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Dossiê do catálogo

Dossiê do catálogo: Landscape

Encomende Landscape como uma pintura a óleo feita à mão sobre linho

Nome Turma Data

Edvard Weie, Landscape (1918), Museu Nacional de Dinamarca. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Edvard Weie artsdot.com/pt/artists/edvard-weie_pt/
Datas do artista
1879 – 1943
Pintura a óleo
1918
Dimensões originais
20.6 x 24.0cm
Realizado em
Museu Nacional de Dinamarca artsdot.com/pt/museums/museu-nacional-de-dinamarca-copenhague_pt/

No contexto

Landscape — Edvard Weie

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 21 × 24 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1870
  2. 1880
  3. 1890
  4. 1900
  5. 1910
  6. 1920
  7. 1930
  8. 1940

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 64 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 39. O artista viveu até aos 64. 26 das 41 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Edvard Weie (1879–1943) ▲ esta obra, 1918 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1908 Principais anos de atividade: 1908–1922 Obras tardias: a partir de 1922

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

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Mais obras para acompanhar esta: artsdot.com/pt/art/similar/landscape-by-edvard-weie/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Sap Green #717149

    Paleta catalogada

    • #717149
    • #2F310D
    • #424317
    • #56593D

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Nome da cor principal
    Sap Green
    Intensidade
    Balanced O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Serene O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Unified Palette A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Deep_shadow O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Balanced Soft Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Artista e museu

    Artista

    Edvard Weie

    Nascido em Copenhague, Dinamarca

    Infância, Família e Formação

    Nascido em Copenhague, Dinamarca, em 18 de novembro de 1879, Edvard Weie enfrentou as adversidades de uma infância difícil. Seu pai partiu quando o menino ainda era muito jovem, deixando a família a lutar contra o peso da pobreza. Para ajudar no sustento do lar, o jovem Edvard assumiu o trabalho de entregador de jornais, percorrendo as ruas todas as manhãs para distribuir as edições antes do início das suas aulas. Esses primeiros anos de labuta foram seguidos pelo trabalho como pintor de casas, um ofício que manteve suas mãos ocupadas com as praticidades da cor e da superfície.

    Apesar desses fardos econômicos, uma ambição silenciosa pelas artes persistia. Edvard Weie buscou uma educação formal e viajou para Copenhague para tentar sua admissão na Real Academia de Belas Artes da Dinamarca. No entanto, a instituição não o aceitou, uma rejeição que poderia ter encerrado suas aspirações se as circunstâncias fossem diferentes. Em vez disso, ele encontrou um caminho distinto para sua vocação. Em 1905, ingressou na Kunstnernes Frie Studieskoler, onde estudou sob a orientação de Kristian Zahrtmann. Foi dentro desta escola que ele foi apresentado, pela primeira vez, às correntes mutáveis da arte moderna.

    Desenvolvimento Artístico e Estilo

    Os primeiros anos de sua vida criativa foram marcados por uma busca de significado dentro das estruturas tradicionais da arte. Ele iniciou sua carreira voltando-se para as histórias de outrora, concebendo obras que extraíam sua força de temas mitológicos ou literários. Essas explorações iniciais estavam profundamente enraizadas nas narrativas do passado, buscando capturar a essência da lenda através do pincel. No entanto, à medida que sua visão amadurecia, seu foco afastou-se desses temas narrativos em direção à realidade tangível do mundo ao seu redor. Ele encontrou um novo propósito na observação silenciosa da vida cotidiana, voltando seu olhar para as movimentadas cenas de rua e as visões rítmicas do porto de Copenhague.

    Esta transição do literário para o observacional foi acompanhada por uma evolução profunda em seu manejo da forma e da cor. Com o passar dos anos, suas composições passaram por uma transformação constante, despojando-se de detalhes literais em favor de uma expressão mais destilada. Suas obras tornaram-se cada vez mais abstratas, afastando-se das formas reconhecíveis da cidade e do mar em direção a uma linguagem mais essencializada de luz e pigmento. Essa busca pela abstração não foi uma ruptura súbita, mas um descarte gradual do desnecessário. Seu compromisso com essa visão em constante evolução foi reconhecido em 1925, quando foi condecorado com a Medalha Eckersberg.

    The Artist's Mother

    Mindet

    Christiansø

    A Forest Road

    Viagens e Círculos Artísticos

    O caminho de seu desenvolvimento foi moldado pelas companhias que frequentou e pelas paisagens que o convocavam. Em 1907, ele viajou para a Itália ao lado de seu mestre, Kristian Zahrtmann. Esta excursão ofereceu um vislumbre de uma luz diferente, embora a parceria tenha terminado em um desentendimento. Ao retornar à Dinamarca, seu foco voltou-se para o isolamento rústico da ilha de Christiansø. Durante quase uma década, de 1911 a 1920, ele passou parte de cada ano naquele lugar, encontrando um ritmo na atmosfera singular da ilha.

    Foi durante esses anos em Christiansø que ele encontrou o pintor sueco Karl Isakson. Os dois homens compartilharam o espaço da ilha, e suas presenças marcaram um capítulo significativo na vida de Edvard Weie. Quando Isakson faleceu no início de 1922, a perda deixou um vazio que Edvard Weie preencheu com um estudo intenso. Ele voltou sua atenção para a maneira como Isakson havia utilizado a cor, absorvendo essas lições e tecendo-as na própria essência de seu estilo em constante evolução.

    Anos Finais e Morte

    Em seus anos finais, Weie afastou-se ainda mais dos círculos estabelecidos do mundo da arte. Ele nunca buscou alinhar-se a qualquer movimento artístico específico, optando, em vez disso, por seguir sua própria bússola interna. Essa independência frequentemente o colocava em desacordo com seus contemporâneos, uma vez que era conhecido por contribuir com textos agudos e críticos para jornais e revistas. Ele sentia uma profunda sensação de crise dentro da arte contemporânea dinamarquesa, acreditando que esta havia perdido seus valores humanos essenciais. Essa convicção parecia impulsioná-lo em direção a uma existência mais solitária.

    À medida que envelhecia, passava a expor suas obras com menos frequência. Seu foco deslocou-se da tela para a palavra escrita, dedicando grande parte de seu tempo restante à composição de um livro. Esta obra, intitulada Poesi og Kultur, tinha o propósito de sintetizar suas opiniões profundamente arraigadas sobre a arte e a sociedade. O volume foi finalmente publicado em 1951, vários anos após o seu falecimento, graças aos esforços de sua viúva.

    A vida do artista chegou ao fim em 1943, em Frederiksberg. Após sua morte, ele foi sepultado no Vestre Kirkegard, em Copenhague. Deixou para trás um corpo de obras que se tornara cada vez mais abstrato, refletindo uma vida inteira de intensa autocrítica e uma busca incessante pela expressão pessoal.

    Museu

    Museu Nacional de Dinamarca

    Em exibição em Copenhague, Dinamarca

    A Heartbeat of Danish Art: The National Gallery of Denmark

    Immerse yourself in a world where centuries converge—the Statens Museum for Kunst (SMK), Copenhagen’s national gallery, isn't merely a collection of artworks; it’s the very pulse of Danish artistic identity. Nestled within the heart of the city, this magnificent institution unfolds as a captivating narrative spanning seven hundred years, from the echoes of Viking settlements to the vibrant expressions of contemporary artists. The SMK invites you on an extraordinary journey, revealing not just masterpieces but also the soul of a nation meticulously preserved and celebrated.

    The building itself is a testament to architectural grandeur—a Neo-Classical masterpiece designed by Christian Lassen in 1894. Its imposing façade, with soaring columns and intricate detailing, immediately establishes a sense of importance, reflecting the museum’s role as custodian of Denmark's artistic heritage. Stepping inside is like entering a grand civic space, thoughtfully conceived to house and showcase the nation’s creative spirit. The careful integration of natural light throughout the galleries further enhances the experience, bathing the artworks in an ethereal glow that seems to breathe life into each piece.

    The Golden Age Gleams: A Legacy of Royal Patronage

    At the heart of the SMK's allure lies its unparalleled collection from Denmark’s “Golden Age” – roughly between the 16th and 18th centuries. This period witnessed an unprecedented flourishing of artistic creativity, fueled by the generous patronage of the Danish monarchy and a burgeoning sense of national pride. Artists like Hans Holbein the Younger, Lucas Cranach the Elder, and Peter Paul Rubens left indelible marks on this era, their works now proudly displayed within the museum’s walls. These paintings aren't simply beautiful; they embody the spirit of a nation forging its identity through art.

    The SMK boasts an extraordinary concentration of masterpieces from this period, including portraits that capture the personalities of Danish royalty and landscapes that evoke the beauty of the Danish countryside. The meticulous detail and vibrant colors characteristic of the Golden Age are particularly evident in works by artists like Jodtrup and Schwartz, offering a glimpse into the refined tastes and cultural values of the time. The collection serves as a powerful reminder of how art can reflect and shape a nation’s identity.

    Beyond the Masters: A Journey Through Artistic Movements

    While the SMK's collection of Old Masters is undeniably impressive, it extends far beyond this era, encompassing a remarkable breadth of artistic styles and movements. From the Romanticism and Symbolism that swept across Europe in the 19th century to the Expressionism and Modernism that defined the 20th, the museum’s holdings offer a comprehensive overview of Danish art history. You'll find significant works by Edvard Munch, whose haunting landscapes capture the anxieties of modern life; Vilhelm Hammershøi, known for his serene interiors imbued with a sense of quiet contemplation; and a remarkable selection of Danish contemporary artists pushing the boundaries of artistic expression today.

    The museum’s curators have skillfully arranged these diverse works to create a compelling narrative arc, tracing the evolution of Danish art over time. Each gallery offers a new perspective, inviting visitors to engage with familiar masterpieces in fresh ways and discover hidden connections between different artistic styles.

    The Woman in Red-Striped Dress: A Study in Cézanne’s Vision

    Within the SMK's galleries resides Paul Cézanne’s “Woman in Red-Striped Dress” (1896-97), a painting that immediately captivates with its deceptively simple composition and profound emotional resonance. This intimate portrait, rendered in oil on canvas, depicts a woman seated in an armchair, her gaze directed towards the viewer with an enigmatic intensity. Cézanne’s masterful use of color—the vibrant red stripes of her dress contrasting against the muted tones of the background—creates a dynamic visual tension that draws the eye and invites contemplation.

    What makes this particular painting so compelling is not merely its aesthetic beauty but also the way it embodies Cézanne's core artistic principles: an emphasis on structure, color, and the fleeting effects of light. The loose brushstrokes, a hallmark of his innovative approach, capture the essence of observation, distilling the artist’s perception of reality into a powerfully evocative image. It is a testament to Cézanne’s ability to transform the ordinary into something extraordinary.

    A Living Space for Art: Architecture and Community Engagement

    The SMK isn't simply a building filled with art; it’s designed to enhance the viewing experience. The museum’s layout encourages visitors to move through the collection at their own pace, allowing them to fully immerse themselves in the works on display. Comfortable seating areas are strategically placed throughout the galleries, providing opportunities for reflection and contemplation. The integration of modern amenities—informative displays, a dedicated children's area, and Magnolia café – creates a welcoming and accessible environment for visitors of all ages.

    Beyond its collection and architecture, the SMK is deeply committed to engaging with its local community through educational programs, workshops, and public lectures. Regular events—ranging from classical music concerts to contemporary dance performances—further enrich the cultural landscape of Copenhagen. The museum’s online presence extends this reach, offering virtual tours and access to a vast digital archive, ensuring that art lovers around the world can experience the SMK's treasures.

    Ultimately, the Statens Museum for Kunst is more than just a museum; it’s a national treasure—a vibrant testament to Denmark’s artistic legacy and a beacon of creativity for generations to come. A visit here is an opportunity to connect with the heart and soul of Denmark, embarking on a journey through time, beauty, and profound human expression.

    Onde ler mais

    Estude-o na sua própria parede: Landscape by Edvard Weie como uma pintura a óleo feita à mão sobre linho, feito à sua medida

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Landscape

    artsdot.com/pt/art/download/landscape-by-edvard-weie/

    Como citar esta obra

    MLA
    Weie, Edvard. Landscape. 1918, Museu Nacional de Dinamarca. https://artsdot.com/pt/art/landscape-by-edvard-weie/
    APA
    Weie, Edvard (1918). Landscape [Painting]. Museu Nacional de Dinamarca. https://artsdot.com/pt/art/landscape-by-edvard-weie/
    Chicago
    Edvard Weie. Landscape. 1918. Museu Nacional de Dinamarca. https://artsdot.com/pt/art/landscape-by-edvard-weie/
    Harvard
    Weie, Edvard (1918) Landscape. Museu Nacional de Dinamarca. Available at: https://artsdot.com/pt/art/landscape-by-edvard-weie/

    Observe de perto

    Landscape — Edvard Weie

    Observe de perto

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    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre Study after Delacroix's "Dante og Vergil" (1925), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. Edvard Weie tinha cerca de 39 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?
    5. O que o artista pode ter querido que você sentisse?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Por quais outros nomes Edvard Weie é conhecido(a)?

    Outros nomes registrados para Edvard Weie, criador de "Landscape", incluem Viggo Thorvald Edvard Weie, Edvar Weie, Edvard Weihe.

    Onde posso baixar "Landscape", de Edvard Weie?

    "Landscape", de Edvard Weie pode ser descarregado na página de Download da obra, como download de imagem digital em alta resolução.

    Onde posso comprar uma impressão de "Landscape", de Edvard Weie?

    Para obter uma impressão de "Landscape", de Edvard Weie, basta encomendá-la na sua página de Impressão Fine Art: uma impressão fine art em tela de algodão ou papel canvas de arquivo.