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Guia de Obras de Estudantes

Number 13

Nome Turma Data

James Brooks, Number 13 (1965), Dallas Museum of Art. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos.

Informações principais

Artista
James Brooks artsdot.com/pt/artists/james-brooks/
Datas do artista
1906 – 1992
Pintura
1965
Técnica
Acrylic On Canvas
Dimensões originais
58 x 73 cm
Movimento
Abstract Expressionism Large canvases where the act of painting itself — the drip, the sweep — is the subject.
Realizado em
Dallas Museum of Art artsdot.com/pt/museums/dallas-museum-of-art-dallas_pt/

No contexto

Number 13 — James Brooks

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 58 × 73 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Ano de criação

  1. 1900
  2. 1910
  3. 1920
  4. 1930
  5. 1940
  6. 1950
  7. 1960
  8. 1970
  9. 1980
  10. 1990

Sombreado: a trajetória de James Brooks (1906–1992) ▲ esta obra, 1965

Obras comparáveis

  • Untitled, 1952 artsdot.com/pt/art/james-brooks-untitled-D7RA89-en/
  • Harmagh, 1967 artsdot.com/pt/art/james-brooks-harmagh-AQRGVX-en/
  • B 1955 artsdot.com/pt/art/james-brooks-b-1955-AQRGVR-en/

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Mais obras para acompanhar esta: artsdot.com/pt/art/similar/james-brooks-number-13-D3FJ7Z-en/

Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Black #07090c

    Paleta catalogada

    • #07090C
    • #F9FBF1
    • #9B9CA0
    • #5D5E62
    Paleta
    Neutrals A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Black
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Statement O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Softly Mixed Palette A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Bright O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Artista e museu

    Artista

    James Brooks

    Nascido em St. Louis, United States of America

    Early Life and Education

    Born: October 18, 1906, St. Louis, Missouri

    Family moved to Dallas, Texas in 1916

    Studied art at Southern Methodist University (1922-1924)

    Private lessons with James A. Waddell and Martha Simkins in Dallas

    Moved to New York City in 1926

    Studied at the Art Students League under Boardman Robinson and Kimon Nicolaides

    Worked as a commercial artist to support himself

    The WPA Years and Early Murals

    Active in the Works Progress Administration (WPA) Federal Art Project from 1936-1942

    Painted three murals for the WPA, demonstrating social realist style.

    Flight (1940-1942): A significant mural at La Guardia Airport's Marine Air Terminal, depicting the history of aviation. It was the largest WPA mural and later restored after being painted over.

    Friendships with Jackson Pollock and Philip Guston during this period

    Abstract Expressionist Period: Style and Development

    Served as a combat artist in the U.S. Army (1942-1945)

    Returned to New York City in 1946, reconnected with Pollock and Krasner

    Shifted towards Abstract Expressionism, influenced by Surrealist principles

    Developed a unique staining technique: Experimenting with the bleed of paste through canvas.

    Early works showed influences of Synthetic Cubism.

    Palette initially featured browns, grays, blacks and vivid colors.

    Later work incorporated larger forms, broader strokes, and simpler compositions using acrylics.

    Often used numbers and letters to identify paintings, incorporating nonsense syllables as titles (e.g., Pask, Burwak, Jondol).

    Major Exhibitions and Recognition

    First solo exhibition at the Peridot Gallery in New York City (1949)

    Participated in the historic Ninth Street Exhibition (1951) – a key event in Abstract Expressionism.

    Featured in exhibitions such as Twelve Americans and New American Painting at the Museum of Modern Art.

    Documenta, Kassel, West Germany (1959).

    John Simon Guggenheim Memorial Foundation Fellowship (1969)

    Legacy and Historical Significance

    Considered a first-generation Abstract Expressionist painter.

    Known for his innovative staining techniques and lyrical abstraction.

    His work is held in prominent collections including the Art Institute of Chicago, The Museum of Modern Art, Tate Gallery, and National Gallery of Art.

    Brooks's artistic journey reflects the evolution of Abstract Expressionism and his willingness to experiment with new approaches to painting.

    Died on March 9, 1992, in East Hampton, New York.

    Museu

    Dallas Museum of Art

    Em exibição em Dallas, Estados Unidos da América

    Um Santuário de Visão Infinita

    No coração pulsante do Distrito das Artes de Dallas, onde a energia urbana do Texas encontra uma profunda quietude de espírito, ergue-se o

    Dallas Museum of Art

    . Não é meramente um repositório de objetos, mas uma crônica viva e pulsante da criatividade humana que abrange cinco milênios. Cruzar as suas portas é embarcar em uma jornada que transcende o tempo e a geografia, movendo-se sem interrupções dos segredos sussurrentados por vasos gregos antigos às provocações viscerais e disruptivas dos mestres contemporâneos. Desde a sua humilde origem em 1903, o museu evoluiu de um encontro local de entusiastas para um farol global de excelência cultural, impulsionado por um compromisso inabalável de tornar o sublime acessível a cada visitante.

    A própria arquitetura serve como um protagonista silencioso nesta narrativa de beleza. Projetada pelo visionário

    Edward Larrabee Barnes

    , a estrutura do museu é uma aula magistral de modernismo, caracterizada por linhas limpas e sofisticadas e um diálogo intencional com a luz. Os amplos salões não são meros recipientes para a arte, mas foram desenhados para respirar junto com ela; a luz natural inunda as galerias, iluminando tanto as texturas de cerâmicas ancestrais quanto as pinceladas audaciosas de pinturas a óleo. Este brilhantismo arquitetônico cria uma atmosfera de grandeza contemplativa, onde os tetos altos e as plantas abertas convidam o olhar errante a demorar-se na interação entre sombra e substância.

    Uma Tapeçaria de Herança Global

    A verdadeira alma do DMA reside na sua coleção de uma diversidade deslumbrante, uma rica tapeçaria tecida com fios de inúmeras civilizações. Para o colecionador ou o amante da antiguidade, o museu oferece um encontro inigualável com o passado. Pode-se encontrar perdido na delicada elegância da porcelana chinesa ou hipnotizado pelo poder rítmico das esculturas indianas, com cada peça servindo como uma janela para as paisagens filosóficas e espirituais de seus criadores. A força da coleção reside na sua capacidade de unir o antigo ao moderno, apresentando um fluxo contínuo de expressão humana que se sente notavelmente unificado, apesar de sua vasta amplitude cronológica.

    Ao adentrar mais profundamente nas galerias, os mestres europeus emergem com uma profundidade emocional que continua a cativar a alma moderna. As obras de

    Paul Gauguin

    e

    Henri Matisse

    oferecem explorações vibrantes de cor e forma, enquanto as composições inquietantes e complexas de

    Francis Bacon

    desafiam nossas próprias percepções da realidade. Para o designer de interiores ou o entusiasta da arte em busca de inspiração, estas obras-primas proporcionam um estudo profundo sobre como a cor, a textura e a emoção podem transformar um espaço. Esta fusão perfeita entre o artesanato antigo e a experimentação moderna garante que cada visita ao DMA seja um encontro com o inesperado, tornando-o um pilar da paisagem cultural americana.

    Um Catalisador para Comunidade e Conexão

    Além de suas paredes de pedra e vidro, o Dallas Museum of Art funciona como um vibrante centro comunitário, fomentando uma conexão profunda entre o público e o poder transformador da arte. Através de sua política dinâmica de exposições, o museu insufla vida ao seu acervo permanente com mostras rotativas que abordam questões contemporâneas e celebram histórias esquecidas. Programas como os eventos

    Late Night

    e a série

    Arts & Letters Live

    transformam a instituição em um palco social, onde a literatura, a música e as artes visuais convergem para inspirar a curiosidade de todas as gerações.

    O que verdadeiramente distingue o DMA é sua dedicação radical à acessibilidade. Ao oferecer entrada gratuita para o público geral, o museu remove as barreiras entre o indivíduo e a obra-prima, garantindo que a beleza profunda de sua coleção de 24.000 objetos permaneça como um patrimônio compartilhado por todos. Seja através das profundezas acadêmicas da

    Mayer Library

    ou dos envolventes programas educacionais para as mentes jovens, o museu permanece firme em sua missão de agir como um catalisador de engajamento. É um lugar onde a história não é apenas estudada, mas sentida — um santuário onde cada pincelada e cada pedra esculpida conta uma história que pertence a todos nós.

    Saiba mais

    Disponível online

    QR code que direciona para a página de download de Number 13

    artsdot.com/pt/art/download/james-brooks-number-13-D3FJ7Z-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Brooks, James. Number 13. 1965, Dallas Museum of Art. https://artsdot.com/pt/art/james-brooks-number-13-D3FJ7Z-en/
    APA
    Brooks, James (1965). Number 13 [Painting]. Dallas Museum of Art. https://artsdot.com/pt/art/james-brooks-number-13-D3FJ7Z-en/
    Chicago
    James Brooks. Number 13. 1965. Dallas Museum of Art. https://artsdot.com/pt/art/james-brooks-number-13-D3FJ7Z-en/
    Harvard
    Brooks, James (1965) Number 13. Dallas Museum of Art. Available at: https://artsdot.com/pt/art/james-brooks-number-13-D3FJ7Z-en/

    Observe de perto

    Number 13 — James Brooks

    Observe de perto

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    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: abstraction, black_and_white, gestural_brushstrokes. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre Untitled (1952), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Abstract Expressionism: Large canvases where the act of painting itself — the drip, the sweep — is the subject. Onde você pode observar isso nesta obra?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize os factos das partes anteriores deste guia e as suas respostas acima.