços físicos.
Sua atuação no design estava longe de ser irrelevante. Ele contribuiu para a estética da época ao criar tapetes Royal Wilton que apresentavam motivos abstratos. Seu olhar apurado para a forma estendeu-se a diversos objetos domésticos e mobiliário, incluindo pufes de pele de bezerro, prateleiras de bar e biombos. Ele também projetou cadeiras, utilizando frequentemente aço tubular e vidro para criar silhuetas que transmitiam uma sensação de modernidade e geometria. Esses anos iniciais proporcionaram-lhe uma compreensão profunda da estrutura e da maneira como os objetos ocupam um ambiente.
Esse histórico na decoração deixou uma marca indelével em sua abordagem posterior à tela. As formas geométricas e as molduras arquitetônicas que ele outrora construiu para espaços habitáveis acabaram por se transformar nas gaiolas transparentes e nas estruturas espaciais que definiriam suas pinturas. Ele transitou do design dos ambientes físicos que as pessoas habitavam para a criação dos espaços psicológicos que aprisionavam seus temas. Mesmo quando abandonou o design em favor do pincel, o senso de construção permaneceu vivo em sua obra.
Técnica e Estilo Artístico
A abordagem de Francis Bacon em relação à tela era física e direta. Ele trabalhava com óleos e pincéis largos, aplicando a tinta de uma maneira que parecia pesada e imediata. Suas cores eram frequentemente borradas e violentas, utilizadas para despojar qualquer sensação de conforto decorativo. Através deste método, ele criava imagens figurativas que expressavam um profundo senso de isolamento, brutalidade e terror. Ele não buscava o acabamento polido da retratística tradicional, preferindo, em vez disso, capturar a sensação crua de estar vivo e vulnerável.
Para organizar essas emoções intensas, ele frequentemente utilizava um dispositivo estrutural específico. Ele empregava um sistema de enquadramento arquitetônico cúbico, conhecido como estrutura espacial. Essas construções geométricas agiam como gaiolas transparentes, aprisionando seus temas dentro de um espaço definido e, muitas vezes, claustrofóbico. Ao colocar figuras dentro dessas estruturas rígidas, ele era capaz de concentrar a imagem e forçar o espectador a confrontar o isolamento do sujeito. Esta técnica o ajudou a afastar-se da narrativa simples, focando, em vez disso, no impacto visceral da forma humana.
Ele também encontrou uma maneira de utilizar a iconografia religiosa tradicional sem o peso da fé. Ele utilizava o conceito da crucificação como uma armadura, um suporte estrutural sobre o qual poderia suspender sensações específicas de sofrimento. Isso permitia-lhe explorar a condição humana através de uma lente de angústia física e psicológica. Sua obra frequentemente dependia desses esqueletos estruturais para sustentar o peso de suas figuras distorcidas e contorcidas.
- Three Studies for Figures at the Base of a Crucifixion (1944)
- Study for a Portrait (1952)
Obras-Chave e Temas Centrais
A obra de Francis Bacon frequentemente parecia ser uma forma de processar a atmosfera densa e inquietante de meados do século XX. Em 1945, ele exibiu Three Studies for Figures at the Base of a Crucifixion, uma obra que ajudou a consolidar sua reputação. Ele não utilizava a crucificação por devoção religiosa, mas sim como uma armadura estrutural para suspender sensações de sofrimento. Bacon interessava-se por como a forma humana poderia ser distorcida para expressar a realidade crua da existência, recorrendo frequentemente aos estudos de movimento de Eadweard Muybridge para compreender como o corpo se move e se desintegra.
Sua fascinação pelo grito tornou-se uma parte recorrente de sua linguagem visual. Ele encontrou um tipo específico de terror no rosto gritante visto no filme Battleship Potemkin, de Sergei Eisenstein, e traduziu essa reação visceral para a tela. Esse tema atingiu seu ápice em sua série de obras conhecida como The Screaming Popes, criada entre 1949 e meados da década de 1950. Nessas pinturas, ele tomou a autoridade dignificada do Portrait of Pope Innocent X de Velázquez e a despojou de sua aura, transformando a figura papal em um espectro de terror histérico e pesadelo.
- Three Studies for Figures at the Base of a Crucifixion (1944)
- The Screaming Popes (1949–meados de 1950)




Para obras de arte ou reproduções com mais de 105 cm (aproximadamente 41 polegadas) em qualquer um dos lados, a moldura será enviada como um kit desmontado. Este método garante uma entrega segura e evita danos durante o transporte.



