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O Grito

Uma obra-prima expressionista de Edvard Munch que captura o terror existencial e a angústia humana. Explore 'O Grito', um ícone da arte moderna e uma poderosa expressão emocional.

Explore a vida e obra de Edvard Munch, o mestre expressionista que capturou a angústia e a alma moderna em obras icônicas como 'O Grito'. Descubra um artista único!

Giclê / Impressão de Arte

Impressão giclée ou em tela de qualidade de museu, com produção rápida e opções flexíveis de acabamento.

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O Grito

Giclê / Impressão de Arte

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Dados Rápidos

  • artist: Edvard Munch
  • influences: Paul Gauguin, Vincent van Gogh, Henri de Toulouse-Lautrec, August Strindberg
  • dimensions: 91 x 73 cm
  • title: The Scream
  • movement: Expressionism
  • year: 1893
  • style: Symbolism, Expressionism

Teste de Arte

Cada pergunta possui apenas uma resposta correta.

Pergunta 1:
In what year did Edvard Munch create 'The Scream'?
Pergunta 2:
Which artistic movement is 'The Scream' most closely associated with?
Pergunta 3:
What is a prominent emotional theme conveyed in 'The Scream'?
Pergunta 4:
What medium did Munch primarily use to create this iconic work?
Pergunta 5:
The swirling lines and intense colors in 'The Scream' are used to express what?

Descrição da Obra

A Universal Icon of Modern Anxiety

Created in 1893 by Norwegian artist Edvard Munch, this artwork stands as one of the most recognizable and profoundly impactful images in art history. More than a depiction of a scene, it’s a visceral representation of the human condition – a raw expression of existential dread, anxiety, and alienation that continues to resonate with audiences today.

Expressionist Roots & Historical Context

Emerging from the burgeoning Expressionist movement, this piece rejects traditional representational art in favor of conveying inner emotional experience. Late 19th-century Europe was a period of rapid social change, industrialization, and growing philosophical uncertainty. Munch’s work captures this zeitgeist, reflecting a sense of unease and fragmentation that characterized modern life. The painting wasn't born from observing reality but from translating an intensely personal, internal state onto canvas.

Decoding the Composition & Technique

The composition is deliberately unsettling. A gaunt, androgynous figure dominates the foreground, clutching its head in a gesture of anguish, mouth agape in a silent scream. Swirling lines and distorted forms create a sense of chaos and instability. The perspective is flattened, drawing the viewer into the scene’s emotional vortex rather than offering a realistic spatial experience. Munch employed oil paints with broad, visible brushstrokes – often scraped and manipulated – creating a textured surface that amplifies the work's raw, visceral quality. The vibrant yet unsettling color palette—fiery oranges and reds contrasted with cool blues and greens—further intensifies the emotional impact.

Symbolism & Emotional Resonance

The central figure is not simply screaming *at* something; it’s overwhelmed by an internal scream – a profound sense of isolation and despair. The two figures in the background, walking away, symbolize indifference or perhaps the inability to connect with another's suffering. The turbulent sky, often interpreted as reflecting a volcanic sunset (though debated), mirrors the inner turmoil of the central figure. This artwork transcends personal experience; it taps into universal feelings of anxiety, loneliness, and the search for meaning in a chaotic world.

A Timeless Masterpiece for Your Space

This iconic image isn’t merely a historical artifact; it's a powerful statement piece that can add depth and emotional resonance to any interior. Whether displayed in a modern living room, a contemplative study, or a sophisticated gallery wall, this artwork invites introspection and sparks conversation. Owning a high-quality reproduction allows you to experience the enduring power of Munch’s vision and bring a touch of artistic brilliance into your home.

  • Artist: Edvard Munch
  • Birth Year: 1863
  • Death Year: 1944
  • Birth City: Adelsbruk
  • Birth Country: Sweden

Werner Hofmann suggests that the painting is a “strange devotional picture glorifying decadent love. The cult of the strong woman who reduces man to subjection gives the figure of woman monumental proportions, but it also makes a demon of her.” Sigrun Rafter, an art historian at the Oslo National Gallery, suggests that Munch intended to represent the woman in the life-making act of intercourse, with the sanctity and sensuality of the union captured by Munch.

  • Size: 91 x 73 cm
  • Date: 1893

Munch created two versions in paint and two in pastel, as well as a lithograph stone from which several prints survive. Both painted versions have been stolen from public museums, but since recovered.

The lithographic print of the composition is distinguished by a decorative border depicting sperms trailing long wriggling filaments which meander round three sides of the image and end in a foetus-like pendant.

Day identifies a “dichotomy” between the haunting image of a monstrous mother and of female subjectivity and self-sufficiency.

The 1895 pastel-on-board version of the painting was sold at Sotheby’s for a record US$120 million at auction on 2 May 2012. The previous record for the most expensive work of art sold at auction had been held by *Portrait of Dr. Gachet* by Vincent van Gogh, which went for US$82.5 million in 1990, or about $151 million 2012 dollars.

There have been reports that *The Card Players*, by Paul Cezanne sold privately for $250m in 2011.

Obras Relacionadas


Biografia do Artista

Uma Vida Imersa em Sombras: O Mundo de Edvard Munch

Edvard Munch, nascido em 1863 no cenário austero da Noruega, foi um artista cuja obra se tornou sinônimo das ansiedades e turbulências emocionais da era moderna. Sua vida, profundamente marcada pela perda e por uma melancolia persistente, serviu como a fonte primordial de sua arte expressiva. Desde uma infância assombrada pelas mortes prematuras de sua mãe e irmã – ambas vítimas da tuberculose – Munch desenvolveu uma obsessão inquietante pela mortalidade, doença e fragilidade da existência humana. Essas experiências não eram meros detalhes biográficos; tornaram-se o núcleo de sua visão artística, alimentando uma exploração implacável do interior, dos medos, da dor e da saudade. A crença religiosa estrita de seu pai e suas próprias lutas contra a doença mental contribuíram para um sentimento de pavor que permeou o mundo de Munch, moldando não apenas sua vida pessoal, mas também a linguagem simbólica de suas pinturas. Ele não se limitava a retratar cenas; externalizava um estado interno, traduzindo angústia psicológica em forma visual.

A Gênese da Expressão: Influências e Desenvolvimento Artístico

A jornada artística de Munch começou com treinamento formal na Escola Real de Arte e Design em Kristiania (Oslo), mas foi seu encontro com os círculos boêmios e a filosofia niilista de Hans Jæger que realmente incendiou sua criatividade. Jæger incentivou Munch a abandonar os estilos acadêmicos convencionais e, em vez disso, mergulhar nas profundezas de sua própria experiência subjetiva, um conceito que ele chamou de “pintura da alma”. Essa mudança crucial marcou o início do estilo distinto de Munch – caracterizado por emoção crua, formas distorcidas e rejeição da representação naturalista. Suas viagens a Paris na década de 1890 o expuseram ao movimento pós-impressionista em ascensão, onde absorveu influências de artistas como Paul Gauguin, Vincent van Gogh e Henri de Toulouse-Lautrec. O uso ousado da cor, as pinceladas expressivas e a intensidade psicológica desses mestres ressoaram profundamente com as inclinações artísticas de Munch. Ele não estava simplesmente imitando suas técnicas; estava sintetizando-as em algo exclusivamente seu – uma linguagem visual capaz de transmitir as emoções humanas mais profundas e perturbadoras. Seu tempo em Berlim também se mostrou crucial, aproximando-o do dramaturgo August Strindberg, cuja exploração de temas psicológicos alimentou ainda mais suas investigações artísticas.

Visões Icônicas: Principais Obras e seu Peso Simbólico

A obra de Munch é povoada por imagens que se tornaram profundamente arraigadas na consciência coletiva. O Grito, talvez sua obra mais icônica, transcende seu status de pintura para se tornar um símbolo universal da angústia existencial. A paisagem turbulenta e a face contorcida da figura incorporam um grito primal contra a indiferença do universo. Madonna, uma peça controversa e profundamente pessoal, explora temas de sexualidade, maternidade e mortalidade com uma franqueza inquietante. Motivos recorrentes como A Criança Doente – inspirada na perda de sua irmã Sophie – servem como lembretes pungentes do trauma da infância de Munch e do espectro sempre presente da morte. Melancolia I & II, representações poderosas de profunda tristeza e isolamento, revelam uma vulnerabilidade que é ao mesmo tempo profundamente pessoal e universalmente identificável. Essas obras não são meramente representações da realidade externa; são janelas para a alma do artista, oferecendo aos espectadores um vislumbre implacável dos cantos mais escuros da psique humana. Munch não tinha como objetivo criar imagens bonitas; ele buscou transmitir a verdade – mesmo que essa verdade fosse dolorosa e perturbadora.

Um Legado Duradouro: Significado Histórico e Influência Contínua

A contribuição de Edvard Munch para a arte moderna é imensurável. Ele se destaca como uma figura fundamental no desenvolvimento do Expressionismo, abrindo caminho para artistas que priorizaram a emoção subjetiva sobre a representação objetiva. Sua exploração implacável de experiências humanas universais – amor, perda, ansiedade e morte – continua a ressoar com o público hoje, solidificando seu lugar como uma das figuras mais influentes e duradouras da história da arte. Seu trabalho impactou profundamente as gerações subsequentes de artistas, influenciando movimentos como o Expressionismo Alemão e além. Ele ousou confrontar os aspectos mais sombrios da condição humana, desafiando noções convencionais de beleza e representação artística. Mesmo após alcançar fama e reconhecimento – culminando na criação do Museu Munch em Oslo – sua vida pessoal permaneceu turbulenta, marcada por períodos de instabilidade mental e isolamento. No entanto, apesar de tudo, ele continuou a criar, deixando para trás um corpo de trabalho que continua a provocar, desafiar e inspirar. O legado de Munch não se resume apenas às pinturas em si; trata-se da coragem de confrontar as complexidades da existência humana e traduzir essas experiências em arte que fala às partes mais profundas do nosso ser.

Edvard Munch

Edvard Munch

1863 - 1944 , Suécia

Informações Rápidas

  • Artistas Que O Influenciaram:
    • Paul Gauguin
    • Van Gogh
    • Toulouse-Lautrec
  • Artistas/Movimentos Influenciados: ['Expressionismo Alemão']
  • Data Da Morte: 23 de janeiro de 1944
  • Data De Nascimento: 12 de dezembro de 1863
  • Local De Nascimento: Ådalsbruk, Suécia
  • Movimento Artístico: Expressionismo
  • Nacionalidade: Norueguês
  • Nome Completo: Edvard Munch
  • Obras Notáveis:
    • O Grito
    • Madonna
    • A Criança Doente
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