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Guia de Obras de Estudantes

No. 22

Nome Turma Data

Mark Rothko, No. 22 (1948). Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos.

Informações principais

Artista
Mark Rothko artsdot.com/pt/artists/mark-rothko_pt/
Datas do artista
1903 – 1970
Pintura
1948
Técnica
Acrílico sobre tela
Dimensões originais
98 x 100 cm
Movimento
Color Field Abstraction
Período
Modernismo
Ano
1948
Artista
Mark Rothko
EstiloArtístico
Campo de Cor
Título
No. 22

No contexto

No. 22 — Mark Rothko

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 98 × 100 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Ano de criação

  1. 1900
  2. 1910
  3. 1920
  4. 1930
  5. 1940
  6. 1950
  7. 1960
  8. 1970

Sombreado: a trajetória de Mark Rothko (1903–1970) ▲ esta obra, 1948

Obras comparáveis

  • Centro Branco, 1950 artsdot.com/pt/art/mark-rothko-centro-branco-8BWUHU-pt/
  • No.1 artsdot.com/pt/art/mark-rothko-no-1-8XYHLG-pt/
  • Sem título, 1968 artsdot.com/pt/art/mark-rothko-sem-titulo-d2dr7x-pt/

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: artsdot.com/pt/art/similar/mark-rothko-no-22-D38RNZ-pt/

Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Castanho Rosado #96999e

    Paleta catalogada

    • #96999E
    • #59795E
    • #B7B0AC
    • #8C7E75
    Paleta
    Tons neutros A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Castanho Rosado
    Intensidade
    Equilibrado O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Sereno O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Paleta de cores contrastantes A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Brilhante O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Sóbria Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Sobre esta obra

    No. 22 — Mark Rothko

    Notas sobre esta obra

    Escrito para este guia a partir de fontes publicadas. O registro do catálogo em si encontra-se na primeira parte deste guia.

    Dimensões
    98 x 100 cm
    ElementosNotáveis
    Camadas de cor, linhas
    Influências
    Rothko, Surrealismo
    Localização
    National Gallery of Art
    Meio
    Óleo sobre tela
    Movimento
    Expressionismo Abstrato
    Tema
    Contemplação

    A Janela para o Sublime: Explorando "No. 22" de Mark Rothko

    Mark Rothko’s “No. 22”, pintado em 1948, transcende a mera definição de obra de arte; é um convite à contemplação, uma poesia visual tecida em camadas de cores e texturas que acariciam a alma. Com dimensões generosas de 98 x 100 cm, esta peça se ergue como um momento crucial na transição do artista em direção ao seu estilo icônico de Campos de Cor – um estilo que definiria o Expressionismo Abstrato e influenciaria profundamente gerações de artistas. Antes de alcançar essa estética reconhecida mundialmente, Rothko lutou com a figuração e narrativas mitológicas, respondendo às ansiedades de um mundo marcado pela guerra. “No. 22” encapsula este período de transição, prenunciando preocupações anteriores enquanto simultaneamente impulsiona em direção à ressonância emocional que caracterizaria seu trabalho posterior. A tela não é uma superfície imaculada, mas sim um palimpsesto – um registro de exploração artística, testemunhando o processo deliberado e a visão em evolução de Rothko.

    Nascido Marcus Yakovlevich Rothkowitz na Letônia em 1903, Rothko carregava o peso da deslocamento cultural com ele quando sua família emigrou para os Estados Unidos. Essa experiência precoce, combinada com as inclinações intelectuais de seu pai e a exposição ao pensamento marxista, instilaram nele uma profunda sensibilidade à condição humana e um desejo de expressar verdades emocionais profundas através da arte. “No. 22” reflete essa sensibilidade. Embora aparentemente abstrato, o quadro não está desprovido de significado; em vez disso, transcende a representação literal para se conectar com sentimentos universais. A composição – uma delicada interação entre azuis, rosas, verdes, marrons e amarelos – não tem como objetivo representar uma cena, mas evocar um estado de espírito. As linhas gravadas no painel vermelho central são particularmente marcantes, adicionando uma qualidade gestual que sugere vulnerabilidade e força. Essas marcas não são acidentais; são intervenções deliberadas, cuidadosamente consideradas e re trabalhadas, indicando uma luta para articular algo profundamente sentido.

    A técnica de Rothko em “No. 22” é fundamental para compreender seu impacto emocional. Ele não simplesmente aplicou tinta à tela; construiu camadas de cor, permitindo que elas interagissem e respirassem. Essa sobreposição cria uma qualidade luminosa, convidando o espectador a se aprofundar nas profundezas da pintura. A textura áspera do próprio canvas se torna parte integrante da obra, adicionando uma dimensão tátil que intensifica sua presença. As bordas das formas coloridas são deliberadamente borradas, criando uma sensação de ambiguidade e convidando o olho a vagar pela superfície. Essa ausência de limites definidos não é um defeito, mas sim uma estratégia intencional – ela impede que a pintura se torne muito fixa ou literal, permitindo que permaneça aberta à interpretação. O efeito é semelhante ao de olhar através de um véu, vislumbrando algo profundo, porém inerentemente elusivo. A intenção do artista não era oferecer respostas, mas sim provocar perguntas e encorajar a introspecção.

    A Gênese de uma Linguagem Visual

    Nascido Marcus Yakovlevich Rothkowitz na Letônia em 1903, Rothko carregava o peso da deslocamento cultural com ele quando sua família emigrou para os Estados Unidos. Essa experiência precoce, combinada com as inclinações intelectuais de seu pai e a exposição ao pensamento marxista, instilaram nele uma profunda sensibilidade à condição humana e um desejo de expressar verdades emocionais profundas através da arte. “No. 22” reflete essa sensibilidade. Embora aparentemente abstrato, o quadro não está desprovido de significado; em vez disso, transcende a representação literal para se conectar com sentimentos universais. A composição – uma delicada interação entre azuis, rosas, verdes, marrons e amarelos – não tem como objetivo representar uma cena, mas evocar um estado de espírito. As linhas gravadas no painel vermelho central são particularmente marcantes, adicionando uma qualidade gestual que sugere vulnerabilidade e força. Essas marcas não são acidentais; são intervenções deliberadas, cuidadosamente consideradas e re trabalhadas, indicando uma luta para articular algo profundamente sentido.

    A Técnica como Transcendência

    Rothko’s technique in “No. 22” is crucial to understanding its emotional impact. He didn't simply apply paint to canvas; he built up layers of color, allowing them to interact and breathe. This layering creates a luminous quality, inviting the viewer into the depths of the painting. The rough texture of the canvas itself becomes an integral part of the work, adding a tactile dimension that enhances its presence. The edges of the colored forms are deliberately blurred, creating a sense of ambiguity and inviting the eye to wander across the surface. This lack of defined boundaries isn't a flaw but a deliberate strategy – it prevents the painting from becoming too fixed or literal, allowing it to remain open to interpretation. The effect is akin to looking through a veil, glimpsing something profound yet ultimately elusive. The artist’s intention wasn't to offer answers, but to provoke questions and encourage introspection.

    Um Legado de Ressonância Emocional

    No. 22” é um testemunho da crença de Rothko no poder da arte para comunicar em um nível profundamente emocional. Suas obras posteriores, particularmente aquelas abrigadas na Chapel of Rothko em Houston, Texas, solidificaram ainda mais esse compromisso. A própria capela reflete sua ética subjacente – um desejo de criar arte que transcenda o mundo material e fale diretamente à alma. Embora “No. 22” preceda a capela, ela compartilha sua filosofia central – um anseio por criar um espaço para a reflexão e a contemplação em um mundo cada vez mais caótico. Para colecionadores e designers de interiores, uma reprodução desta obra oferece mais do que apenas apelo estético; fornece um ponto focal para a reflexão, uma fonte de contemplação silenciosa em um mundo cada vez mais caótico. É uma peça que convida os espectadores a desacelerar, respirar fundo e se conectar com seu próprio cenário interior. É uma obra que busca provocar perguntas e encorajar a introspecção.

    Artista: Mark Rothko (1903-1970) Nascimento: Daugavpils, Letônia Biografia: Rothko, nascido Marcus Yakovlevich Rothkowitz na Letônia em 1903, carregava consigo desde o início um senso de deslocamento que moldaria profundamente sua jornada artística. Seus primeiros anos foram marcados pelas ansiedades de uma família judia vivendo no Pale de Settlement, sob a sombra de pogroms e agitações políticas. Essa atmosfera instilou nele uma profunda sensibilidade à condição humana, um tema que ressoaria em todo o seu trabalho. A imigração para Portland, Oregon, em 1913, representou não apenas uma mudança geográfica, mas também uma transformação cultural para o jovem Rothko. Embora seu pai, farmacêutico e intelectual com inclinações socialistas, criasse um lar cheio de debate e aprendizado, a perda de Jacob Rothkowitz logo após sua chegada lançou uma longa sombra. Essa experiência precoce de perda, combinada com os desafios da assimilação, alimentaram uma exploração contínua de temas existenciais – mortalidade, trauma e a busca por significado através da arte.

    Artista e museu

    Artista

    Mark Rothko

    Nascido em Daugavpils, Letónia

    Os Primeiros Anos e as Sementes da Visão Artística

    Mark Rothko, nascido Markus Yakovlevich Rothkowitz em Dvinsk, na atual Letônia, em 1903, carregava desde o início um senso de deslocamento que moldaria profundamente sua jornada artística. Sua juventude foi marcada pelas ansiedades de uma família judia vivendo no Pale of Settlement, sob a sombra de pogroms e agitação política. Essa atmosfera instilou nele uma profunda sensibilidade ao sofrimento humano, tema que ressoaria em toda a sua obra. A imigração para Portland, Oregon, em 1913 representou não apenas uma mudança geográfica, mas um choque cultural para o jovem Rothko. Embora seu pai, farmacêutico e intelectual com inclinações socialistas, tenha promovido um lar repleto de debates e aprendizado, a perda de Jacob Rothkowitz logo após a chegada lançou uma longa sombra. Essa experiência inicial de perda, combinada com os desafios da assimilação, alimentou ao longo da vida uma exploração dos temas existenciais – mortalidade, trauma e a busca por significado em um mundo caótico. Apesar de se destacar academicamente na Universidade Yale, Rothko sentiu-se atraído pela energia vibrante da cidade de Nova York, abandonando os estudos formais para perseguir sua paixão pela arte na Art Students League. Esses anos formativos lançaram as bases para uma visão artística que acabaria desafiando noções convencionais de pintura e redefinindo o poder emocional da cor.

    Das Origens Figurativas ao Expressionismo Abstrato

    As primeiras explorações artísticas de Rothko estavam firmemente enraizadas no realismo, retratando cenas urbanas e retratos com um olhar atento aos detalhes. No entanto, essas obras iniciais já prenunciavam a profundidade psicológica que se tornaria sua marca registrada. À medida que os anos 40 avançavam, e o mundo lidava com os horrores da Segunda Guerra Mundial, a arte de Rothko passou por uma transformação dramática. Influenciado pelo Surrealismo e pela mitologia, ele começou a se afastar da imagem representacional, buscando expressar emoções humanas universais através de formas simbólicas. Este período viu o surgimento de pinturas multifórmicas – telas povoadas por formas ambíguas e biomórficas que pareciam pairar entre a figuração e a abstração. Essas obras não eram meros experimentos formais; eram respostas profundas às ansiedades e incertezas de um mundo em guerra. No final dos anos 40, Rothko havia chegado ao seu estilo característico: telas de grande escala com blocos retangulares de cor que pareciam flutuar e ressoar uns com os outros. Ele removeu todos os vestígios de imagens reconhecíveis, concentrando-se no impacto emocional puro da cor e da forma. Isso marcou um momento crucial no desenvolvimento do Expressionismo Abstrato, estabelecendo Rothko como uma figura líder neste movimento inovador.

    O Campo de Cor e a Busca pela Transcendência

    A obra madura de Rothko é definida pelo que ficou conhecido como pintura “Campo de Cor” – vastas extensões de cor luminosa que envolvem o espectador em uma experiência imersiva. Essas pinturas não se tratam do que elas retratam, mas sim de como fazem você sentir. Rothko acreditava que a arte deveria envolver o espectador visceralmente, contornando a análise intelectual e falando diretamente às emoções. Ele aplicava meticulosamente finas camadas de tinta, criando sutis variações de tom e textura que pareciam emanar do interior da tela. As bordas de suas formas retangulares são frequentemente borradas, permitindo que se misturem e interajam umas com as outras, criando uma sensação de profundidade e movimento. Rothko evitava deliberadamente títulos além de números – “Nº 1”, “Nº 6” – incentivando os espectadores a confrontar as pinturas sem preconceitos e permitir que suas próprias respostas emocionais guiassem sua experiência. Ele buscou criar um espaço para a contemplação, um santuário onde os espectadores pudessem se conectar com algo maior do que eles mesmos. Sua ambição era nada menos do que evocar experiências espirituais profundas através da linguagem da cor.

    Principais Conquistas e Legado Duradouro

    Entre as maiores conquistas de Rothko estão “Nº 10 (1950)”, uma obra fundamental que exemplifica seu estilo em evolução, e os Murais Seagram (1958). Encomendados para o restaurante Four Seasons na cidade de Nova York, esses murais foram finalmente rejeitados por Rothko, que sentiu que seriam comprometidos pelo ambiente pretendido. Em vez disso, ele os doou à Tate Gallery em Londres, onde continuam a inspirar admiração e contemplação. Talvez seu projeto mais ambicioso tenha sido a Capela Rothko (1971) em Houston, Texas – um santuário não denominacional que abriga quatorze de suas pinturas. Projetada como um espaço para reflexão silenciosa, a capela é considerada um lugar sagrado por muitos, incorporando a crença de Rothko no poder espiritual da arte. A influência de Rothko nas gerações subsequentes de artistas tem sido imensa. Ele abriu caminho para a arte minimalista e continua a inspirar pintores contemporâneos que exploram as possibilidades emocionais da abstração. Apesar de lutar contra a depressão ao longo da vida, culminando em seu trágico suicídio em 1970, Mark Rothko permanece um dos artistas mais importantes e influentes do século XX – um mestre da cor cuja obra continua a ressoar com o público em todo o mundo.

    O Poder Duradouro da Ressonância Emocional

    As pinturas de Rothko são celebradas por sua capacidade de transmitir emoções humanas universais – tragédia, êxtase, desespero e esperança.

    Sua exploração da cor como um veículo para a expressão emocional revolucionou a pintura abstrata.

    A Capela Rothko é um testemunho de sua crença no poder espiritual da arte.

    Ele continua sendo uma figura fundamental do Expressionismo Abstrato e uma grande influência sobre artistas contemporâneos.

    O legado de Rothko se estende além do reino da história da arte. Sua obra nos convida a confrontar nossa própria mortalidade, a lidar com as complexidades da existência humana e a buscar significado em um mundo muitas vezes desprovido dele. Ele nos lembra que a arte não é apenas sobre estética; trata-se de conexão – conexão conosco mesmos, com os outros e com algo maior do que nós mesmos. O poder duradouro de suas pinturas reside em sua capacidade de evocar essas emoções profundas, oferecendo consolo, inspiração e um vislumbre das profundezas da alma humana. A arte como portal para o transcendental.

    Saiba mais

    Disponível online

    QR code que direciona para a página de download de No. 22

    artsdot.com/pt/art/download/mark-rothko-no-22-D38RNZ-pt/

    Como citar esta obra

    MLA
    Rothko, Mark. No. 22. 1948, https://artsdot.com/pt/art/mark-rothko-no-22-D38RNZ-pt/
    APA
    Rothko, Mark (1948). No. 22 [Painting]. https://artsdot.com/pt/art/mark-rothko-no-22-D38RNZ-pt/
    Chicago
    Mark Rothko. No. 22. 1948. https://artsdot.com/pt/art/mark-rothko-no-22-D38RNZ-pt/
    Harvard
    Rothko, Mark (1948) No. 22. Available at: https://artsdot.com/pt/art/mark-rothko-no-22-D38RNZ-pt/

    Observe de perto

    No. 22 — Mark Rothko

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: color, rothko, abstraction. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre Centro Branco (1950), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Mark Rothko tinha cerca de 45 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize os factos das partes anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Quiz de arte

    No. 22 — Mark Rothko

    O quanto você conhece esta obra de arte?

    Selecione uma resposta para cada uma das 5 perguntas abaixo. Cada uma possui exatamente uma resposta correta.

    1. 1. Qual o principal objetivo de Mark Rothko ao pintar ‘No. 22’?

      • A Representar uma cena específica da natureza.
      • B Evocar emoções e sensações através de cores e texturas.
      • C Criar um retrato realista de uma figura humana.
    2. 2. Qual a técnica predominante utilizada por Rothko na criação de ‘No. 22’?

      • A Pinceladas rápidas e expressivas com detalhes precisos.
      • B Camadas de tinta empilhadas para criar uma superfície luminosa e texturizada.
      • C Uso de técnicas de perspectiva para criar a ilusão de profundidade.
    3. 3. O que são as linhas gouchetas (gouged lines) presentes na obra ‘No. 22’?

      • A Detalhes decorativos adicionados à pintura.
      • B Intervenções deliberadas do artista para expressar emoção e vulnerabilidade.
      • C Erros de técnica que o artista decidiu manter.
    4. 4. Em qual período da sua carreira Rothko produziu ‘No. 22’?

      • A Nos seus primeiros trabalhos com figuras e mitologia.
      • B Durante a sua fase de experimentação com o estilo Color Field.
      • C Na fase final de sua carreira, focada em grandes painéis para o Chapel of Houston.
    5. 5. Qual o significado simbólico das cores utilizadas por Rothko em ‘No. 22’?

      • A Representam a alegria e o otimismo.
      • B Evocam sentimentos de melancolia, introspecção e transcendência.
      • C São apenas escolhas estéticas para criar uma composição visualmente agradável.

    Minha pontuação: ____ de 5

    Gabarito — para o professor

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