Papel

Guia de Obras de Estudantes

Rossiniere-Kirchheim

Nome Turma Data

Mitchell Guy Johnson, Rossiniere-Kirchheim (2013), Kemper Museum of Contemporary Art. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Mitchell Guy Johnson artsdot.com/pt/artists/mitchell-guy-johnson/
Datas do artista
1981 –
Pintura a óleo
2013
Realizado em
Kemper Museum of Contemporary Art artsdot.com/pt/museums/kemper-museum-of-contemporary-art-kansas-city_pt/

No contexto

Rossiniere-Kirchheim — Mitchell Guy Johnson

Quando foi pintado?

  1. 1980
  2. 1990
  3. 2000
  4. 2010

Linha superior: os anos. Linha inferior: a idade do artista no início e no fim de cada período, contando 0 a partir do nascimento.

Pintado quando o artista tinha 32. 0 das 1 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

▲ esta obra, 2013 cada pintura datada, década por década

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Yellow Green #96b548

    Paleta catalogada

    • #96B548
    • #254A32
    • #A7CAC1
    • #4A9061

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Nature A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Yellow Green
    Intensidade
    Vivid O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Balanced O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Strong Color Unity A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Brilliant O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Clear Color Presence Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Artista e museu

    Artista

    Mitchell Guy Johnson

    Nascido em Townsville, Australia

    Mitchell Guy Johnson: A Life Beyond the Cricket Pitch

    Mitchell Guy Johnson (born 1981) is an Australian artist whose journey took a remarkable turn from celebrated cricketer to rising talent in the world of landscape painting. While widely recognized for his distinguished career on the cricket field, Johnson has passionately embraced art, developing a unique style that blends realism with abstract elements.

    Early Life and Cricket Career

    Born in Townsville, Australia, Mitchell Johnson initially gained prominence as a left-arm fast bowler. He represented Australia internationally from 2005 to 2015, becoming renowned as one of the most formidable bowlers of his generation. His cricket career was marked by significant achievements, including victories in the 2007 and 2015 Cricket World Cups, the 2006 and 2009 ICC Champions Trophy, and individual accolades such as the 2009 Sir Garfield Sobers Trophy (ICC Cricketer of the Year) and the 2014 ICC Test Player of the Year award. He retired from all forms of international cricket in November 2015.

    Artistic Development & Style

    Following his retirement from cricket, Johnson dedicated himself to pursuing his long-held passion for art. His artistic focus centers on landscape painting, where he explores the interplay of light and shadow to create evocative depictions of nature. Johnson’s style is characterized by a compelling fusion of realism and abstraction. He doesn't simply replicate landscapes; instead, he interprets them through a lens that emphasizes emotional resonance and atmospheric qualities. His work often features bold brushstrokes and a dynamic use of color, creating a sense of movement and energy within the compositions.

    Influences & Themes

    While Johnson’s artistic influences are still developing, his work demonstrates an appreciation for modern impressionism and contemporary landscape painters. His paintings frequently explore themes related to the Australian environment, capturing the unique beauty and vastness of the land. He is particularly drawn to scenes that evoke a sense of tranquility and contemplation.

    Major Achievements & Recognition (Art)

    Emerging as a notable artist with growing recognition within the art community.

    Exhibition of his artwork through platforms like AllPaintingsStore.com, increasing accessibility to collectors.

    Development of a distinctive artistic voice that sets him apart from other landscape painters.

    Historical Significance & Future Outlook

    Mitchell Guy Johnson’s story is unique – a successful athlete transitioning into the art world. This unconventional path has garnered attention and sparked interest in his work. While still an emerging artist, Johnson's dedication to his craft and his distinctive style suggest a promising future. His ability to bring a fresh perspective to landscape painting, informed by his experiences both on and off the field, positions him as an artist to watch. He represents a compelling example of creative reinvention and the power of pursuing one’s passions.

    Museu

    Kemper Museum of Contemporary Art

    Em exibição em Kansas City, Estados Unidos da América

    Um Santuário da Modernidade: A Experiência no Museu Kemper

    No coração de Kansas City, onde o pulso urbano encontra uma profunda quietude contemplativa, ergue-se o Kemper Museum of Contemporary Art. Desde que suas portas se abriram pela primeira vez em 1994, esta instituição tem servido como muito mais do que um mero repositório de objetos; é um testemunho vivo e pulsante do poder duradouro da criatividade humana. Fundado através da generosidade visionária de Bebe e R. Crosby Kemper Jr., o museu nasceu do desejo de proporcionar ao Missouri seu primeiro palco dedicado à vanguarda. Entrar em seu recinto é ingressar em um reino onde as fronteiras entre o observador e o observado começam a se dissolver, guiados por um compromisso inabalável com a acessibilidade que garante que a arte permaneça um presente democrático, oferecido livremente a todos os que a procuram.

    O receptáculo arquitetônico que abriga esses tesouros é tanto uma obra de arte quanto as telas que protege. Projetado pelo renomado Gunnar Birkerts, o edifício é uma aula magistral de modernismo orgânico, parecendo quase como se tivesse sido esculpido à mão em concreto, aço e vidro. A estrutura evita a rigidez fria frequentemente associada às instituições contemporâneas, optando, em vez disso, por formas fluidas que espelham a fluidez da arte em seu interior. Ao percorrer o museu, o átrio expansivo — banhado por um brilho celestial vindo de uma claraboia articulada — atua como um núcleo central luminoso, atraindo os visitantes para as alas de exposições permanentes e temporárias. Este jogo entre luz e precisão estrutural cria uma atmosfera de elegância etérea, tornando o próprio ato de caminhar pelas galerias uma jornada sensorial.

    Uma Tapeçaria de Obras-Primas Visionárias

    A alma do Kemper reside em sua notável coleção permanente, um diálogo curado entre os titãs do século XX e os provocadores dos dias atuais. O museu detém uma linhagem profunda de abstração e expressão, apresentando os gotejamentos rítmicos e energéticos de

    Jackson Pollock

    ao lado do poder visceral e gestual de

    Willem de Kooning

    . Os visitantes podem perder-se nos campos de cor etéreos de

    Helen Frankenthaler

    ou percorrer as paisagens meticulosas e evocativas de

    Andrew Wyeth

    . Esta coleção não apenas exibe a história; ela captura a evolução do pensamento, movendo-se das mudanças radicais que seguiram a Armory Show de 1913 até as complexas instalações multimídia que definem nossa era atual.

    Além da tela, o alcance do museu estende-se ao tátil e ao fotográfico. Os jardins de escultura e as galerias desafiam as percepções de forma através das obras de

    Louise Bourgeois

    ,

    Jim Dine

    , e

    Dale Chihuly

    , onde massa e espaço são constantemente renegociados. No reino fotográfico, as imagens íntimas e muitas vezes confrontadoras de

    Nan Goldin

    fornecem um contraponto pungente às abstrações mais grandiosas, documentando as texturas cruas da experiência humana. Para o designer de interiores ou o colecionador, estas obras representam o ápice da inspiração estética, oferecendo uma profundidade profunda de textura e narrativa que pode transformar qualquer espaço em um local de investigação intelectual.

    Um Marco Cultural de Conexão

    O que verdadeiramente distingue o Museu Kemper é sua capacidade de tecer a arte na trama da vida cotidiana. Isso talvez se realize de forma mais bela no

    Café Sebastienne

    , onde o ato de jantar torna-se uma extensão da experiência da galeria. Dentro deste santuário culinário, pode-se encontrar "A História da Arte", uma coleção deslumbrante de 110 pinturas de Frederick J. Brown, que celebra a herança artística afro-americana e adiciona uma camada de riqueza histórica à paisagem social do museu. Seja através das exposições especiais rotativas que trazem perspectivas globais para Kansas City ou dos momentos de quietude passados nos salões inundados de luz, o Kemper permanece como um pilar vital da cena artística americana — um lugar onde a história é honrada e o futuro da criatividade é perpetuamente reimaginado.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Rossiniere-Kirchheim

    artsdot.com/pt/art/download/mitchell-guy-johnson-rossiniere-kirchheim-D6FVR4-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Johnson, Mitchell Guy. Rossiniere-Kirchheim. 2013, Kemper Museum of Contemporary Art. https://artsdot.com/pt/art/mitchell-guy-johnson-rossiniere-kirchheim-D6FVR4-en/
    APA
    Johnson, Mitchell Guy (2013). Rossiniere-Kirchheim [Painting]. Kemper Museum of Contemporary Art. https://artsdot.com/pt/art/mitchell-guy-johnson-rossiniere-kirchheim-D6FVR4-en/
    Chicago
    Mitchell Guy Johnson. Rossiniere-Kirchheim. 2013. Kemper Museum of Contemporary Art. https://artsdot.com/pt/art/mitchell-guy-johnson-rossiniere-kirchheim-D6FVR4-en/
    Harvard
    Johnson, Mitchell Guy (2013) Rossiniere-Kirchheim. Kemper Museum of Contemporary Art. Available at: https://artsdot.com/pt/art/mitchell-guy-johnson-rossiniere-kirchheim-D6FVR4-en/

    Observe de perto

    Rossiniere-Kirchheim — Mitchell Guy Johnson

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Mitchell Guy Johnson tinha cerca de 32 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?
    4. O que o artista pode ter querido que você sentisse?
    5. Se você pudesse fazer uma pergunta ao artista sobre esta obra, qual seria?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Quão saturada é a paleta de "Rossiniere-Kirchheim"?

    As cores de "Rossiniere-Kirchheim", de Mitchell Guy Johnson possuem uma saturação Clear Color Presence. A saturação descreve o quão vívidas ou suaves são as cores.

    Em qual museu se encontra a obra original de "Rossiniere-Kirchheim"?

    "Rossiniere-Kirchheim", de Mitchell Guy Johnson está em exibição no Kemper Museum of Contemporary Art, Kansas City, Estados Unidos da América. A referência ao museu diz respeito à obra original, não a reproduções.

    Como posso visualizar "Rossiniere-Kirchheim", de Mitchell Guy Johnson em formato de apresentação de slides?

    O diaporama de "Rossiniere-Kirchheim" pode ser visualizado na página Apresentação de imagens da obra.