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Guia de Obras de Estudantes

Untitled

Nome Turma Data

Pedro Calapez, Untitled (1986), Rede Portuguesa de Arte Contemporânea a Norte. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos.

Informações principais

Artista
Pedro Calapez artsdot.com/pt/artists/pedro-calapez/
Datas do artista
1953 – ?
Pintura
1986
Dimensões originais
200 x 160 cm
Realizado em
Rede Portuguesa de Arte Contemporânea a Norte artsdot.com/pt/museums/rede-portuguesa-de-arte-contemporanea-a-norte-porto_pt/

No contexto

Untitled — Pedro Calapez

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 200 × 160 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média. É demasiado grande para ser desenhada à escala nesta página.

Ano de criação

  1. 1950
  2. 1960
  3. 1970
  4. 1980

Sombreado: a trajetória de Pedro Calapez (1953–?) ▲ esta obra, 1986

Obras comparáveis

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Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Phthalo Green #282420

    Paleta catalogada

    • #282420
    • #403637
    • #8E867E
    • #4D4248
    Nome da cor principal
    Phthalo Green
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Serene O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Discordant Palette A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Deep_shadow O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Artista e museu

    Artista

    Pedro Calapez

    Nascido em Lisbon, Portugal

    Pedro Calapez: Exploring Layers of Memory and Texture

    Pedro Calapez, born in Lisbon, Portugal, in 1953, is a Portuguese painter whose artistic journey began amidst the vibrant cultural landscape of the seventies. Early exhibitions marked the genesis of his career, culminating in his inaugural solo show in 1982 – an event that established him as a significant voice within the burgeoning Portuguese art scene. Since then, Calapez has consistently pursued creative exploration, showcasing his work independently across prestigious galleries and museums including Casa de la Città in Rome, Carré des Arts in Paris, and the Gulbenkian Foundation in Lisbon, cementing his reputation for impactful visual narratives.

    Early Influences & Artistic Beginnings: Calapez’s formative years were steeped in European artistic traditions, particularly Surrealism and Expressionism. These influences subtly permeate his stylistic choices, evident in the emotive brushwork and dreamlike imagery characteristic of his oeuvre.

    Notable Exhibitions: His exhibitions have spanned decades, reflecting a dedication to presenting his work to discerning audiences worldwide. Highlights include ‘Histórias de Objetos’ (Stories of Objects), ‘Memória Involuntária’ (Unvoluntary Memory), and ‘Campo de Sombras’ (Field of Shadows), demonstrating a fascination with capturing fleeting moments and conveying profound psychological states.

    Technique & Style: Calapez's technique is defined by heavy impasto – applying paint thickly onto the canvas – creating textured surfaces that invite tactile engagement. His approach leans heavily into abstraction, prioritizing color palettes and gestural marks to communicate emotion rather than literal representation.

    Recognition & Awards: Calapez’s artistic endeavors have garnered considerable acclaim, securing him positions within influential institutions like the Gulbenkian Foundation and contributing to the advancement of contemporary art in Portugal.

    His work frequently delves into themes of memory and perception, utilizing objects as catalysts for exploring subconscious landscapes. Recurring motifs—often bathed in luminous hues—suggest a preoccupation with capturing intangible feelings and sensations. Calapez’s canvases are not merely visual representations; they are invitations to contemplate the complexities of human experience.

    Key Achievements & Artistic Legacy

    Calapez's contribution to Portuguese art extends beyond individual exhibitions. He has actively participated in shaping dialogues concerning artistic expression and its role in reflecting societal concerns. His exploration of abstract forms and emotive color combinations stands as a testament to the enduring power of visual language—a legacy that continues to inspire artists and resonate with viewers alike.

    Featured Artist: Casa de la Città, Roma

    Featured Artist: Carré des Arts, Paris

    Featured Artist: Gulbenkian Foundation, Lisbon

    Selected Works & Ongoing Exploration

    Calapez continues to refine his artistic vision, consistently pushing boundaries and experimenting with new mediums. His ongoing commitment to capturing the essence of human emotion—through textured surfaces and evocative color combinations—solidifies his position as a pivotal figure in contemporary Portuguese art.

    Museu

    Rede Portuguesa de Arte Contemporânea a Norte

    Em exibição em Porto, Portugal

    Rede Portuguesa de Arte Contemporânea a Norte: Uma Tapeçaria da Criatividade do Norte de Portugal

    A Rede Portuguesa de Arte Contemporânea a Norte (RPAC Norte) ergue-se como um farol de inovação artística, aninhado na vibrante paisagem cultural do Porto e do Norte de Portugal. Mais do que uma simples coleção de museus, trata-se de um projeto ambicioso desenhado para elevar a apreciação da arte contemporânea e promover a colaboração entre instituições — um testemunho do compromisso de Portugal em fomentar a curiosidade intelectual e a excelência estética.

    Uma Visão em Rede:

    Estabelecida em 200 Farol, a RPAC Norte reconheceu o potencial transformador de unir esforços artísticos díspares sob uma única bandeira. A sua missão central é fortalecer a posição do Norte de Portugal como um centro global para a arte contemporânea, garantindo a acessibilidade e despertando o diálogo tanto a nível local como internacional.

    Diversas Expressões Artísticas:

    Ao contrário dos museus tradicionais focados em narrativas singulares, a RPAC Norte defende uma multiplicidade de vozes e meios. Os visitantes embarcam numa exploração que abrange pintura, escultura, fotografia, videoarte e instalações — cada uma oferecendo uma perspetiva distinta sobre a evolução do panorama artístico. As exposições rotativas garantem descobertas frescas para os conhecedores experientes e inspiram igualmente os recém-chegados.

    Maravilhas Arquitetónicas: Edifícios que Respiram Arte

    O que distingue a RPAC Norte não é apenas a sua coleção, mas também o seu pedigree arquitetónico. Cada museu dentro da rede incorpora uma estética cuidadosamente ponderada, refletindo o rico património artístico de Portugal e abraçando os princípios do design moderno. Desde espaços históricos reabilitados — como o Museu Serralves, em Vila Nova de Gaia, que reimagina um complexo industrial numa oásis serena de arte e jardins — até estruturas surpreendentemente contemporâneas, como o Centro Internacional das Artes António Vieira, no Porto, estes edifícios servem como telas por si só.

    Integração Histórica:

    Museus como o Museu Júlio Xavier Aragão fundem habilmente a grandiosidade arquitetónica com o charme do histórico distrito da Ribeira, em Vila Nova de Gaia.

    Inovação Moderna:

    Inversamente, o Centro Internacional das Artes António Vieira desafia limites com o seu design inovador — uma afirmação audaz contra a arquitetura museológica convencional e uma celebração da visão artística.

    Celebrando o Legado Artístico: Artistas e Exposições

    Os curadores da RPAC Norte priorizam a exibição tanto de mestres consagrados como de talentos emergentes, fomentando um ambiente onde a criatividade floresce. As pinturas minimalistas de Gerardo Burmester de Almeida — caracterizadas pela sua quietude contemplativa e paletas de cores subtis — oferecem uma reflexão profunda sobre a forma artística e a profundidade conceptual. Ao seu lado, os versos poéticos e a imagética surrealista de Mário Cesariny de Vasconcelos capturam o espírito de Portugal sob o regime de Salazar, desafiando as normas sociais com uma brilhante audácia.

    Exposições Notáveis:

    A RPAC Norte acolhe regularmente exposições que mergulham em questões sociais prementes, exploram a experimentação artística e defendem diversas perspetivas culturais.

    Uma Abordagem Singular de Envolvimento Artístico

    Em última análise, o sucesso da RPAC Norte reside na sua abordagem holística — combinando uma arquitetura cativante, exposições estimulantes e um ecossistema de apoio aos artistas. É uma instituição que convida os visitantes não apenas a observar a arte, mas a interagir ativamente com ela, promovendo a curiosidade intelectual e nutrindo o apreço pela contribuição de Portugal para o diálogo artístico global.

    Descubra Mais

    Para informações detalhadas sobre a RPAC Norte e os seus museus membros, visite:

    https://artsandculture.google.com/partner/rede-portuguesa-de-arte-contemporanea-a-norte-rpac-norte

    Saiba mais

    Disponível online

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    artsdot.com/pt/art/download/pedro-calapez-untitled-D7TC4X-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Calapez, Pedro. Untitled. 1986, Rede Portuguesa de Arte Contemporânea a Norte. https://artsdot.com/pt/art/pedro-calapez-untitled-D7TC4X-en/
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    Calapez, Pedro (1986). Untitled [Painting]. Rede Portuguesa de Arte Contemporânea a Norte. https://artsdot.com/pt/art/pedro-calapez-untitled-D7TC4X-en/
    Chicago
    Pedro Calapez. Untitled. 1986. Rede Portuguesa de Arte Contemporânea a Norte. https://artsdot.com/pt/art/pedro-calapez-untitled-D7TC4X-en/
    Harvard
    Calapez, Pedro (1986) Untitled. Rede Portuguesa de Arte Contemporânea a Norte. Available at: https://artsdot.com/pt/art/pedro-calapez-untitled-D7TC4X-en/

    Observe de perto

    Untitled — Pedro Calapez

    Observe de perto

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    3. Relembre Untitled (1985), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. Pedro Calapez tinha cerca de 33 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?
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