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Dossiê do catálogo

Dossiê do catálogo: Mrs.William Eppes

Encomende Mrs.William Eppes como uma pintura a óleo feita à mão sobre linho

Nome Turma Data

John Singleton Copley, Mrs.William Eppes (1769), Museu do Brooklyn. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
John Singleton Copley artsdot.com/pt/artists/john-singleton-copley_pt/
Datas do artista
1738 – 1815
Pintura a óleo
1769
Técnica
Oil On Canvas
Dimensões originais
128 x 101 cm
Movimento
Neo-Classicism A deliberate return to the calm balance and clear outlines of ancient Greek and Roman art.
Período
Early Modern
Realizado em
Museu do Brooklyn artsdot.com/pt/museums/museu-do-brooklyn-brooklyn_pt/
Artistic style
Neo-Classicism
Influences
Classical art
Notable elements or techniques
Pyramidal structure, soft lighting
Subject or theme
Portrait of a woman

No contexto

Mrs.William Eppes — John Singleton Copley

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 128 × 101 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1730
  2. 1740
  3. 1750
  4. 1760
  5. 1770
  6. 1780
  7. 1790
  8. 1800
  9. 1810

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 77 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 31. O artista viveu até aos 77. 186 das 420 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de John Singleton Copley (1738–1815) ▲ esta obra, 1769 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1764 Principais anos de atividade: 1764–1778 Obras tardias: a partir de 1778

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: artsdot.com/pt/art/similar/john-singleton-copley-mrs-william-eppes-8XYCHF-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Phthalo Green #2c2219

    Paleta catalogada

    • #2C2219
    • #AC7E64
    • #5F5B49
    • #DBC7A1

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Earthy A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Phthalo Green
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Bold O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Softly Mixed Palette A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Deep_shadow O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Subtle Color Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de John Singleton Copley nos últimos doze meses — 26 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 54,7%18.000 visitas
    2. 2 Estados Unidos da América 16,7%5.500 visitas
    3. 3 Hong Kong 6,1%2.000 visitas
    4. 4 Singapura 4,0%1.300 visitas
    5. 5 Espanha 2,7%900 visitas
    6. 6 França 2,4%800 visitas
    7. 7 México 2,4%800 visitas
    8. 8 Argentina 1,2%400 visitas
    9. 9 Israel 1,2%400 visitas
    10. 10 Roménia 1,2%400 visitas
    11. · 16 outros países 7,4%2.400 visitas

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de John Singleton Copley

    1. 1 Watson e o Tubarão, 1778 19,4%7.400 visitas
    2. 2 James Otis, (painting), 1760 4,2%1.600 visitas
    3. 3 A Chegada de Netuno, 1754 2,6%1.000 visitas
    4. 4 Mrs.William Eppes, 1769 esta obra 2,1%800 visitas
    5. 5 The Ascension, 1775 1,8%700 visitas
    6. 6 Samuel Reading to Eli the Judgments of God Upon Eli's House, 1780 1,8%700 visitas
    7. 7 Elkanah Watson, 1782 1,6%600 visitas
    8. 8 Mary Elizabeth Martin, 1771 1,6%600 visitas
    9. 9 Young lady with a bird and dog, 1767 1,3%500 visitas
    10. 10 Head of a Negro, 1777 1,3%500 visitas
    11. 11 The Colapse of the Earl of Chatham in the House of Lords (also known as The Death of the Earl of Chatham), 1779 1,0%400 visitas
    12. 12 Thomas Amory II, 1772 1,0%400 visitas
    13. 13 Mrs.Daniel Hubbard (Mary Greene), 1764 1,0%400 visitas
    14. 14 James Tilley, (painting) 1,0%400 visitas
    15. 15 Brook Watson and the Shark, 1778 0,8%300 visitas
    16. 16 The Nativity, 1777 0,8%300 visitas
    17. 17 Mrs.Ezekiel Gondthwait (Elizabeth Lewis), 1771 0,8%300 visitas
    18. 18 Mrs. John Winthrop (Hannah Fayerweather), 1773 0,8%300 visitas
    19. 19 Mrs.George Watson (Elizabeth Oliver), 1765 0,8%300 visitas
    20. 20 Nicholas Boylston, 1769 0,8%300 visitas

    Juntas, estas obras representam 46,5% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 562 obras deste artista, das quais 170 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 4 posição entre elas, com 2,1% dessa atenção (800 visitas). Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Mrs.William Eppes — John Singleton Copley

    Mrs. William Eppes: A Glimpse into Colonial Elegance

    The painting Mrs. William Eppes by John Singleton Copley is a quintessential representation of the Neo-Classicism art movement. Created in 1769, this masterpiece measures 128 x 101 cm and is crafted in oil on canvas. As a professional expert in Art and salesman at AllPaintingsStore.com, I am thrilled to present an academic article about this stunning piece.

    Historical Significance

    John Singleton Copley was an American artist who became famous for his historical and portrait paintings. His work Mrs. William Eppes is a testament to his skill in capturing the essence of his subjects. The painting features a woman in a pink dress with a blue ribbon around her neck, exuding elegance and refinement.

    Artistic Style & Technique

    The Neo-Classicism style, characterized by its emphasis on simplicity, order, and reason, is evident in Mrs. William Eppes. The use of oil on canvas allows for a level of detail and texture that brings the subject to life. The background, featuring two trees, adds depth and context to the scene, suggesting that the portrait might have been painted outdoors or in an area with natural surroundings.

    Other notable works by John Singleton Copley include Nicholas Boylston and Ebenezer Storer

    For more information on the artist, visit the Museum of Fine Arts in Boston, United States, which houses many of his works, including Nicholas Boylston

    Symbolism and Emotional Impact

    Beyond its aesthetic appeal, Mrs. William Eppes offers a window into the social values of colonial America. The subject's attire—the elegant pink dress and blue ribbon—signifies her status and refinement within Boston society. The carefully composed pose and serene expression convey an air of dignity and composure, reflecting the ideals of female virtue prevalent during that era. The landscape background subtly hints at the prosperity and stability enjoyed by families like the Eppeses, deeply rooted in colonial life. The painting evokes a sense of quiet grace and timeless beauty, inviting viewers to contemplate the lives and aspirations of those who shaped early American history.

    As stated in the Discovering the Artworks of Kendal Museum, United Kingdom article, hand-made oil paintings reproductions of Mrs. William Eppes are a great way to experience the beauty of art in the comfort of your own home.

    For more information on John Singleton Copley and his works, visit https://AllPaintingsStore.com or check out the Wikipedia page on John Singleton Copley.

    Artista e museu

    Artista

    John Singleton Copley

    Nascido em Boston, Estados Unidos

    Vida Inicial, Família e Formação

    John Singleton Copley emergiu do vigor comercial da Boston colonial, nascido em 1738. Sua criação esteve profundamente enraizada no comércio marítimo de Long Wharf, onde sua mãe, Mary Singleton Copley, administrava uma loja. Seu pai, Richard Copley, atuava como mercador de tabaco. Este ambiente proporcionou mais do que um simples pano de fundo social; ofereceu uma visão direta das texturas materiais e das hierarquias sociais que, mais tarde, definiriam sua linguagem visual. Ele não nasceu em uma dinastia artística, mas sua proximidade com a classe mercantil garantiu que ele compreendesse o valor dos objetos que viria a pintar.

    Sua introdução formal ao ofício ocorreu por meio de seu padrasto, Peter Pelham, um gravador e limner. Embora Pelham tenha fornecido a base técnica inicial, o verdadeiro desenvolvimento de Copley foi fruto de um trabalho solitário e implacável. Ele foi, em grande parte, autodidata, contornando o tradicional sistema de academias europeias em favor de um currículo rigoroso e autoimposto. Ele passou anos copiando meticulosamente gravuras para dominar a mecânica da luz e da forma. Essa abordagem disciplinada e autoconstruída permitiu-lhe transcender as limitações de seu entorno local e desenvolver uma precisão técnica que seus predecessores nas colônias não possuíam.

    O Sucesso como Retratista Colonial

    Já na década de 1760, John Singleton Copley havia consolidado sua posição como o principal retratista de Boston. Ele não se limitava a pintar rostos; ele fabricava as identidades sociais da elite colonial. Sua habilidade em traduzir a riqueza material em autoridade visual tornou-o a escolha predileta das figuras mais influentes da cidade. Copley compreendia que um retrato era uma ferramenta para projetar status, utilizando texturas e objetos específicos para sinalizar o lugar do modelo na hierarquia social.

    Sua precisão técnica permitiu que ele transcendesse a mera semelhança física. Em seu retrato de 1771 de Mrs. Ezekiel Gondthwait (Elizabeth Lewis), a representação de tecidos luxuosos e uma postura refinada comunica um senso específico de prestígio social. Nada disso era acidental. Copley utilizava cada detalhe — desde o brilho da prata até o caimento de uma manga — para calibrar a percepção do espectador sobre seus sujeitos. Ele transformou o ato de posar para um retrato em uma performance calculada de riqueza e poder.

    A amplitude de sua clientela reflete o cenário mutável da liderança colonial. Ele capturou a semelhança de Paul Revere por volta de 1768 e pintou Samuel Adams em 1772. Estes não eram apenas encargos artísticos; eram registros visuais dos homens que moldavam o futuro político das colônias. Sua obra forneceu o vocabulário visual para uma sociedade em transição, documentando as próprias pessoas que, em breve, definiriam uma nova ordem política.

    Estilo Artístico e Técnica

    A estética de John Singleton Copley representa uma confluência calculada entre a elegância do Rococó e o intelectualismo do Iluminismo. Ele não se limitou a replicar os ornamentos decorativos de seus predecessores; pelo contrário, ele os temperou com uma visão Neoclássica rigorosa. Esta abordagem priorizava a ordem, a clareza e a virtude moral, qualidades que ressoavam profundamente no contexto colonial. Sua obra evita a superficialidade frequentemente encontrada em estilos puramente decorativos, fundamentando cada composição na precisão anatômica e na profundidade psicológica. Ele não se contentava com uma semelhança superficial; em vez disso, utilizava a postura e a expressão do retratado para revelar o caráter subjacente, transformando um simples retrato em um estudo preciso da identidade humana.

    A execução técnica de suas pinturas baseia-se em uma sofisticada sobreposição de camadas de vernizes translúcidos. Este método, aliado a uma pincelada ágil, permitiu-lhe alcançar um elevado grau de realismo na textura e na luz. Ele possuía uma habilidade singular para retratar o mundo material — o peso denso dos tecidos, o brilho frio do metal e as sutis gradações da pele — com uma precisão que evocava imediatismo. Tal proficiência técnica garantia que seus sujeitos surgissem como presenças físicas, e não como representações planas. Ao dominar o jogo de luz e sombra, ele esculpiu figuras que possuíam um volume tangível e um senso de permanência.

    Mrs. Jerathmael Bowers

    The Return of Neptune

    Mrs. John Winthrop

    Ambição e Vida na Europa

    A mudança de John Singleton Copley para a Europa foi uma tentativa calculada de consolidar sua presença nos estabelecidos centros artísticos do Velho Mundo. Muito antes de sua partida, seu talento já havia despertado atenção em Londres; ele foi eleito membro da Society of Artists of Great Britain em 3 de setembro de 1766. Esse reconhecimento conferiu o impulso necessário para sua eventual mudança. Em 1774, ele deixou as Treze Colônias para trás, viajando com sua esposa, Susanna Farnsworth Clarke, e seus filhos. Estabeleceu-se em Londres naquele mesmo ano e nunca mais retornou à América.

    Seu tempo na Europa foi marcado por uma busca deliberada pelo treinamento clássico. Durante o verão de 1774, ele estudou em Roma, um movimento destinado a refinar seu domínio sobre a composição e a narrativa histórica. Este período de estudos não foi uma mera excursão, mas uma mudança fundamental em sua trajetória profissional. Ao posicionar-se em Londres, ele buscou transitar de um retratista colonial para um pintor de significativo peso histórico, testando sua habilidade técnica contra os padrões da cena artística britânica.

    Principais Obras e a Pintura Histórica

    A produção de John Singleton Copley revela uma transição calculada, partindo do retrato social que consolidou o seu prestígio colonial em direção ao cenário de alto nível da pintura histórica. O seu envolvimento precoce com temas clássicos é evidente em The Return of Neptune, pintada por volta de 1754. Esta obra demonstra uma tentativa inicial de transcender a mera semelhança física da elite de Boston, utilizando as composições dos Velhos Mestres. Mesmo nas suas representações mais pessoais, como em The Copley Family em 1776, percebe-se uma clara intenção de utilizar a tela para estabelecer uma identidade social específica, através de cenários e objetos cuidadosamente coreografados.

    A mudança para a Europa impulsionou uma busca mais agressiva por narrativas históricas. Ele procurou enfrentar o género mais prestigiado da época, escolhendo frequentemente cenas de intenso drama ou peso político. Watson and the Shark, pintada por volta de 1778, demonstra este ímpeto em direção à tensão dramática. O seu empreendimento mais ambicioso nesta vertente foi The Death of Major Peirson, uma obra que tentou capturar o caos da Batalha de Jersey. Embora alguns críticos tenham questionado a composição, a pintura permanece como uma tentativa significativa de traduzir o conflito moderno para a escala grandiosa da arte histórica.

    A sua fase tardia em Londres viu-o abordar cenas políticas complexas, como The Colapse of the Earl of Chatham in the House of Lords em 1779. Este trabalho afastou-se do campo de batalha para o ambiente estruturado e de alta tensão da governação britânica. Através destes temas variados, John Singleton Copley tentou provar que um pintor formado nas colónias poderia dominar as exigências densas e dramáticas da tradição histórica europeia.

    Anos Finais e Morte

    O capítulo final da vida de John Singleton Copley em Londres foi marcado por um declínio no ímpeto profissional que ele outrora desfrutara com tanto vigor. Seus anos tardios foram menos prósperos do que o seu período de maior prestígio, e a instabilidade financeira passou a projetar uma sombra sobre sua existência, culminando em uma morte marcada por dívidas profundas. Este drama fiscal estabelece um contraste pungente com o elevado status social que seus retratos coloniais ajudaram a definir para a elite da Nova Inglaterra.

    John Singleton Copley faleceu em Londres, em 1815. Seus restos mortais foram sepultados na Croydon Minster, em Croydon, Surrey. Embora sua carreira tenha findado sob o peso das dificuldades financeiras, sua precisão técnica permanece como um ponto de referência imutável no estudo da retratística e da composição histórica do século XVIII.

    Museu

    Museu do Brooklyn

    Em exibição em Brooklyn, Estados Unidos da América

    Um Legado de Visão: Explorando o Brooklyn Museum

    A tapeçaria cultural da cidade de Nova York é tecida com fios de ambição artística, mas poucas instituições possuem o caráter distintivo e a visão expansiva do Brooklyn Museum. Erguendo-se com orgulho próximo ao Prospect Park, esta obra-prima do estilo Beaux-Arts não é meramente um repositório de objetos belos; é um espaço dinâmico onde a história respira, vozes contemporârentes ressoam e as fronteiras artísticas são continuamente desafiadas. Fundado em 1823 como a Biblioteca de Aprendizes do Brooklyn — um testemunho da crença precoce na educação acessível através da arte — o museu evoluiu ao longo de quase dois séculos para se tornar o segundo maior museu de arte da cidade de Nova York, ostentando uma coleção que ultrapassa meio milhão de obras. As próprias pedras de seu edifício atual, inaugurado em 1897 e projetado pelo prestigiado escritório McKim, Mead & White, parecem sussurrar contos de evolução artística e orgulho cívico. Entrar em seus grandes salões é como dar um passo para dentro de um mundo onde milênios convergem, desde o enigma sedutor do antigo Egito até os diálogos provocativos dos mestres modernos. A força do museu reside em seu acervo notavelmente diverso, oferecendo uma jornada inigualável através da criatividade humana através do tempo e das culturas.

    Ecos da Antiguidade e a Inovação Americana

    Para aqueles atraídos pelos mistérios do passado, a coleção de antiguidades egípcias oferece um portal cativante para mais de 3.000 anos de civilização. Sarcófagos erguem-se como testemunhas silenciosas de elaborados rituais funerários, esculturas monumentais evocam o poder dos faraós e joias delicadas revelam crenças intrincadas sobre a vida, a morte e o cosmos. Mas a narrativa do Brooklyn Museum não termina na antiguidade. Um pilar de sua identidade é o compromisso profundo com a arte americana, exibindo movimentos cruciais desde o período Colonial até o século XX. Aqui, encontra-se obras icônicas de Edward Hopper, capturando a solitude silenciosa da vida moderna em telas como

    Nighthawks

    , ao lado das paisagens vibrantes de Winslow Homer e das explorações abstratas de Mark Rothko e Georgia O'Keeffe. Considere a poderosa representação da criação artística de Thomas Eakins,

    William Rush Carving His Allegorical Figure of the Schuylkill River

    , uma pintura a óleo dramática que exibe realismo e simbolismo. Ou a serena aquarela de Frederick Childe Hassam,

    Sunday Morning, Appledore

    , capturando a beleza costeira em estilo impressionista. O museu não apenas exibe essas obras-primas; ele as contextualiza, revelando seu lugar dentro de correntes culturais mais amplas e diálogos artísticos. Obras como

    The First Harvest in the Wilderness

    , de Asher Brown Durand, falam de uma identidade nacional florescente através da pintura de paisagem, enquanto

    The Haymarket

    , de John Sloan, oferece um vislumbre da vida urbana durante a era da Ashcan School.

    Um Defensor das Vozes Contemporâneas

    Além de seus tesouros históricos, o Brooklyn Museum tem demonstrado consistentemente uma abordagem progressista, abraçando a arte contemporânea que reflete as complexos da nossa época. O museu busca ativamente obras que desafiam convenções, provocam reflexão e se envolvem com questões sociais urgentes. Este compromisso é particularmente evidente em sua significativa coleção dedicada à artista feminista Judy Chicago, incluindo notavelmente sua instalação inovadora

    The Dinner Party

    . Uma obra monumental que celebra as conquistas das mulheres ao longo da história,

    The Dinner Party

    personifica a dedicação do Brooklyn Museum em amplificar vozes marginalizadas e promover um mundo da arte mais inclusivo. O acervo contemporâneo do museu não trata simplesmente de exibir tendências atuais; trata-se de iniciar conversas, despertar debates e expandir os limites da expressão artística.

    La Marcellerie

    , de Gaines Ruger Donoho, com seu estilo en plein air, exemplifica o charme impressionista encontrado em sua coleção, enquanto

    Reflections

    , de John Henry Twachtman, oferece uma serena paisagem do impressionismo americano para contemplação.

    Um Centro Cultural Único

    O que realmente diferencia o Brooklyn Museum é sua profunda conexão com a comunidade que atende. Não é uma instituição isolada, mas sim um centro cultural vibrante, engajado ativamente em programas educacionais, iniciativas de alcance e eventos projetados para inspirar e conectar-se com os residentes locais. Este compromisso estende-se além das ofertas tradicionais do museu; o Brooklyn Museum sedia exibições de filmes, performances, workshops e palestras, transformando-se em um espaço dinâmico de aprendizado e intercâmbio criativo. A arquitetura Beaux-Arts proporciona um cenário inspirador para essas atividades, com suas galerias espaçosas oferecendo tanto grandiosidade quanto intimidade. A importância histórica do museu — como uma das instituições culturais mais antigas e respeitadas da cidade de Nova York — é inegável, mas é esta dedicação contínua à inovação e ao engajamento comunitário que garante sua relevância contínua no século XXI. Uma visita ao Brooklyn Museum não é apenas um encontro com a arte; é uma imersão em um testemunho vivo e pulsante da criatividade humana e do patrimônio cultural.

    É um lugar onde o passado informa o presente, e o futuro da arte está sendo ativamente moldado.

    Explorando Mais Longe

    Para aqueles que planejam uma visita:

    O Brooklyn Museum oferece visitas guiadas, audioguias e exposições interativas para enriquecer sua experiência. Verifique o site deles para conferir as exposições e eventos atuais.

    Para colecionadores e designers:

    A diversificada coleção do museu proporciona inspiração infinita para projetos de design de interiores e aquisições de arte. Explore o banco de dados online da coleção para imagens de alta resolução e informações detalhadas.

    Para entusiastas da arte:

    Mergulhe mais fundo nas histórias por trás das obras de arte através de palestras, workshops e publicações oferecidas pelo museu.

    Onde ler mais

    Estude-o na sua própria parede: Mrs.William Eppes by John Singleton Copley como uma pintura a óleo feita à mão sobre linho, feito à sua medida

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Mrs.William Eppes

    artsdot.com/pt/art/download/john-singleton-copley-mrs-william-eppes-8XYCHF-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Copley, John Singleton. Mrs.William Eppes. 1769, Museu do Brooklyn. https://artsdot.com/pt/art/john-singleton-copley-mrs-william-eppes-8XYCHF-en/
    APA
    Copley, John Singleton (1769). Mrs.William Eppes [Painting]. Museu do Brooklyn. https://artsdot.com/pt/art/john-singleton-copley-mrs-william-eppes-8XYCHF-en/
    Chicago
    John Singleton Copley. Mrs.William Eppes. 1769. Museu do Brooklyn. https://artsdot.com/pt/art/john-singleton-copley-mrs-william-eppes-8XYCHF-en/
    Harvard
    Copley, John Singleton (1769) Mrs.William Eppes. Museu do Brooklyn. Available at: https://artsdot.com/pt/art/john-singleton-copley-mrs-william-eppes-8XYCHF-en/

    Observe de perto

    Mrs.William Eppes — John Singleton Copley

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Quantos rostos você consegue encontrar? ____ (o nosso catálogo conta 1 — você concorda?)
    4. O nosso catálogo classifica esta obra sob: portrait, colonial, elegance. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    5. Relembre Watson e o Tubarão (1778), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Quiz de arte

    Mrs.William Eppes — John Singleton Copley

    O quanto você conhece esta obra de arte?

    Selecione uma resposta para cada uma das 4 perguntas abaixo. Cada uma possui exatamente uma resposta correta.

    1. 1. What art movement is Mrs. William Eppes a quintessential representation of?

      • A Impressionism
      • B Neo-Classicism
      • C Romanticism
    2. 2. In what year was 'Mrs. William Eppes' created?

      • A 1759
      • B 1769
      • C 1779
    3. 3. What is the primary medium used to create this artwork?

      • A Watercolor on paper
      • B Oil on canvas
      • C Pastel on board
    4. 4. According to the description, what does the background of the painting feature?

      • A A bustling city scene
      • B Rolling hills and a cloudy sky
      • C An indoor library setting

    Minha pontuação: ____ de 4

    Gabarito — para o professor

    Isto inicia uma nova página impressa, de modo que ela pode simplesmente ser omitida das cópias.

    1B · 2B · 3B · 4B

    Confira qualquer resposta comparando com o registro do catálogo desta pintura

    Perguntas e Respostas

    Qual é a cor predominante em "Mrs.William Eppes"?

    Um tom Ochre to Sepia percorre "Mrs.William Eppes", de John Singleton Copley.

    Com qual sentimento "Mrs.William Eppes" está associada?

    "Mrs.William Eppes", de John Singleton Copley transmite um tom emocional Reflective.

    Qual é a intensidade do contraste em "Mrs.William Eppes", de John Singleton Copley?

    "Mrs.William Eppes", de John Singleton Copley apresenta um contraste Bold entre suas áreas claras e escuras.