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Guia de Obras de Estudantes

Apple Tree

Nome Turma Data

Suzuki Kiitsu, Apple Tree (1855), Aichi Prefectural Museum of Art. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Informações principais

Artista
Suzuki Kiitsu artsdot.com/pt/artists/suzuki-kiitsu/
Datas do artista
1796 – 1858
Pintura
1855
Dimensões originais
36 x 125 cm
Realizado em
Aichi Prefectural Museum of Art artsdot.com/pt/museums/aichi-prefectural-museum-of-art-nagoya_pt/

No contexto

Apple Tree — Suzuki Kiitsu

Dimensões

As dimensões originais são 36 × 125 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Ano de criação

  1. 1790
  2. 1800
  3. 1810
  4. 1820
  5. 1830
  6. 1840
  7. 1850

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 62 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 59. O artista viveu até aos 62. 7 das 9 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Suzuki Kiitsu (1796–1858) ▲ esta obra, 1855 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1832 Principais anos de atividade: 1832–1850 Obras tardias: a partir de 1850

Essas três faixas dividem as obras que este catálogo data em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a vida do artista traçada neles

Obras comparáveis

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: artsdot.com/pt/art/similar/suzuki-kiitsu-apple-tree-D4DMJE-en/

Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Driftwood #a2896c

    Paleta catalogada

    • #A2896C
    • #4B4E3C
    • #E5D5D0
    • #C3A681

    Estas cores dentro de toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Neutrals A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Driftwood
    Intensidade
    Vivid O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Serene O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Unified Palette A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Brilliant O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Balanced Soft Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • com menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Suzuki Kiitsu nos últimos doze meses — 3 países ao todo. De onde vêm estes números

    Os dez principais países

    1. 1 China 71,4%
    2. 2 Costa Rica 14,3%
    3. 3 Estados Unidos da América 14,3%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 7 obras mais visualizadas de Suzuki Kiitsu

    1. 1 Apple Tree, 1855 esta pintura 14,3%
    2. 2 Yoro Waterfall (one of a tryptych) 14,3%
    3. 3 Bush Clover 14,3%
    4. 4 Morning Glories, 1826 14,3%
    5. 5 芥子図 Poppies 14,3%
    6. 6 Waves at Matsushima, 1832 14,3%
    7. 7 Irises and Moth, 1850 14,3%

    Juntas, estas obras representam 100,0% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 18 obras deste artista, das quais 7 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 1 posição entre elas, com 14,3% dessa atenção. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    Suzuki Kiitsu

    Nascido em Tokyo, Japan

    Suzuki Kiitsu: A Master of Refined Beauty in the Rinpa School

    Suzuki Kiitsu (1796-1858) stands as a compelling figure within the Japanese art world, a painter whose legacy has undergone a remarkable resurgence in recent decades. Born in Tokyo during the late Edo period, his life’s work is inextricably linked to the Rinpa school of painting – a movement renowned for its emphasis on meticulous detail, illusionistic space, and a refined aesthetic rooted in Chinese landscape traditions. Initially considered a somewhat peripheral member of this influential group, Kiitsu's talent has been increasingly recognized, culminating in significant exhibitions in Tokyo, Hyogo, and Kyoto between 2016 and 2017, firmly establishing his place as a master of the Edo Rinpa style. His most celebrated achievements lie in his breathtaking folding screens – byōbu – which he often reimagined from the works of his predecessors, demonstrating both deep respect for tradition and a distinctive creative voice.

    The Foundations of a Painter: Training and Influences

    Kiitsu’s artistic journey began under the tutelage of Sakai Hoitsu (1761–1828), a pivotal figure in the Rinpa school and considered by many to be its most important successor. This formative period instilled within Kiitsu a profound understanding of Rinpa's core principles: the meticulous rendering of textures, the use of layered colors to create depth and luminosity, and an appreciation for the beauty of nature. However, unlike Hoitsu, who was known for his grand, sweeping landscapes, Kiitsu’s style leaned towards a more intimate and refined approach. He absorbed the techniques of other masters within the school, including Tawaraya Sōtatsu (c. 1570 – c. 1640), renowned for his dynamic compositions, and Ogata Kōrin (1658–1716), celebrated for his vibrant depictions of flowers and birds. Notably, Kiitsu’s training wasn't solely through formal instruction; he actively sought to learn from and emulate the works of these established artists, developing a distinctive style that blended their influences while retaining his own artistic identity. This dedication to studying and interpreting the work of others is a hallmark of the Rinpa school and profoundly shaped Kiitsu’s creative process.

    The Art of the *Byōbu*: Masterpieces of Illusion

    Kiitsu's true mastery lies in his creation of byōbu folding screens – elaborate, multi-panel artworks designed to be displayed in aristocratic interiors. These screens were not merely decorative objects; they represented a sophisticated form of art that combined painting, lacquerwork, and gold leaf. Kiitsu’s byōbu are particularly renowned for their illusionistic depth and the subtle interplay of color and texture. His “Morning Glories” (1801) and “Mountain Stream in Summer and Autumn” (circa 1832-1836) stand as prime examples, showcasing his ability to create a sense of three-dimensional space on a two-dimensional surface. The "Mountain Stream" pair, measuring an impressive 165.8 by 363.2 centimeters, depicts a serene landscape with flowing streams, cypress groves, lilies, and a cherry tree laden with autumn leaves. The screens are described as possessing “somehow strangely unreal” qualities, evoking a feeling of hyperrealism through the meticulous rendering of details and the masterful use of color. The rhythmic feel of the motifs and the brilliance of the blues and greens against the gold ground, particularly evident in works inspired by Ogata Kōrin’s Irises, further demonstrate Kiitsu's technical skill and his ability to capture the essence of nature with remarkable precision.

    A Legacy of Pupils and a Distinct School

    Despite not being formally recognized as Hoitsu’s direct successor, Suzuki Kiitsu exerted considerable influence on subsequent generations of Edo Rinpa artists. He acted as a mentor, training many young painters who went on to establish their own distinct styles within the school. This informal apprenticeship system led to the development of what is sometimes referred to as the “Kiitsu School of Edo Rinpa,” characterized by its refined aesthetic and meticulous attention to detail. Kiitsu’s emphasis on studying and reinterpreting the works of his predecessors, combined with his own creative vision, created a unique artistic lineage that continued long after his death in 1858. His work continues to be studied and admired for its technical brilliance, its evocative depiction of nature, and its enduring contribution to Japanese art history.

    Notable Works and Lasting Significance

    Among Kiitsu’s most celebrated works are the “Wind God and Thunder God” (紙本金地著色風神雷神図), a pair of silk sliding doors depicting the deities Raijin and Fujin, and his stunning “Morning Glories.” The "Wind God and Thunder God" stands out due to its innovative use of eight sliding doors, departing from the traditional two-screen format. These works are now housed in prestigious collections such as the Nezu Museum in Tokyo, where they are occasionally exhibited, offering visitors a rare opportunity to appreciate the artistry of this often-overlooked master. Suzuki Kiitsu’s legacy extends beyond his individual creations; he represents a pivotal moment in the evolution of the Rinpa school, demonstrating its capacity for innovation and artistic growth while upholding its core principles of beauty, precision, and reverence for nature.

    Museu

    Aichi Prefectural Museum of Art

    Em exibição em Nagoya, Japão

    Um Santuário de Modernidade: O Museu da Província de Aichi

    Aninhado na vibrante paisagem cultural de Nagoya, o Museu da Província de Aichi serve como muito mais do que um mero repositório de objetos preciosos; é um convite para contemplar a delicada intersecção entre beleza e inovação. Como um pilar da identidade de Nagoya, o museu oferece uma mistura harmoniosa entre a tradição japonesa e a visão contemporânea, atuando como um santuário onde o passado e o futuro coexistem em um diálogo contínuo e gracioso. A instituição foi estabelecida com uma missão profunda: fomentar um profundo apreço pela arte e sua influência transformadora na experiência humana. Para o colecionador exigente ou o amante da estética refinada, o museu proporciona uma jornada imersiva através de camadas de história, convidando os visitantes a perderem-se em obras que provocam o pensamento e inflam a imaginação.

    A experiência arquitetônica começa muito antes de se entrar nas galerias. Projetado pelo lendário Kisho Kurokawa, o edifício é uma aula magistral de "poesia do concreto", incorporando uma filosofia de simplicidade, elegância e honestidade estrutural. Através de seu uso inovador do concreto e de uma estética minimalista, Kurokawa criou um espaço que parece ao mesmo tempo terreno e etéreo. O design do museu utiliza amplas superfícies envidraçadas para permitir que a luz natural inunde os salões, criando um ambiente em constante mutação, onde o jogo entre sombra e brilho promove uma conexão profunda entre o espectador, a obra de arte e o mundo natural exterior. Esse senso de abertura é ainda mais realçado por sua localização dentro do complexo maior do Aichi Arts Center, tornando-o um centro holístico para a curiosidade intelectual e a energia criativa.

    Uma Tapeçaria de Visões Artísticas e Perspectivas Globais

    Caminhar pelos corredores do Museu da Província de Aichi é percorrer a própria evolução da arte japonesa. A coleção é uma tapeçaria deslumbrante de estilos, que variam das paisagens delicadas e etéreas do

    Nihonga

    às pinceladas ousadas e experimentais do

    Yōga

    . Os visitantes são frequentemente cativados pelo trabalho evocativo de Takeuchi Seiho, cujas obras capturam a essência quintessencial do naturalismo japonês com uma graça inigualável. Essa tradição encontra uma tensão fascinante nas obras de artistas como Ishii Hakutei, que fundiu habilmente influências ocidentais e sensibilidades modernistas ao cânone japonês. Tais obras-primas oferecem uma janela sobre como as técnicas tradicionais foram reimaginadas para refletir um mundo em mudança.

    Além de seus tesouros nacionais, o museu mantém uma perspectiva notavelmente global, curando diálogos entre movimentos artísticos orientais e ocidentais. Esse compromisso em unir diferentes reinos culturais é talvez visto de forma mais vívida em exposições imersivas recentes que cativaram públicos de todas as idades. Um exemplo notável inclui a deslumbrante apresentação de

    A Viagem de Chihiro

    , do Studio Ghibli, através de magníficas tapeçarias de Aubusson, um feito que demonstra a capacidade do museu de elevar narrativas da cultura pop contemporânea ao reino das belas artes. Para designers de interiores e entusiastas da arte têxtil, essas exposições destacam o impacto profundo que a textura, a escala e a narrativa podem exercer sobre um espaço.

    Um Legado de Inovação e Engajamento

    O que verdadeiramente distingue esta instituição é sua recusa em permanecer como um monumento estático ao passado. O Museu da Província de Aichi é uma entidade viva, caracterizada por uma dedicação inabalável ao engajamento artístico e à promoção de talentos emergentes. Por meio de exposições temporárias cuidadosamente curadas, o museu explora técnicas surrealistas e movimentos experimentais, apresentando artistas como Akemitsu e Nichiro Ishimura. Essas mostras rotativas garantem que o museu permaneça na vanguarda das tendências contemporâneas, oferecendo novas perspectivas que desafiam visões estabelecidas e inspiram novas gerações de criadores.

    Como parte de um ecossistema cultural maior, que inclui a profundidade histórica do Museu de Arte Tokugawa e a elegância europeia do Museu de Arte da Cidade de Nagoya, o Museu da Província de Aichi ergue-se como um pilar vital do patrimônio da região. É um lugar onde a história não é apenas preservada, mas ativamente reinterpretada. Seja atraído pelo brilho arquitetônico de Kurokawa, pela maestria delicada do

    Nihonga

    , ou pelo espírito audaz do modernismo, o museu oferece uma experiência inigualável para qualquer pessoa que busque compreender o poder profundo e duradouro das artes visuais.

    Saiba mais

    Disponível online

    QR code que direciona para a página de download de Apple Tree

    artsdot.com/pt/art/download/suzuki-kiitsu-apple-tree-D4DMJE-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Kiitsu, Suzuki. Apple Tree. 1855, Aichi Prefectural Museum of Art. https://artsdot.com/pt/art/suzuki-kiitsu-apple-tree-D4DMJE-en/
    APA
    Kiitsu, Suzuki (1855). Apple Tree [Painting]. Aichi Prefectural Museum of Art. https://artsdot.com/pt/art/suzuki-kiitsu-apple-tree-D4DMJE-en/
    Chicago
    Suzuki Kiitsu. Apple Tree. 1855. Aichi Prefectural Museum of Art. https://artsdot.com/pt/art/suzuki-kiitsu-apple-tree-D4DMJE-en/
    Harvard
    Kiitsu, Suzuki (1855) Apple Tree. Aichi Prefectural Museum of Art. Available at: https://artsdot.com/pt/art/suzuki-kiitsu-apple-tree-D4DMJE-en/

    Observe de perto

    Apple Tree — Suzuki Kiitsu

    Olhar de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre Untitled (D2X9TW) (1857), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. Suzuki Kiitsu tinha cerca de 59 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?
    5. O que o artista pode ter querido que você sentisse?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Quem é o artista por trás de "Apple Tree"?

    O artista por trás de "Apple Tree" é Suzuki Kiitsu. A obra está catalogada sob o nome de Suzuki Kiitsu.

    "Apple Tree" encontra-se no país de seu criador?

    Não – a obra de arte encontra-se no exterior. "Apple Tree" está guardada em Japão, enquanto Suzuki Kiitsu nasceu em Japan.

    Como é construída a composição cromática de "Apple Tree" de Suzuki Kiitsu?

    A composição cromática de "Apple Tree" de Suzuki Kiitsu combina um contraste Serene com uma harmonia Unified Palette.