Papel

Guia de Obras de Estudantes

Trees

Nome Turma Data

Tarsila Do Amaral, Trees (1971), Museu de Valores do Banco Central do Brasil. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Tarsila Do Amaral artsdot.com/pt/artists/tarsila-do-amaral_pt/
Datas do artista
1886 – 1973
Pintura a óleo
1971
Técnica
Etching Lines bitten into a metal plate with acid, which lets the artist draw as freely as with a pen.
Dimensões originais
16 x 13 cm
Movimento
Modernism The broad twentieth-century push to break with tradition and find forms that matched a changed world.
Período
Modern
Realizado em
Museu de Valores do Banco Central do Brasil artsdot.com/pt/museums/museu-de-valores-do-banco-central-do-brasil-brasilia_pt/
Artistic style
Modernism
Notable elements
Bird perched on tree, intricate branches
Subject or theme
Nature and trees

No contexto

Trees — Tarsila Do Amaral

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 16 × 13 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1880
  2. 1890
  3. 1900
  4. 1910
  5. 1920
  6. 1930
  7. 1940
  8. 1950
  9. 1960
  10. 1970

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 87 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 85. O artista viveu até aos 87. 22 das 31 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Tarsila Do Amaral (1886–1973) ▲ esta obra, 1971 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1925 Principais anos de atividade: 1925–1971 Obras tardias: a partir de 1971

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: artsdot.com/pt/art/similar/tarsila-do-amaral-trees-D4K8X9-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Celadon #94c6c2

    Paleta catalogada

    • #94C6C2
    • #F8F3DB
    • #596E62
    • #799B91

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Neutrals A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Celadon
    Intensidade
    Balanced O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Serene O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Balanced Harmony A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Brilliant O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Subtle Color Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Tarsila Do Amaral nos últimos doze meses — 6 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 51,9%1.400 visits
    2. 2 Espanha 22,2%600 visits
    3. 3 Brasil 7,4%200 visits
    4. 4 Reino Unido 7,4%200 visits
    5. 5 Portugal 7,4%200 visits
    6. 6 Estados Unidos da América 3,7%100 visits

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 17 obras mais visualizadas de Tarsila Do Amaral

    1. 1 Amor (Ilustração para, 1925 15,8%600 visits
    2. 2 Urutu Snake, 1928 10,5%400 visits
    3. 3 In praise of nature, 1971 7,9%300 visits
    4. 4 Landscape VII, 1971 7,9%300 visits
    5. 5 Monkey in the forest, 1971 7,9%300 visits
    6. 6 Port I, 1953 7,9%300 visits
    7. 7 Rio de Janeiro (Sugar Loaf), 1923 5,3%200 visits
    8. 8 São Paulo, 1924 5,3%200 visits
    9. 9 Study (Nude - Figure from the hips up), 1922 5,3%200 visits
    10. 10 Paisagem antropofágica, 1930 5,3%200 visits
    11. 11 Portal com gente 5,3%200 visits
    12. 12 Flor Gente (Ilustração para, 1925 5,3%200 visits
    13. 13 Self-portrait with orange dress, 1921 2,6%100 visits
    14. 14 Workers, 1938 2,6%100 visits
    15. 15 Pinheiros (Ilustração para, 1925 2,6%100 visits
    16. 16 Antropofagic landscape with ox, 1971 2,6%100 visits
    17. — Trees, 1971 esta obra 0,0%0 visits

    Juntas, estas obras representam 100,0% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 33 obras deste artista, das quais 16 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ainda não foi visualizada neste período — ela encerra a lista sem uma classificação. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    Tarsila Do Amaral

    Nascido em Cachoeira do Sul, Brasil

    Uma Visionária Brasileira: A Vida e a Arte de Tarsila do Amaral

    Tarsila do Amaral emergiu como uma figura central na vibrante tapeçaria da arte brasileira do início do século XX, uma pintora que ousou destilar a essência da identidade de sua nação na tela com cores audaciosas e um espírito inovador. Nascida em 1º de setembro de 1886, em Capivari, São Paulo, no seio de uma próspera família cafeeira, a criação de Tarsila proporcionou-lhe oportunidades incomuns para as mulheres de sua época. Esse privilégio permitiu que ela buscasse formação artística, inicialmente sob a orientação de Pedro Alexandrino Borges, antes de embarcar em uma jornada transformadora para Paris em 1920. Foi entre as paredes da Académie Julian e, posteriormente, da Académie Moderne que ela encontrou as correntes de vanguarda que estavam remodelando o mundo da arte – o Cubismo, o Futurismo e o Expressionismo – influências que moldariam profundamente sua trajetória artística. A mentoria de Fernand Léger, Albert Gleizes e André Lhote revelou-se particularmente impactante, incentivando-a a sintetizar o modernismo europeu com uma sensibilidade distintamente brasileira.

    Forjando uma Identidade Nacional Através da Arte

    Ao retornar ao Brasil no início da década de 1920, Tarsila tornou-se uma força central na definição de uma tradição modernista unicamente brasileira. Ela não estava simplesmente importando estilos europeus; buscava ativamente criar uma arte que falasse à alma de sua nação, refletindo suas paisagens, seu povo e suas complexidades culturais. Essa busca a levou a colaborar com um grupo de artistas e intelectes de pensamento afim – Anita Malfatti, Menotti Del Picchia, Mário de Andrade e Oswald de Andrade – coletivamente conhecidos como Grupo dos Cinco. Juntos, eles desafiaram as normas artísticas convencionais e lideraram um movimento que buscava libertar-se das amarras acadêmicas para abraçar uma nova linguagem visual. A contribuição de Tarsila foi particularmente significativa ao articular essa visão através de suas pinturas, que frequentemente retratavam cenas da vida brasileira com uma qualidade onírica e uma paleta vibrante.

    O Poder do Abaporu e o Movimento Antropofágico

    Talvez nenhuma obra individual encarne a filosofia artística de Tarsila de forma mais poderosa do que o Abaporu (1928). Esta pintura icônica, que retrata uma figura solitária com pés enormes sentada em meio a uma paisagem surreal, tornou-se o catalisador de um dos movimentos culturais mais influentes do Brasil: a Antropofagia. Inspirada pelo manifesto de mesmo nome de Oswald de Andrade, a Antropofagia propunha que os artistas brasileiros deveriam "devorar" as influências estrangeiras e transformá-las em algo unicamente seu. O Abaporu capturou visualmente esse conceito, representando uma rejeição à imitação colonial e um abraço à hibridez cultural. A imagética da pintura – os pés grandes enraizados na terra, a expressão enigmática – ressoou profundamente com uma nação que lidava com sua identidade após a independência. Não era meramente uma obra de arte; era uma declaraente de soberania artística. Além do Abaporu, obras como A Negra (1923) e Morro da Favela demonstraram seu engajamento com temas sociais, retratando comunidades marginalizadas e desafiando as normas sociais vigentes.

    Legado e Influência Duradoura

    Ao longo de sua longa e prolífica carreira, Tarsila do Amaral continuou a explorar as complexidades da identidade brasileira através de um corpo de trabalho diversificado. Suas pinturas são caracterizadas por cores ousadas, formas simplificadas e uma atmosfera onírica, muitas vezes misturando elementos do realismo com o surrealismo e a abstração. Ela não fugiu da experimentação, evoluindo constantemente seu estilo enquanto permanecia fiel à sua visão central. Sua influência estendeu-se para além do campo da pintura, inspirando gerações de artistas brasileiros e moldando o cenário cultural do país. Hoje, as obras de Tarsila do Amaral estão presentes em coleções prestigiadas ao redor do mundo, incluindo o Museu de Valores do Banco Central do Brasil e o Museu de Arte do Rio Grande do Sul. Sua arte continua a cativar o público com sua energia vibrante, imagética poética e profunda exploração do que significa ser brasileiro. Ela faleceu em 17 de janeiro de 1973, deixando um legado como uma das mais importantes artistas modernistas da América Latina – uma visionária que ousou pintar a alma de sua nação.

    Museu

    Museu de Valores do Banco Central do Brasil

    Em exibição em Brasília, Brasil

    Uma Sinfonia de Moedas e Telas

    No coração de Brasília, uma cidade esculpida por sonhos modernistas e precisão geométrica, encontra-se um santuário onde a lógica fria da economia encontra o pulso vibrante da criatividade humana. O

    Museu de Valores do Banco Central do Brasil

    é muito mais do que um repositório de relíquias fiscais; é uma narrativa profunda da alma de uma nação, contada através da evolução de seu meio de troca e das expressões artísticas que espelham seu progresso. Percorrer seus corredores é embarcar em uma jornada onde o peso dos barras de ouro e a delicada complexidade das cédulas servem como âncoras para uma história moldada tanto pela prosperidade quanto pela transformação. Para o amante da arte e para o colecionador, o museu oferece um vislumbre raro de como o valor não é meramente calculado, mas visualmente composto.

    A própria coleção é uma tapeçaria deslumbrante de maestria numismática e inovação estética. Os visitantes são recebidos por um vasto conjunto de cédulas e moedas brasileiras que abrangem séculos, onde cada peça atua como uma tela em miniatura, refletindo momentos cruciais do passado memorável do país. Esses fragmentos tangíveis da história são justapostos a espécimes internacionais, criando um diálogo global sobre como diferentes culturas visualizaram a riqueza e a estabilidade. A dedicação do museu aos metais preciosos adiciona uma camada de esplendor tátil; a visão de barras de ouro cintilantes e pepitas brutas ilumina o fascínio duradouro de materiais que há muito simbolizam poder e permanência. Este intercâmbio entre a natureza utilitária do dinheiro e a beleza intrínseca de seus componentes cria uma experiência imersiva que transcende os limites tradicionais de um museu.

    Ecos Geométricos e Legados Modernistas

    Além do brilho metálico, o museu celebra a profunda intersecção entre as finanças e as belas artes. Os salões são adornados com elementos decorativos de edifícios do Banco Central e medalhas comemorativas que transformam marcos históricos em triunfos escultóricos. Um destaque particularmente cativante para estudiosos do modernismo é a presença de obras de

    Waldemar Cordeiro

    . Como um titã do movimento da Arte Concreta, as composições geométricas de Cordeiro ressoam profundamente dentro do contexto arquitetônico do museu, preenchendo a lacuna entre as estruturas rígidas da política econômica e as explorações fluidas e vanguardistas de forma e tecnologia. Suas incursões iniciais na arte computacional servem como um lembrete pungente de como o museu olha para o futuro, tal como a própria cidade de Brasília.

    O cenário do museu é parte integrante de sua identidade artística. Inserida no plano urbano monumental concebido pelo lendário

    Oscar Niemeyer

    , a arquitetura incorpora um compromisso com a harmonia e a proporção. As linhas limpas e as curvas suaves da paisagem circundante reforçam a missão do museu: apresentar uma perspectiva equilibrada, onde a história econômica e a contemplação artística existem em perfeito equilíbrio. Estabelecida em 1966 para celebrar o bicentenário da independência do Brasil, a instituição evoluiu para ser pioneira na acessibilidade, utilizando tours virtuais para levar seus tesouros a um público global. Para designers de interiores que buscam inspiração na estrutura e para historiadores que rastreiam a linhagem da identidade brasileira, o Museu de Valores ergue-se como um monumento inigualável à relação duradoura entre valor, arte e o espírito humano.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Trees

    artsdot.com/pt/art/download/tarsila-do-amaral-trees-D4K8X9-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Amaral, Tarsila Do. Trees. 1971, Museu de Valores do Banco Central do Brasil. https://artsdot.com/pt/art/tarsila-do-amaral-trees-D4K8X9-en/
    APA
    Amaral, Tarsila Do (1971). Trees [Painting]. Museu de Valores do Banco Central do Brasil. https://artsdot.com/pt/art/tarsila-do-amaral-trees-D4K8X9-en/
    Chicago
    Tarsila Do Amaral. Trees. 1971. Museu de Valores do Banco Central do Brasil. https://artsdot.com/pt/art/tarsila-do-amaral-trees-D4K8X9-en/
    Harvard
    Amaral, Tarsila Do (1971) Trees. Museu de Valores do Banco Central do Brasil. Available at: https://artsdot.com/pt/art/tarsila-do-amaral-trees-D4K8X9-en/

    Observe de perto

    Trees — Tarsila Do Amaral

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: trees, nature, blue etching. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre São Paulo (1924), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Modernism: The broad twentieth-century push to break with tradition and find forms that matched a changed world. Onde você pode observar isso nesta obra?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    O que retrata "Trees" e qual é a sua atmosfera?

    "Trees", de Tarsila Do Amaral combina trees, nature, blue etching, bird, landscape, botanical com uma atmosfera Serene.

    As cores de "Trees", de Tarsila Do Amaral são saturadas ou suaves?

    "Trees", de Tarsila Do Amaral apresenta uma saturação de Subtle Color.

    Qual o tamanho e a orientação de impressão sugeridos para "Trees", de Tarsila Do Amaral?

    Tamanho Small, orientação Portrait: esta é a configuração de impressão sugerida para "Trees", de Tarsila Do Amaral.