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Self-portrait with stand

Dimensões
72.0 x 102.0 cm

Experience Hodler's striking 1879 self-portrait capturing Symbolist introspection; own this masterwork of Swiss art today.

Mestre do Simbolismo e Paralelismo, Hodler criou a monumental A Noite. Descubra reproduções feitas à mão de suas obras icônicas hoje.

Giclée / Impressão de Arte

Impressão giclée ou em tela de qualidade de museu, com produção rápida e opções flexíveis de acabamento. ( Comprar pintura feita à mão Alternar para Imagem Digital)

Corner sample of the P118B picture frame: poliestireno moldado, 5 cm wide and 3 cm thick
P118B €10
Corner sample of the P118H picture frame: poliestireno moldado, 5 cm wide and 3 cm thick
P118H €10
Corner sample of the P118W picture frame: poliestireno moldado, 5 cm wide and 3 cm thick
P118W €10
Corner sample of the P438Z picture frame: poliestireno moldado, 5.5 cm wide and 3.5 cm thick
P438Z €10
Corner sample of the P508JH picture frame: poliestireno moldado, 7 cm wide and 3.5 cm thick
P508JH €12
Corner sample of the P508YH picture frame: poliestireno moldado, 7 cm wide and 3.5 cm thick
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Corner sample of the P805H picture frame: poliestireno moldado, 5 cm wide and 3.5 cm thick
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Corner sample of the P805Z picture frame: poliestireno moldado, 5 cm wide and 3.5 cm thick
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Corner sample of the P919BZ picture frame: poliestireno moldado, 7 cm wide and 3.5 cm thick
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Corner sample of the P919G picture frame: poliestireno moldado, 7 cm wide and 3.5 cm thick
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Corner sample of the P919XJ picture frame: poliestireno moldado, 7 cm wide and 3.5 cm thick
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Corner sample of the P959ZH picture frame: poliestireno moldado, 5 cm wide and 3 cm thick
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Corner sample of the P968JZ picture frame: poliestireno moldado, 6 cm wide and 4 cm thick
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Corner sample of the W106C picture frame: madeira maciça, 5 cm wide and 3 cm thick
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Corner sample of the W218G picture frame: madeira maciça, 5 cm wide and 3 cm thick
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Corner sample of the W218JH picture frame: madeira maciça, 5 cm wide and 3 cm thick
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Corner sample of the W218Y picture frame: madeira maciça, 5 cm wide and 3 cm thick
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Corner sample of the W307PJ picture frame: madeira maciça, 6 cm wide and 3 cm thick
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Corner sample of the W316G picture frame: madeira maciça, 6 cm wide and 3 cm thick
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Corner sample of the W316PJ picture frame: madeira maciça, 6 cm wide and 3 cm thick
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Corner sample of the W398PJ picture frame: madeira maciça, 5 cm wide and 3 cm thick
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Corner sample of the W500HY picture frame: madeira maciça, 7 cm wide and 5 cm thick
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Corner sample of the W500JH picture frame: madeira maciça, 7 cm wide and 5 cm thick
W500JH €15
Corner sample of the W692G picture frame: madeira maciça, 8 cm wide and 4 cm thick
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Corner sample of the W849H picture frame: madeira maciça, 5 cm wide and 3 cm thick
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Corner sample of the W940BG picture frame: madeira maciça, 7.5 cm wide and 4.5 cm thick
W940BG €15
Corner sample of the W953PJ picture frame: madeira maciça, 6 cm wide and 3.5 cm thick
W953PJ €8

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Preço Total

€ 56

Self-portrait with stand

Giclée / Impressão de Arte

Tamanho da Reprodução

-

Preço Total

€ 56

Informações Rápidas

  • Title: Self-portrait with stand
  • Artistic style: Symbolism
  • Artist: Ferdinand Hodler

A Glimpse into Introspection: Hodler's Self-Portrait with Stand

To stand before Ferdinand Hodler’s Self-portrait with stand is to encounter a moment suspended between public presentation and private contemplation. This striking work, dating from 1879, captures the artist not merely as a likeness, but as a study in poised masculinity and burgeoning artistic self-awareness. The subject, impeccably dressed in a suit and tie, adopts a formal bearing, suggesting an occasion of importance or perhaps simply the necessary facade required by society. Yet, it is within this carefully constructed exterior that Hodler invites us to look deeper, past the polished surface toward the profound currents of the soul.

The Symbolist Gaze and Emotional Resonance

Hodler’s work is deeply rooted in the potent current of Symbolism, a movement fascinated by the unseen realities—the emotions, the myths, and the inner landscape of the human spirit. In this self-portrait, that symbolism manifests through the subject's gaze. He appears to be looking just off-camera, suggesting an engagement with something beyond the frame, perhaps the viewer’s own reflection or a memory only he possesses. The black and white quality of the photograph itself enhances this sense of timeless drama, emphasizing the stark interplay between light and shadow across his features and attire. It is a portrait that whispers rather than shouts, demanding quiet attention from the admirer.

Technique and Formal Mastery

The technical execution speaks to Hodler’s formidable skill, honed through years of dedication to painting. While the original medium lends itself to rich texture, the photograph highlights the masterful handling of tonal contrast—the deep shadows anchoring the figure against the backdrop, and the subtle gradations of light defining the planes of his face. The composition is classically balanced, yet imbued with a modern psychological tension. For those considering bringing this piece into your curated space, understanding this balance between formal structure and emotional depth is key; it functions beautifully as a sophisticated focal point.

Historical Context: A Portrait in Transition

Painted in 1879, this work sits at a fascinating juncture in art history. Hodler was navigating the transition from academic training toward the more emotionally charged language of Symbolism. His early life experiences—marked by profound loss—are often reflected in his art, lending an undercurrent of melancholy contemplation to even his most outwardly composed subjects. This self-portrait is therefore not just a record of appearance; it is a document of an artist solidifying his unique voice against the backdrop of late 19th-century artistic upheaval.

Bringing Artistry Home

Owning a reproduction of this piece allows one to connect intimately with Hodler’s journey. It offers more than mere decoration; it provides a sophisticated narrative anchor for any room, whether in a formal drawing-room or a thoughtfully designed study. The enduring power of Self-portrait with stand lies in its ability to prompt dialogue—not about the man depicted, but about introspection itself. It is an artwork that rewards prolonged viewing, inviting the collector and designer alike to pause, reflect, and absorb the quiet drama captured by the Swiss master.

Perguntas e Respostas

De que material é feita a obra "Self-portrait with stand" e em qual estilo?

Em "Self-portrait with stand", a técnica de Oil On Canvas encontra o movimento Symbolism.

Qual é a recomendação de impressão para "Self-portrait with stand" — qual tamanho e qual orientação?

Tamanho Large, orientação Portrait: esta é a configuração de impressão sugerida para "Self-portrait with stand", de Ferdinand Hodler.

"Self-portrait with stand", de Ferdinand Hodler, está em domínio público? E por quê?

O status de direitos autorais de "Self-portrait with stand" - em domínio público — seus direitos autorais expiraram - decorre do falecimento do artista em 1918.


Biografia do Artista

A Arquitetura da Mortalidade

Nascido em Berna, Suíça, em 1853, os primeiros anos de Ferdinand Hodler foram definidos por um luto silencioso e persistente. Antes de atingir a adolescência, a tuberculose que levou seu pai e dois irmãos mais jovens deixou um vazio em seu lar. Esse encontro precoce com a perda tornou-se um motivo recorrente em sua obra, uma sombra que o acompanharia desde os começos modestos de seu aprendizado até o auge de sua carreira profissional. Ele iniciou seu treinamento como pintor decorativo, auxiliando seu padrasto com trabalhos de sinalização comercial, uma educação prática que lhe instilou um comando preciso de linha e forma. Essa base no artesanato proporcionou o rigor técnico que mais tarde sustentaria suas investigações filosóficas mais complexas.

Sua mudança para Genebra, em 1871, marcou um afastamento das demandas comerciais de sua juventude. Na cidade, ele buscou um envolvimento mais profundo com a arte, frequentando palestras científicas e copiando obras de mestres no museu local. Foi ali que ele começou a se distanciar do realismo meticuloso de suas primeiras paisagens e retratos. Ele já não se contentava em apenas replicar o cenário dos Alpes Suíços ou a semelhança de um modelo; ele buscava capturar os ritmos subjacentes da existência. Essa transição do objetivo para o subjetivo acabaria por levá-lo a desenvolver uma linguagem visual inteiramente própria.

A Lógica do Paralelismo

A contribuição mais significativa de Hodler para a evolução da pintura moderna foi sua teoria do paralelismo. Esta não era meramente uma técnica de composição, mas uma forma de ver o mundo como uma série de padrões rítmicos e interconectados. Ele observava como as formas na natureza — a inclinação de uma montanha, a curva de um membro humano ou o reflexo na água — frequentemente se espelhavam em uma harmonia geométrica estruturada. Ao organizar figuras e elementos da paisagem nessas cadências repetitivas e rítmicas, ele tentava retratar a ordem estrutural que acreditava governar o mundo natural. Essa abordagem permitiu-lhe preencher a lacuna entre a realidade física de uma cena e o estado emocional do observador.

Sua obra frequentemente ocupava o espaço entre o Simbolismo e uma sensibilidade moderna mais estruturada. Em obras como A Noite, concluída em 1890, ele explorou temas de repouso e mortalidade através de figuras recumbentes, um assunto que desafiava os gostos predominantes da época. Sua habilidade de fundir a forma clássica com uma intensidade moderna, quase estrutural, é evidente em Verdade II (1897). Ele não dependia das pinceladas caóticas de seus contemporâneos; em vez disso, utilizava uma paleta deliberada e muitas vezes suave de ocres, marrons e verdes para criar uma sensação de permanência e peso. Suas telas não eram meras janelas para uma cena, mas ambientes organizados onde o espírito humano e a paisagem estavam unidos por uma geometria compartilhada.

Uma Vida em Paisagens

A paisagem suíça permaneceu uma presença constante em sua obra, particularmente a grandiosidade dos Alpes. Ele via essas montanhas não apenas como características topográficas, mas como entidades espirituais. Suas representações do Eiger, Mönch e Jungfrau, ou as vistas de Dents du Midi, refletem o desejo de traduzir a escala das montanhas para uma linguagem de ressonância emocional. Ele frequentemente utilizava um processo de camadas, aplicando lavagens finas de cor sobre um impasto mais espesso para alcançar uma luminosidade específica, particularmente em seus estudos tardios de luz sobre o Lago de Genebra. Essas obras demonstram um domínio da atmosfera, capturando a qualidade nebulosa e etérea da luz alpina sem sacrificar a integridade estrutural do terreno.

No momento de sua morte em Genebra, em 1918, Hodler já havia se estabelecido como uma figura central na história da arte suíça. Sua influência pode ser vista no desenvolvimento do Expressionismo, uma vez que sua ênfase na emoção subjetiva e na forma rítmica forneceu uma base para aqueles que buscavam ir além da representação tradicional. Ele permaneceu como um pintor de profunda profundidade psicológica, usando as ferramentas de seu ofício para confrontar as questões fundamentais da vida e da morte. Seu legado encontra-se na maneira como ele forçou o espectador a olhar além da superfície do mundo para encontrar os padrões silenciosos e repetitivos que o sustentam.

Ferdinand Hodler

Ferdinand Hodler

1853 - 1918 , Suíça

Dados Rápidos

  • Artistas Ou Movimentos Influenciados Por Este Artista: ['Expressionismo']
  • Artistas Que Influenciaram Este Artista:
    • Alexandre Calame
    • Dürer
    • Gustave Courbet
    • Hans Holbein
    • Titian
    • Poussin
    • Velázquez
    • Barthélemy Menn
  • Data De Morte: 1918
  • Data De Nascimento: 1853
  • Local De Nascimento: Berna, Suíça
  • Movimento Ou Estilo Artístico: Simbolismo, Paralelismo, Realismo
  • Nacionalidade: Suíço
  • Nome Completo: Ferdinand Hodler
  • Obras De Arte Notáveis:
    • A Noite
    • O Dia
    • Verdade II
    • Poesia
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