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Guia de Obras de Estudantes

Sobre a cidade

Nome Turma Data

Marc Chagall, Sobre a cidade (1918). Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Informações principais

Artista
Marc Chagall artsdot.com/pt/artists/marc-chagall_pt/
Datas do artista
1887 – 1985
Pintura
1918
Técnica
Óleo sobre tela
Dimensões originais
45 x 56 cm
Movimento
Surrealist Expressionism Dream logic painted with waking precision: impossible things shown as if they were ordinary.
Período
Modernismo
Artistic style
Estilo surrealista; Linhas onduladas;
Influences
Cubismo
Notable elements or techniques
Aplicação suave de tinta; Camadas sutis;
Subject or theme
Fantasia; Memórias da infância;

No contexto

Sobre a cidade — Marc Chagall

Dimensões

As dimensões originais são 45 × 56 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Ano de criação

  1. 1880
  2. 1890
  3. 1900
  4. 1910
  5. 1920
  6. 1930
  7. 1940
  8. 1950
  9. 1960
  10. 1970
  11. 1980

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 98 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 31. O artista viveu até aos 98. 128 das 878 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Marc Chagall (1887–1985) ▲ esta obra, 1918 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1930 Principais anos de atividade: 1930–1965 Obras tardias: a partir de 1965

Essas três faixas dividem as obras que este catálogo data em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a vida do artista traçada neles

Obras comparáveis

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: artsdot.com/pt/art/similar/marc-chagall-sobre-a-cidade-8XYGLA-pt/

Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Branco #efece8

    Paleta catalogada

    • #EFECE8
    • #2B353A
    • #7E7F7F
    • #C9BEB6

    Estas cores dentro de toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Tons neutros A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Branco
    Intensidade
    Monocromático O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Declaração O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Paleta Discordante A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Brilhante O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Suave Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • com menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Percentual dos visitantes que visualizaram esta pintura nos últimos doze meses — 25 países ao todo. De onde vêm estes números

    Os dez principais países

    1. 1 Países Baixos 10,2%
    2. 2 Espanha 8,5%
    3. 3 Finlândia 6,8%
    4. 4 Estados Unidos da América 6,8%
    5. 5 Austrália 5,1%
    6. 6 Brasil 5,1%
    7. 7 República Dominicana 5,1%
    8. 8 França 5,1%
    9. 9 Grécia 5,1%
    10. 10 Rússia 5,1%
    11. · 15 outros países 37,1%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Marc Chagall

    1. 1 Eu e a Vila, 1911 9,5%
    2. 2 O Aniversário, 1915 9,2%
    3. 3 Sobre a cidade, 1918 esta pintura 4,6%
    4. 4 O Violinista Verde, 1924 3,6%
    5. 5 The Concert, 1957 1,6%
    6. 6 Adam and Eve expelled from Paradise, 1961 1,3%
    7. 7 A Queda de Icaro, 1975 1,1%
    8. 8 Sonho de uma Noite de Verão, 1939 1,1%
    9. 9 Liberdade, 1952 0,9%
    10. 10 The Lovers, 1929 0,9%
    11. 11 The return of the prodigal son, 1975 0,8%
    12. 12 Abraham e os três Anjos, 1966 0,8%
    13. 13 O Judeu Orante (Rabino de Vitebsk), 1914 0,8%
    14. 14 Dans mon pays 0,8%
    15. 15 Red Roofs, 1954 0,7%
    16. 16 Os Noivos e a Torre Eiffel, 1913 0,7%
    17. 17 Easter, 1968 0,6%
    18. 18 The blue fiddler, 1947 0,6%
    19. 19 Estudo Composicional para ‘Para a Rússia, para os Asnos e Outros’, 1912 0,6%
    20. 20 Anjo Que Cai, 1947 0,5%

    Juntas, estas obras representam 40,7% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 906 obras deste artista, das quais 539 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 3 posição entre elas, com 4,6% dessa atenção. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Sobre a cidade — Marc Chagall

    Um Voo de Fantasia: Explorando a Paisagem Onírica de Chagall

    Pintada em 1918, esta obra cativante transporta os espectadores para um reino onde a realidade e a imaginação se entrelaçam. Apresentando duas figuras suspensas sobre uma cidade estilizada, a peça incorpora a mistura característica de Marc Chagall entre simbolismo pessoal, cor vibrante e uma atmosfera onírica – tornando-se um ponto focal irresistível para qualquer coleção artística ou espaço de interior.

    Inovação Estilística e Raízes Artísticas

    Esta obra está profundamente enraizada no movimento modernista, buscando especificamente elementos do Surrealismo, do Expressionismo e da própria visão artística única de Chagall. Ao rejeitar a representação estrita, o artista emprega uma perspectiva achatada e formas simplificadas para criar uma sensação de beleza sobrenatural. A influência de sua herança judaica bielorrussa e sua exposição precoce ao folclore são palpáveis, conferindo um charme encantador à cena. Embora ecos da fragmentação do Cubismo possam ser observados, eles são suavizados por linhas fluidas e uma sensibilidade lírica que é distintamente de Chagall.

    Técnica e Materialidade

    Executada em óleo sobre tela (medindo 45 x 56 cm), a pintura demonstra o domínio magistral de Chagall sobre a cor e a textura. A aplicação da tinta é relativamente suave, criando uma superfície luminosa que realça a qualidade de sonho da obra. A sobreposição sutil de tons adiciona profundidade sem sacrificar a planicidade geral característica de seu estilo. A paleta contida, porém eficaz – dominada por tons terrosos pontuados por acentos vibrantes – contribui para a ressonância emocional da obra.

    Contexto Histórico e Narrativa Pessoal

    Criada durante um período de grande agitação após a Revolução Russa, esta pintura pode ser interpretada como uma expressão de esperança e libertação em meio ao tumulto. A vida pessoal de Chagall na época — seu casamento recente com Bella Rosenfeld — provavelmente influenciou a representação de duas figuras unidas em pleno voo. A cidade abaixo pode representar as memórias de sua casa de infância em Vitebsk, um lugar que ele frequentemente revisitava em sua arte.

    Simbolismo e Ressonância Emocional

    O ato de voar é central para o simbolismo da obra, representando liberdade, transcendência e, talvez, um anseio por escapar das limitações terrenas. O homem carregando a mulher sugere proteção, apoio e uma conexão profunda entre duas almas. Este gesto íntimo, ambientado no cenário de uma cidade fantástica, evoca sentimentos de alegria, nostalgia e amor romântico. O tom emocional geral é de leveza e otimismo, convidando os espectadores a abraçarem seus próprios sonhos e aspirações.

    Uma Obra-Prima Atemporal para Interiores Modernos

    O apelo duradouro desta obra reside na sua capacidade de transportar o público para um mundo de imaginação e maravilha. Sua paleta de cores harmoniosa e imagens evocativas tornamla uma adição versátil a vários estilos de decoração, desde espaços de convivência contemporâneos até ambientes mais tradicionais. Uma reprodução de alta qualidade permite que entusiastas da arte e designers experimentem a magia da visão de Chagall, infundindo seus arredores com beleza e inspiração.

    Artista e museu

    Artista

    Marc Chagall

    Nascido em Liozna, Belarus

    A Life Painted in Dreams: The World of Marc Chagall

    Marc Chagall, born Moishe Shagal in 1887 in the small Belarussian town of Liozna near Vitebsk, wasn’t merely a painter; he was a poet of color, a weaver of dreams, and a chronicler of memory. His life, spanning nearly a century, mirrored the tumultuous currents of the 20th century, yet his art remained steadfastly rooted in a deeply personal vision—one infused with the folklore of his Hasidic Jewish upbringing and an unwavering belief in the power of imagination. Vitebsk itself was more than just a birthplace; it became the emotional core of his artistic universe, a recurring motif populated by flying figures, whimsical animals, and the vibrant hues of remembered landscapes. The town’s unique blend of cultures—Russian Orthodox churches alongside bustling Jewish marketplaces—forged an aesthetic sensibility that would defy easy categorization throughout his long career. Though he sought formal training first with a local sign painter and later in St. Petersburg under Léon Bakst, and then in Paris at the Académie de la Grande Chaumière, Chagall never fully embraced any single artistic movement. He absorbed elements of Cubism, Symbolism, and Fauvism, but always filtered them through his own intensely personal lens, creating a style that was uniquely, unmistakably Chagall.

    Early Influences and Artistic Beginnings

    Chagall’s formative years were marked by the traditions of Vitebsk’s Jewish community—a vibrant tapestry woven with religious rituals, folk tales, and ancestral memories. These influences profoundly shaped his artistic sensibility, informing his use of symbolism and his fascination with biblical narratives. His initial training encompassed practical skills honed in the craft of sign painting, followed by a more structured education at St. Petersburg Academy of Art under Léon Bakst, where he encountered the avant-garde spirit of Russian Symbolism. However, Chagall’s artistic path diverged from conventional academic pursuits. He prioritized experimentation and intuition over technical precision, rejecting rigid stylistic constraints in favor of expressive freedom. Paintings like I and the Village (1911) exemplify this approach—a deliberate departure from realistic representation that prioritizes emotional resonance and evocative imagery. The fragmented composition captures not just a landscape but also the artist’s subjective experience of place and time, foreshadowing his signature style.

    The Symbolist Vision: Color and Emotion

    Chagall's artistic language quickly developed into one characterized by bold color palettes and emotionally charged imagery. He eschewed naturalistic hues in favor of vibrant shades—deep blues, fiery reds, luminous yellows—that conveyed feeling rather than factual accuracy. Figures appear to float or dance across the canvas, defying gravity and logic, creating a dreamlike atmosphere that invites viewers into his inner world. This stylistic technique wasn’t merely decorative; it was integral to Chagall's artistic philosophy—a conviction that art should transcend mere imitation of reality and capture the essence of human experience. Recurring motifs—flying figures, musical instruments, animals—became emblems of Chagall’s worldview, reflecting his spiritual beliefs and his fascination with folklore. These symbols weren’t presented in a didactic manner but rather interwoven into complex compositions that demanded contemplation and interpretation.

    The Revolution and Vitebsk Revisited

    The Russian Revolution dramatically altered Chagall's life trajectory, returning him to Vitebsk—the town that had nurtured his artistic imagination since childhood. During this period, he actively participated in cultural initiatives aimed at revitalizing Jewish identity and fostering artistic creativity. He established an art school alongside Aleksandr Rodchenko, attracting young artists from across Russia who embraced the avant-garde spirit of the era. However, Chagall’s engagement with Soviet culture was fraught with tensions—a clash between his artistic vision and the ideological imperatives of the regime. Despite these challenges, he continued to produce groundbreaking works that explored themes of exile, faith, and human dignity.

    International Recognition and Artistic Legacy

    Chagall's reputation soared internationally after World War II, attracting commissions from prominent patrons and securing exhibitions in major museums around the globe. He relocated to Paris in 1940, where he remained until his death in 1985—a period marked by prolific artistic output and profound personal reflection. His monumental stained glass windows for the Hadassah Hebrew University Medical Center synagogue in Jerusalem stand as a testament to his enduring influence on Jewish culture and spirituality. Furthermore, his paintings like Over Vitebsk (1920-1922) and White Crucifixion (1938) continue to resonate with audiences worldwide—powerful expressions of emotion and imagination that transcend cultural boundaries. Chagall’s legacy extends beyond his artistic creations; it resides in the enduring power of his vision—a vision that celebrates love, memory, and the boundless possibilities of the human spirit. He left behind a body of work that is both deeply personal and universally accessible, inviting viewers to lose themselves in a world painted with dreams and illuminated by hope.

    Saiba mais

    Disponível online

    QR code que direciona para a página de download de Sobre a cidade

    artsdot.com/pt/art/download/marc-chagall-sobre-a-cidade-8XYGLA-pt/

    Como citar esta obra

    MLA
    Chagall, Marc. Sobre a cidade. 1918, https://artsdot.com/pt/art/marc-chagall-sobre-a-cidade-8XYGLA-pt/
    APA
    Chagall, Marc (1918). Sobre a cidade [Painting]. https://artsdot.com/pt/art/marc-chagall-sobre-a-cidade-8XYGLA-pt/
    Chicago
    Marc Chagall. Sobre a cidade. 1918. https://artsdot.com/pt/art/marc-chagall-sobre-a-cidade-8XYGLA-pt/
    Harvard
    Chagall, Marc (1918) Sobre a cidade. Available at: https://artsdot.com/pt/art/marc-chagall-sobre-a-cidade-8XYGLA-pt/

    Observe de perto

    Sobre a cidade — Marc Chagall

    Olhar de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Quantos rostos você consegue encontrar? ____ (o nosso catálogo conta 1 — você concorda?)
    4. O nosso catálogo classifica esta obra sob: floating figures, townscape dreamscape, symbolic flight. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    5. Relembre Eu e a Vila (1911), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Quiz de arte

    Sobre a cidade — Marc Chagall

    O quanto você conhece esta obra de arte?

    Selecione uma resposta para cada uma das 5 perguntas abaixo. Cada uma possui exatamente uma resposta correta.

    1. 1. ¿Em qué año fue pintada esta obra maestra surrealista?

      • A 1905
      • B 1918
      • C 1925
    2. 2. ¿Qué movimiento artístico influyó profundamente en el estilo de Chagall?

      • A Cubismo
      • B Impresionismo
      • C Surrealismo
    3. 3. ¿Cuál es una característica distintiva del uso del color en esta pintura?

      • A Una paleta monocromática suave
      • B Una combinación de tonos tierra brillantes y colores vivos
      • C Predominancia de blancos y negros
    4. 4. ¿Qué elemento autobiográfico puede estar presente en la representación de las figuras flotantes?

      • A La inspiración en obras clásicas griegas
      • B Una referencia a los sueños infancia y recuerdos personales
      • C El interés por temas religiosos
    5. 5. ¿Cómo se describe la perspectiva utilizada en esta pintura?

      • A Una perspectiva lineal tradicional
      • B Una perspectiva plana que elimina profundidad
      • C Una perspectiva compleja con múltiples puntos de fuga

    Minha pontuação: ____ de 5

    Gabarito — para o professor

    Isto inicia uma nova página impressa, de modo que ela pode simplesmente ser omitida das cópias.

    1C · 2C · 3B · 4B · 5B

    Confira qualquer resposta comparando com o registro do catálogo desta pintura

    Perguntas e Respostas

    "Sobre a cidade" de Marc Chagall é uma obra de arte clara ou escura?

    A luminosidade percebida de "Sobre a cidade" de Marc Chagall é brilhante. Ela pode ser harmonizada com a iluminação do espaço pretendido.

    Quem é o artista por trás de "Sobre a cidade"?

    "Sobre a cidade" é atribuída a Marc Chagall.

    Que tipo de obra de arte é "Sobre a cidade" de Marc Chagall?

    "Sobre a cidade" de Marc Chagall é classificado como Arte de Parede. A categoria descreve o tipo de obra de arte que a peça original representa.