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Dossiê do catálogo

Dossiê do catálogo: Self-Portrait

Encomende Self-Portrait como uma pintura a óleo feita à mão sobre linho

Nome Turma Data

Richard Bergh, Self-Portrait (1874), Nationalmuseum. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Richard Bergh artsdot.com/pt/artists/richard-bergh_pt/
Datas do artista
1858 – 1919
Pintura a óleo
1874
Dimensões originais
35.0 x 29.0cm
Realizado em
Nationalmuseum artsdot.com/pt/museums/nationalmuseum-estocolmo_pt/

No contexto

Self-Portrait — Richard Bergh

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 35 × 29 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1850
  2. 1860
  3. 1870
  4. 1880
  5. 1890
  6. 1900
  7. 1910

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 61 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 16. O artista viveu até aos 61. 0 das 29 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Richard Bergh (1858–1919) ▲ esta obra, 1874 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1884 Principais anos de atividade: 1884–1904 Obras tardias: a partir de 1904

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: artsdot.com/pt/art/similar/self-portrait-by-richard-bergh/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    White #f6f1e8

    Paleta catalogada

    • #F6F1E8
    • #312B27
    • #A2917A
    • #766452

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Earthy A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    White
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Statement O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Strong Color Unity A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Balanced O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Artista e museu

    Artista

    Richard Bergh

    Nascido em Estocolmo, Suécia

    A Vida e a Evolução Artística de Richard Bergh

    Nascido na cidade de Estocolmo, na Suécia, Richard Bergh foi um pintor, crítico de arte e gestor de museus de relevância singular. Sua formação formal teve início sob a tutela de Edvard Perséus, antes de ingressar na Real Academia de Belas Artes da Suécia entre 1878 e 1881. Em busca de novos horizontes e instrução mais profunda, viajou para Paris para estudar com Jean-Paul Laurens na Académie Colarossi, vindo a expor no prestigiado Salon em 1883. Enquanto muitos de seus contemporâneos abraçavam o Impressionismo, Bergh demonstrava preferência pelo Naturalismo de artistas como Jules Bastien-Lepage, rejeitando a prática de criar paisagens en plein aire.

    Bergh consolidou-se como uma figura central nos Opponenterna, um grupo de artistas suecos que protestava contra os métodos de ensino obsoletos da Academia. Este movimento foi o catalisador para a criação da Associação de Artistas, onde Bergh atuou como secretário. Em 1896, ele cunhou o termo stämningsmåleri, ou "pintura de atmosfera" (ou pintura de estado de espírito), descrevendo um estilo subjetivo que se distanciava do realismo. Seus anos tardios foram marcados por uma transição em direção ao Nacionalismo Romântico, uma inclinação fortalecida por sua estadia na Itália entre 1897 e 1898.

    Legado e Obras Notáveis

    Em 1904, Bergh estabeleceu-se em Storängen, no município de Nacka, em uma residência projetada pelo arquiteto Albin Brag. Apesar de sua aposentadoria na Villa Bergh, ele retornou ao serviço público em 1915, quando foi nomeado curador e diretor do Nationalmuseum. Durante este período, dedicou-se a projetos de modernização e escreveu diversos ensaios sobre arte e seu envolvimento com os Opponenterna.

    Sua produção artística abrange diversas obras significativas, tais como:

    Museu

    Nationalmuseum

    Em exibição em Estocolmo, Suécia

    A Chronicle of Swedish Identity: Unveiling the Nationalmuseum

    Nestled within Stockholm’s vibrant heart, on the serene Blasieholmen peninsula, lies the Nationalmuseum – a treasure trove not merely of artistic masterpieces, but of Sweden's very soul. More than just a museum, it stands as a living chronicle, meticulously documenting the nation’s cultural evolution from its medieval roots to the bold expressions of today. Founded in 1792 as Kungliga Museet – the Royal Museum – its story is inextricably linked to the journey of Sweden itself, reflecting shifts in patronage, artistic movements, and ultimately, a profound embrace of democratic access for all Swedes. Stepping through its grand doors is akin to embarking on an immersive exploration, a captivating dialogue between history, artistry, and the enduring spirit of a nation.

    The museum’s collection is nothing short of astonishing – a panoramic sweep across centuries of artistic voices. The painting galleries immediately transport you on a journey, beginning with the delicate devotional scenes of the Renaissance, where light seems to emanate from the canvases themselves, evoking a profound sense of faith and devotion. Then, as you ascend through the halls, you’re confronted with the masterful chiaroscuro of Rembrandt, his dramatic use of light and shadow revealing an unparalleled depth of emotion, followed by the emotionally charged landscapes of Goya, each brushstroke pulsating with raw feeling. Juxtaposed against these international luminaries are the treasures of Swedish national heritage – works that define a uniquely Scandinavian artistic identity. Beyond these European giants, the museum champions its own artists, presenting their contributions across diverse periods and movements: from the dramatic, often turbulent landscapes of Albert Rydberg, capturing the wild beauty of Sweden’s wilderness, to the poignant portraits of Carl Larsson, offering intimate glimpses into the lives of ordinary Swedes. The sculpture section is equally impressive, showcasing a remarkable range – from classical figures embodying ideals of strength and grace, to more experimental forms that reflect evolving artistic sensibilities, demonstrating Sweden's willingness to engage with both established traditions and innovative approaches.

    The Architectural Heartbeat

    But the Nationalmuseum’s significance extends far beyond its breathtaking collection. The building itself is a powerful statement – a magnificent testament to Northern Italian Renaissance architecture, conceived by the German architect Friedrich August Stüler. Inaugurated in 1866, it was designed with a deliberate restraint in façade design, concealing within its walls a remarkably spacious interior. This wasn’t simply a pragmatic decision; it was a profound reflection of the museum's origins as a royal repository, gradually transforming into a democratized public institution dedicated to all Swedes. The dramatic flight of stairs ascending towards the uppermost galleries is not merely a means of access – it’s a potent symbol, representing an ascent into the realm of artistic contemplation, inviting visitors to pause and absorb the beauty surrounding them. This architectural choice speaks volumes about the museum's evolution, from a space initially conceived for showcasing regal treasures acquired through patronage to one that embraces all Swedes as its audience.

    The construction was a monumental undertaking, involving skilled artisans and craftsmen from across Europe, each contributing their expertise to create this enduring landmark. The meticulous attention to detail is evident in every corner, from the soaring ceilings to the intricate carvings – a testament to the ambition of its architects and builders. It’s more than just a building; it's a symbol of Sweden’s cultural aspirations, a place where history comes alive and artistic expression continues to inspire.

    A Living Museum: Exhibitions and Engagement

    The Nationalmuseum isn’t merely a static display of masterpieces; it’s a dynamic cultural hub actively engaging with contemporary issues through thoughtfully curated exhibitions. Recent highlights have demonstrated the museum's commitment to fostering dialogue and inspiring reflection, such as “Hanna Hirsch Pauli – The Art of Being Free,” an exploration of artistic expression as a tool for confronting societal challenges. This exhibition powerfully illustrates how art can be used to challenge conventions and advocate for change. The museum consistently seeks to broaden access to art education, offering engaging programs for visitors of all ages—from family workshops that spark creativity in young minds to lectures and tours designed to deepen understanding for adults. Furthermore, ongoing initiatives aim to connect diverse communities with cultural heritage, ensuring that the Nationalmuseum remains a vital force in shaping Sweden’s cultural landscape. The commitment to accessibility is evident in its free admission on Thursdays and for visitors under 20 – a gesture reflecting a deep-seated belief in the importance of art for all.

    A Legacy Preserved, A Future Embraced

    Ultimately, the Nationalmuseum distinguishes itself through its unwavering commitment to preserving Sweden’s artistic heritage while simultaneously embracing innovation. The architectural grandeur serves as a tangible connection to history, inviting visitors to contemplate the enduring power of art and design – a space for contemplation, discovery, and inspiration. The museum's ongoing renovation project, completed in 2018, has not only modernized its facilities but also reaffirmed its commitment to serving future generations of art lovers. With its rich collection, stunning architecture, and dynamic programming, the Nationalmuseum stands as a beacon of Swedish culture – a place where history comes alive and artistic expression continues to inspire.

    Onde ler mais

    Estude-o na sua própria parede: Self-Portrait by Richard Bergh como uma pintura a óleo feita à mão sobre linho, feito à sua medida

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Self-Portrait

    artsdot.com/pt/art/download/self-portrait-by-richard-bergh/

    Como citar esta obra

    MLA
    Bergh, Richard. Self-Portrait. 1874, Nationalmuseum. https://artsdot.com/pt/art/self-portrait-by-richard-bergh/
    APA
    Bergh, Richard (1874). Self-Portrait [Painting]. Nationalmuseum. https://artsdot.com/pt/art/self-portrait-by-richard-bergh/
    Chicago
    Richard Bergh. Self-Portrait. 1874. Nationalmuseum. https://artsdot.com/pt/art/self-portrait-by-richard-bergh/
    Harvard
    Bergh, Richard (1874) Self-Portrait. Nationalmuseum. Available at: https://artsdot.com/pt/art/self-portrait-by-richard-bergh/

    Observe de perto

    Self-Portrait — Richard Bergh

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Quantos rostos você consegue encontrar? ____ (o nosso catálogo conta 1 — você concorda?)
    4. Relembre The artist Eva Bonnier (1889), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Richard Bergh tinha cerca de 16 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Qual é a cor predominante de "Self-Portrait", de Richard Bergh?

    A cor dominante de "Self-Portrait", de Richard Bergh é White (#f6f1e8).

    Quem criou "Self-Portrait"?

    "Self-Portrait" é atribuída a Richard Bergh.

    Como o contraste e a harmonia se combinam em "Self-Portrait"?

    A composição cromática de "Self-Portrait", de Richard Bergh combina um contraste Statement com uma harmonia Strong Color Unity.