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Self Portrait (verso)

Explore David Bomberg’s ‘Self Portrait (verso)’ – a raw, expressive 1937 painting showcasing intense emotion & bold impasto technique. A key Whitechapel Boy artwork.

David Bomberg (1890-1957): Dos primórdios cubistas às paisagens expressivas, explore a trajetória deste influente pintor britânico e integrante dos 'Whitechapel Boys'.

Giclée / Impressão de Arte

Impressão giclée ou em tela de qualidade de museu, com produção rápida e opções flexíveis de acabamento. (Encomendar reprodução pintada à mão Encomendar reprodução pintada à mãoComprar imagem em alta resolução Comprar imagem em alta resolução)

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Preço Total

$ 62

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Self Portrait (verso)

Giclée / Impressão de Arte

Dimensões da Reprodução

-

Preço Total

$ 62

Detalhes Rápidos

  • Artistic style: Expressionism, early Fauvism
  • Title: Self Portrait (verso)
  • Year: 1937
  • Subject or theme: Introspective male portrait
  • Notable elements or techniques: Impasto, thick brushstrokes, gestural lines
  • Medium: Oil paint on canvas
  • Influences: Paul Cézanne, Walter Sickert

Descrição do Item

A Window into the Soul: The Raw Intensity of David Bomberg

In the quiet, brooding depths of David Bomberg’s 1937 Self Portrait (verso), we encounter more than just a likeness; we meet a psyche laid bare. This evocative work serves as a profound testament to the power of Expressionism, capturing a moment of intense introspection that transcends the boundaries of time. The subject, a man with eyes that pierce through the canvas, possesses a gaze so heavy with melancholy and wisdom that it commands the viewer's immediate attention. There is no attempt at vanity here; instead, Bomberg presents a raw, psychological exploration, where the furrowed brow and shadowed features suggest a lifetime of complex emotion and unyielding thought.

The mastery of the piece lies in its visceral technique. Utilizing a heavy impasto method, Bomberg applies oil paint with such thickness that the canvas itself becomes a sculptural landscape. Each brushstroke is visible, gestural, and unapologetically bold, creating a textured surface that catches the light and adds a sense of physical immediacy to the portrait. The palette is a somber, sophisticated arrangement of warm ochres, deep umbers, and earthy browns, punctuated by sudden, dramatic flashes of dark reds and bruised purples in the shadows. This interplay of light and shadow—a technique reminiscent of the dramatic chiaroscuro found in classical masters but reimagined through a modern, fractured lens—creates a sense of depth and movement within an otherwise flattened, two-dimensional space.

The Legacy of the Whitechapel Boys

To understand the emotional weight of this portrait, one must look to the historical currents that shaped Bomberg’s hand. As a prominent member of the 'Whitechapel Boys', an influential group of East End artists, Bomberg was part of a movement that sought to redefine British modernism. His training under Walter Sickert and his exposure to the radical shifts of Cubism and Post-Impressionism are subtly woven into the fabric of this work. While the composition avoids the rigid geometry of his earlier avant-garde experiments, it retains that same structural energy, using loose, expressive lines to define form through suggestion rather than precise outlines.

For the discerning collector or interior designer, Self Portrait (verso) offers a sophisticated focal point that brings a sense of historical gravity and intellectual depth to any space. It is a piece that invites contemplation, making it an ideal addition to a gallery-style study, a contemporary living room, or a curated collection of early 20th-century modernism. The artwork does not merely decorate a wall; it anchors a room with its somber mood and commanding presence. Owning a high-quality reproduction of this masterpiece allows one to inhabit the same atmosphere of profound reflection that Bomberg captured in 1937, bringing the enduring spirit of British Expressionism into the modern home.


Biografia do Artista

Primeiros Anos e Formação Artística

  • Nascimento: Birmingham, Reino Unido (5 de dezembro de 1890)
  • Falecimento: Londres, Reino Unido (19 de agosto de 1957)
  • Um dos 'Whitechapel Boys' – um grupo de artistas do East End que emergiu no início do século XX.

Nascido de pais imigrantes polaco-judeus, Abraham e Rebecca Bomberg, estudou inicialmente na City and Guilds Technical Art School antes de se formar como litógrafo em Birmingham.

Estudou sob a tutela de Walter Sickert na Westminster School of Art (190los-1910), influenciado pelo foco de Sickert na forma e na vida urbana. Teve uma exposição significativa à obra de Paul Cézanne através da exposição de 1910 de Roger Fry, "Manet and the Post-Impressionists". Frequentou a Slade School of Art (1911), onde conquistou o Prêmio Tonks pelo seu desenho do colega de turma Isaac Rosenberg.

Os Anos de Vanguarda: Cubismo, Futurismo e Controvérsia

  • Na Slade, Bomberg integrou uma geração notável que incluía Mark Gertler, Stanley Spencer, C.R.W. Nevinson e Dora Carrington.
  • Influenciado pelas exposições de 1912 em Londres dos Futuristas Italianos e pela segunda exposição pós-impressionista de Fry (Picasso, Matisse, Fauvistas, Wyndham Lewis).
  • Desenvolveu um estilo distinto que combinava o Cubismo e o Futurismo – caracterizado por composições geométricas, paletas de cores limitadas, figuras angulares e estruturas em grelha.
  • A sua abordagem radical levou à sua expulsão da Slade School of Art em 1913, considerada demasiado audaciosa para os métodos convencionais da instituição.
  • Esteve brevemente associado aos Omega Workshops do Grupo Bloomsbury e expôs com o Camden Town Group. Demonstrou afinidade com o movimento Vorticista de Wyndham Lewis, mas manteve-se independente, recusando um envolvimento total.

Da Guerra à Paisagem: Uma Mudança de Estilo

As experiências como soldado raso durante a Primeira Guerra Mundial impactaram profundamente a sua visão artística, levando-o a afastar-se da abstração.

A década de 1920 viu Bomberg adotar um estilo mais figurativo, focando-se em retratos e paisagens extraídas diretamente da natureza. Desenvolveu uma técnica cada vez mais expressionista, marcada pelo impasto texturizado e pela intensidade emocional.

As extensas viagens pelo Médio Oriente (particularmente na Palestina) e pela Europa influenciaram significativamente a sua obra tardia. As suas representações de Jerusalém são particularmente notáveis.

Anos Tardios e Legado

  • De 1945 a 1953, lecionou no Borough Polytechnic (atualmente London South Bank University), influenciando uma geração de artistas, incluindo Frank Auerbach, Leon Kossoff, Philip Holmes, Cliff Holden, Edna Mann, Dorothy Mead, Gustav Metzger, Dennis Creffield, Cecil Bailey e Miles Richmond.
  • Casou-se com a pintora de paisagens Lilian Holt.
  • Apesar de períodos de relativo obscurantismo durante a sua vida, a obra de Bomberg ganhou um reconhecimento crescente nas últimas décadas como uma contribuição significativa para a arte moderna britânica.
  • A David Bomberg House na London South Bank University foi nomeada em sua honra.
  • O seu legado reside na síntese única dos movimentos de vanguarda europeus e no seu desenvolvimento posterior de um estilo de paisagem poderoso e expressivo, que capturou a essência do lugar e da experiência humana.
David Bomberg

David Bomberg

1890 - 1957 , Reino Unido

Informações Rápidas

  • Artistas Ou Movimentos Influenciados Por Este Artista:
    • Frank Auerbach
    • Leon Kossoff
  • Artistas Que Influenciaram Este Artista:
    • Paul Cézanne
    • Walter Sickert
    • Wyndham Lewis
  • Data De Falecimento: 19 de agosto de 1957
  • Data De Nascimento: 5 de dezembro de 1890
  • Local De Nascimento: Birmingham, Reino Unido
  • Movimento Ou Estilo Artístico:
    • Cubismo
    • Futurismo
    • Expressionismo
  • Nacionalidade: Britânico
  • Nome Completo: David Garshen Bomberg
  • Obras De Arte Notáveis:
    • Autorretrato (1937)
    • Kitty, a irmã do artista (1929)
    • Estudo para uma pintura
    • Jerusalém
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