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Guia de Obras de Estudantes

A Monkey

Nome Turma Data

George Stubbs, A Monkey (1799), Walker Art Gallery. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
George Stubbs artsdot.com/pt/artists/george-stubbs_pt/
Datas do artista
1724 – 1806
Pintura a óleo
1799
Dimensões originais
70 x 56 cm
Movimento
Romanticism Art that puts feeling, wildness and the power of nature above calm order and rules.
Realizado em
Walker Art Gallery artsdot.com/pt/museums/walker-art-gallery-liverpool_pt/
Artistic style
Naturalistic
Influences
Romanticism
Notable elements
Anatomical detail
Subject or theme
Monkey portrait

No contexto

A Monkey — George Stubbs

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 70 × 56 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1720
  2. 1730
  3. 1740
  4. 1750
  5. 1760
  6. 1770
  7. 1780
  8. 1790
  9. 1800

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 82 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 75. O artista viveu até aos 82. 155 das 163 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de George Stubbs (1724–1806) ▲ esta obra, 1799 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1765 Principais anos de atividade: 1765–1786 Obras tardias: a partir de 1786

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: artsdot.com/pt/art/similar/george-stubbs-a-monkey-AQRMSS-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Espresso #332f34

    Paleta catalogada

    • #332F34
    • #6E5E52
    • #191C1F
    • #BDB29D

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Nome da cor principal
    Espresso
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Serene O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Discordant Palette A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Deep_shadow O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de George Stubbs nos últimos doze meses — 18 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 59,4%8.200 visitas
    2. 2 Estados Unidos da América 13,8%1.900 visitas
    3. 3 Singapura 5,1%700 visitas
    4. 4 Hong Kong 3,6%500 visitas
    5. 5 Canadá 2,9%400 visitas
    6. 6 Brasil 2,2%300 visitas
    7. 7 França 2,2%300 visitas
    8. 8 Bélgica 1,4%200 visitas
    9. 9 Reino Unido 1,4%200 visitas
    10. 10 Guatemala 1,4%200 visitas
    11. · 8 outros países 6,6%900 visitas

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de George Stubbs

    1. 1 Caçador de Cavalos com Duas Spaniels, 1777 22,4%4.100 visitas
    2. 2 A bay hunter galloping in a mountainous landscape 4,4%800 visitas
    3. 3 A Caçada do Grosvenor, 1762 2,7%500 visitas
    4. 4 Leão Atacando um Cavalo, 1765 2,2%400 visitas
    5. 5 Firetail com seu Treinador na Casa de Esfolamento em Newmarket Heath, 1773 2,2%400 visitas
    6. 6 Horse Frightened by a Lion, 1770 2,2%400 visitas
    7. 7 Tiger, 1771 2,2%400 visitas
    8. 8 Mares and Foals in a River Landscape, 1768 2,2%400 visitas
    9. 9 Finished study for, 1758 2,2%400 visitas
    10. 10 Molly Long-legs with her Jockey, 1762 1,6%300 visitas
    11. 11 Lord Grosvenor, 1765 1,6%300 visitas
    12. 12 Rhinoceros, 1792 1,6%300 visitas
    13. 13 The Prince of Wales, 1793 1,6%300 visitas
    14. 14 Joseph Smyth Esquire, Lieutenant of Whittlebury Forest, Northamptonshire, on a Dapple Grey Horse, 1764 1,6%300 visitas
    15. 15 Freeman, The Earl of Clarendon's Gamekeeper, with a Dying Doe and Hound, 1800 1,6%300 visitas
    16. 16 Fino and Tiny, 1791 1,6%300 visitas
    17. 17 Prince of Wales Phaeton, 1793 1,6%300 visitas
    18. 18 The Lincolnshire Ox, 1790 1,1%200 visitas
    19. 19 A Lion Attacking a Stag, 1766 1,1%200 visitas
    20. 29 A Monkey, 1799 esta obra 1,1%200 visitas

    Juntas, estas obras representam 58,8% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 223 obras deste artista, das quais 76 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 29 posição entre elas, com 1,1% dessa atenção (200 visitas). Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    A Monkey — George Stubbs

    The Enigmatic Subject: A Monkey’s Contemplative Gaze

    George Stubbs' "A Monkey," painted in 1799, isn’t merely a depiction of an animal; it’s a carefully constructed tableau brimming with layered meaning. The subject itself – a monkey seated upon what appears to be a weathered rock or piece of wood – possesses an almost unnerving stillness. Its head is turned slightly away from the viewer, lending it a contemplative air, as if lost in its own thoughts. The pose, combined with the subtle tension in its muscles and the alert expression around its eyes, suggests a creature both intelligent and wary. This isn’t a playful romp through a jungle; there's an underlying sense of observation, perhaps even judgment, radiating from this primate. The artist masterfully captures a fleeting moment of awareness, inviting us to contemplate the animal’s inner world.

    Composition: The monkey is centrally positioned within a dark, shadowed environment, creating a dramatic contrast between light and shadow. This technique draws attention to the subject while simultaneously hinting at an unseen, potentially ominous, backdrop.

    Color Palette: Stubbs employs a muted palette dominated by earthy tones – browns, ochres, and grays – that evoke the feeling of a dense forest or jungle. These subdued colors contribute to the painting’s overall sense of mystery and depth.

    Anatomical Mastery and the Roots of Romanticism

    Stubbs was renowned for his unparalleled anatomical accuracy, particularly in his depictions of animals. “A Monkey” exemplifies this skill, showcasing a meticulous attention to detail in rendering the monkey’s fur, musculature, and skeletal structure. This dedication stemmed from his early training as an assistant to a surgeon, Charles Atkinson at York County Hospital, where he dissected horses to understand their anatomy. This scientific rigor is evident in the painting's realistic portrayal of the animal’s form—a hallmark of the burgeoning Romantic movement. The emphasis on observation and detailed representation, rather than idealized beauty, was revolutionary for its time.

    The painting reflects a shift away from Neoclassical ideals that prioritized order and restraint towards a celebration of nature's power and complexity – a core tenet of Romanticism.

    Symbolic Layers: Fruit, Observation, and the Garden of Eden

    Beyond its anatomical brilliance, “A Monkey” is rich in symbolic potential. The monkey’s grasp of two apples—one held delicately in its hand, the other resting nearby—immediately evokes the biblical story of Adam and Eve. This imagery suggests themes of temptation, knowledge, and perhaps even a critique of humanity's relationship with nature. The shadowed background further reinforces this sense of mystery and foreboding. The artist’s choice to depict the monkey in a contemplative pose, rather than engaging in playful activity, adds another layer of complexity—suggesting an awareness of its own situation and the potential consequences of its actions.

    Furthermore, some scholars suggest that the painting may be a commentary on the role of artists and their relationship to nature, mirroring the themes explored in Jean Siméon Chardin’s “The Monkey Painter,” which depicts a monkey holding a paintbrush.

    A Legacy of Precision and Romantic Vision

    “A Monkey” stands as a testament to George Stubbs' extraordinary talent and his pivotal role in shaping the course of British art. Its meticulous detail, evocative atmosphere, and symbolic depth continue to captivate viewers today. Reproductions of this iconic painting offer an opportunity to experience firsthand the artistry and intellectual curiosity that defined one of England’s greatest painters. It is a piece that invites repeated viewing, revealing new nuances with each encounter—a true masterpiece of anatomical precision and Romantic vision.

    Artista e museu

    Artista

    George Stubbs

    Nascido em Liverpool, Reino Unido

    Vida Inicial, Família e Formação

    Liverpool, Reino Unido, 1724. George Stubbs chega ao mundo como filho de John Stubbs, um curtidor de couro, e Mary. Sua infância transcorre entre os limites do negócio familiar, lidando com peles e ferramentas. Essa exposição precoce às propriedades físicas das peles animais oferece uma base tátil para uma curiosidade em constante desenvolvimento. Aos 15 anos, a inclinação para a representação visual torna-se impossível de ignorar. Ele inicia sua trajetória artística não por meio de academias formais, mas através de um impulso implacável e autodidata para compreender a mecânica da vida.

    O caminho é tortuoso. Um breve aprendizado com Hamlet Winstanley, um pintor e gravador de Lancashire, oferece um vislumbre do ofício profissional, mas permanece como um capítulo curto. Stubbs busca algo mais rigoroso do que a mera imitação. Ele se desloca para York, onde o foco se desloca da aparência superficial para a estrutura interna. Sob a orientação do cirurgião Charles Atkinson, no Hospital do Condado de York, ele inicia um estudo profundo da anatomia. Este período de dissecação transforma sua abordagem, convertendo o artista em um estudioso dos sistemas esquelético e muscular.

    Ele permanece, em grande parte, autodidata, construindo sua proficiência técnica ao observar o trabalho de contemporâneos do século XVIII. Ele absorve os métodos de grandes artistas como Joshua Reynolds e Thomas Gainsborough, mas seu foco permanece ancorado no científico. Ele não deseja apenas pintar um sujeito; ele quer compreender a tensão do tendão e o posicionamento do osso sob a pele. Esta intersecção entre o cirúrgico e o estético define o seu desenvolvimento inicial.

    Patronos, Ateliê e Encomendas

    O sucesso de George Stubbs abre as portas da aristocracia inglesa. Em 1759, o 3º Duque de Richmond encomenda três grandes telas, um movimento que consolida definitivamente o seu prestígio profissional. A sua habilidade extraordinária em retratar a realidade física dos animais atrai rapidamente o olhar de importantes patronos aristocráticos. Assim, o artista transita da periferia do mundo das artes para os círculos mais íntimos da elite, produzindo obras para diversos duques e lordes. Este fluxo constante de encomendas de alto status proporciona a estabilidade financeira necessária para estabelecer uma presença permanente na capital, levando-o a adquirir uma casa em Marylebone, em Londres, onde permaneceria pelo resto de sua vida.

    A demanda por sua expertise técnica estende-se aos níveis mais elevados da sociedade, culminando no reconhecimento através do patrocínio real. A sua reputação é construída sobre a capacidade de satisfazer os desejos específicos de proprietários que veem nos seus cavalos verdadeiros símbolos de status. Estes patronos não procuram meros semblantes; eles exigem a precisão anatômica que apenas George Stubbs consegue entregar. O seu ateliê transforma-se, então, num centro de produção significativa, atendendo aos gostos de uma classe obcecada pela excelência equestre e pelo refinamento da criação de animais de linhagem nobre.

    The Marquess of Rockingham's Arabian Stallion

    Whistlejacket

    The Prince of Wales

    Técnica e Estilo

    George Stubbs opera na intersecção entre a investigação científica e as belas-artes. Sua abordagem fundamenta-se em um realismo pioneiro, profundamente enraizado na realidade física da forma animal. Ao combinar a exatidão anatômica com detalhes expressivos, ele transcende o mero semblante para capturar a própria mecânica da vida. Através de gradações sutis de sombra, o artista consegue infundir vida em cada músculo e tendão, retratando a estrutura subjacente de seus temas com uma clareza que é o reflexo direto de seus profundos estudos de anatomia.

    Essa obsessão pela mecânica do movimento manifesta-se, com frequência, em cenas de alta tensão. O artista torna-se obcecado pelo tema do cavalo selvagem ameaçado por um leão, um assunto que explora através de diversas variações. Estas representações de um leão atacando um cavalo constituem exemplos precoces e significativos do movimento Romântico. Nestas obras, o foco desloca-se do retrato estático para a energia visceral da sobrevivência, utilizando a tensão da musculatura para impulsionar toda a composição.

    Cavalo Atacado por um Leão

    Leão Devorando um Cavalo

    Leão Atacando um Cavalo

    Cavalo Assustado por um Leão

    Obras-Primas e Legado

    O ano de 1766 marca uma mudança definitiva na intersecção entre a arte e a ciência. George Stubbs publica A Anatomia do Cavalo, um tratado revolucionário que transcende a mera observação. O livro contém 18 ilustrações detalhadas, fruto de anos dedicados à dissecação de carcaças para compreender a mecânica da vida. Este trabalho estabelece-o como uma autoridade na estrutura equina, fornecendo uma linguagem visual para a musculatura e os tendões que definem um animal vivo.

    No mesmo ano, o foco desloca-se do interno para o visceral. Um Leão Atacando um Cervo captura um momento de sobrevivência bruta e espontânea. A tensão é palpável na representação do predador e da presa. Este tema de conflito — o cavalo selvagem ameaçado por um leão — torna-se uma obsessão recorrente, surgindo em várias iterações ao longo de sua carreira. É um estudo de poder e movimento que preenche a lacuna entre a documentação científica e o florescente movimento Romântico.

    O apogeu de sua retratística equestre chega com Whistlejacket. Encomendada pelo 2º Marquês de Rockingham, a pintura retrata um cavalo saltitante contra um fundo neutro, rompendo com as convenções da época. A presença do sujeito é imediata. Por volta de 1780, ele produz o Árabe do Marquês de Rockingham, consolidando ainda mais seu status nos círculos da alta sociedade da era. Sua habilidade de capturar a essência de um animal específico permanece como sua contribuição mais duradoura ao gênero.

    Whistlejacket

    A Anatomia do Cavalo (1766)

    Um Leão Atacando um Cervo (1766)

    O Árabe do Marquês de Rockingham (c. 1780)

    Onde Ver as Obras Hoje

    O legado da precisão anatômica de George Stubbs sobrevive nos salões de grandes instituições internacionais. Em Londres, a National Gallery abriga Whistlejacket, um retrato de grandes proporções de um cavalo de corrida puro-sangue. A Tate Gallery também mantém diversas de suas pinturas em sua coleção. Estas obras oferecem um olhar direto sobre a precisão que definiu sua carreira.

    Do outro lado do Atlântico, o Yale Center for British Art, em New Haven, detém um número significativo de suas obras. Esta coleção proporciona uma visão concentrada de sua produção artística. No Reino Unido, a Walker Art Gallery, em Liverpool, preserva suas pinturas, devolvendo sua imaginação à região de seu nascimento. A influência de George Stubbs estende-se para além da tela, alcançando o domínio científico; seu livro, The Anatomy of the Horse, permanece como uma obra de referência fundamental para o estudo da anatomia equina.

    Whistlejacket - National Gallery, Londres

    Lion Devouring a Horse - Tate Gallery, Londres

    Molly Long-legs with her Jockey - Walker Art Gallery, Liverpool

    The Milbanke and Melbourne Families - National Gallery, Londres

    Museu

    Walker Art Gallery

    Em exibição em Liverpool, Reino Unido

    Um Santuário Vitoriano: O Fascínio Atemporal da Walker Art Gallery

    Aninhada no coração vibrante de Liverpool, a

    Walker Art Gallery

    ergue-se como um majestoso testemunho do poder duradouro da visão artística. Esta grandiosa instituição vitoriana é muito mais do que um mero repositório de telas e pedras; é uma jornada imersiva pelos corredores do tempo. O esplendor arquitetônico do projeto de Evan James Hall prepara o visitante para um encontro profundo com a beleza, onde o próprio ar parece vibrar com os ecos dos mestres do Renascimento, os sussurras românticos dos sonhos pré-rafaelitas e as pinceladas ousadas e transformadoras do modernismo britânico.

    Entrar neste espaço é ingressar em mundos meticulosamente criados por artistas que buscaram a verdade nas formas mais profundas. O renome internacional da galeria está ancorado em sua coleção excepcional de

    pinturas pré-rafaelitas

    , indiscutivelmente um dos mais belos acervos existentes. Aqui, as obras de

    Dante Gabriel Rossetti

    e

    John Everett Millais

    transportam o espectador para reinos de beleza assombrosa e simbolismo intrincado. Pode-se encontrar perdido em paisagens exuberantes e detalhadas ou na profundidade psicológica de figuras imbuídas de uma certa melancolia etérea, enquanto estes artistas buscavam inspiração na pureza do início do Renascimento para alcançar uma intensidade emocional que permanece vital nos dias de hoje.

    Um Diálogo Entre Eras e Inovação

    Além do romantismo dos pré-rafaelitas, a coleção oferece um vislumbre deslumbrante das inovações cruciais do Renascimento. Obras-primas que redefinem a perspectiva e a graça humana permitem que os visitantes testemunhem o amanhecer da representação moderna. Das delicadas alegorias mitológicas de

    Botticelli

    à atmosfera divina e enevoada da

    Anunciação de Leonardo da Vinci

    , estas obras servem como monumentos ao intelecto humano e à curiosidade espiritual. Este diálogo entre eras é ainda mais enriquecido por um profundo compromisso com a identidade artística britânica, registrando a evolução de uma nação através de retratos imponentes e paisagens vastas que evocam a beleza rústica do campo britânico.

    A força da galeria reside em sua capacidade de construir uma ponte entre a grandeza histórica e a relevância contemporânea. A coleção reflete a identidade cosmopolita de Liverpool como uma cidade portuária global, incorporando titãs do século XX, como

    Lucian Freud

    e

    David Hockney

    . Esta diversidade torna o espaço um santuário para diversos entusiastas:

    Historiadores de Arte e Acadêmicos:

    Que podem traçar a linhagem do movimento, desde as raízes cubistas nas paisagens de David Bomberg até a evolução da retratística britânica.

    Designers de Interiores:

    Em busca da elegância silenciosa e do charme atmosférico encontrados em obras como

    Polishing Pans

    , de Marianne Stokes.

    Colecionadores e Sonhadores:

    Atraídos pela monumental habilidade anatômica presente em

    The Lincolnshire Ox

    , de George Stubbs, ou pelas cenas serenas e nostálgicas de uma era passada.

    O que verdadeiramente distingue a Walker Art Gallery é o seu papel como um centro cultural vivo e pulsante que permanece profundamente acessível a todos. Com entrada gratuita, ela garante que a arte de classe mundial nunca seja um luxo reservado a poucos, mas um patrimônio compartilhado, disponível para cada alma em busca de inspiração.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de A Monkey

    artsdot.com/pt/art/download/george-stubbs-a-monkey-AQRMSS-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Stubbs, George. A Monkey. 1799, Walker Art Gallery. https://artsdot.com/pt/art/george-stubbs-a-monkey-AQRMSS-en/
    APA
    Stubbs, George (1799). A Monkey [Painting]. Walker Art Gallery. https://artsdot.com/pt/art/george-stubbs-a-monkey-AQRMSS-en/
    Chicago
    George Stubbs. A Monkey. 1799. Walker Art Gallery. https://artsdot.com/pt/art/george-stubbs-a-monkey-AQRMSS-en/
    Harvard
    Stubbs, George (1799) A Monkey. Walker Art Gallery. Available at: https://artsdot.com/pt/art/george-stubbs-a-monkey-AQRMSS-en/

    Observe de perto

    A Monkey — George Stubbs

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: monkey, george stubbs, animal painting. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre Leão Atacando um Cavalo (1765), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Romanticism: Art that puts feeling, wildness and the power of nature above calm order and rules. Onde você pode observar isso nesta obra?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Quiz de arte

    A Monkey — George Stubbs

    O quanto você conhece esta obra de arte?

    Selecione uma resposta para cada uma das 5 perguntas abaixo. Cada uma possui exatamente uma resposta correta.

    1. 1. What is the primary subject of George Stubbs’s ‘A Monkey’?

      • A A portrait of a noblewoman
      • B A depiction of a monkey in a naturalistic setting
      • C An abstract landscape painting
    2. 2. According to the description, what is the monkey holding?

      • A A flower
      • B An apple
      • C A scroll
    3. 3. In what year was George Stubbs’s ‘A Monkey’ painted?

      • A 1750
      • B 1799
      • C 1824
    4. 4. The description mentions that Stubbs was commissioned to paint exotic animals. What was a primary purpose of this commission?

      • A To decorate royal palaces
      • B To illustrate scientific texts and educate the public about animal anatomy
      • C To create sentimental portraits of wealthy patrons
    5. 5. What artistic movement is George Stubbs associated with, according to the provided text?

      • A Rococo
      • B Romanticism
      • C Neoclassicism

    Minha pontuação: ____ de 5

    Gabarito — para o professor

    Isto inicia uma nova página impressa, de modo que ela pode simplesmente ser omitida das cópias.

    1A · 2A · 3A · 4A · 5A

    Confira qualquer resposta comparando com o registro do catálogo desta pintura

    Perguntas e Respostas

    Qual era a idade de George Stubbs ao criar "A Monkey" em 1799?

    Quando "A Monkey" foi criada em 1799, George Stubbs — nascido(a) em 1724 — tinha 75 anos.

    Onde posso baixar "A Monkey", de George Stubbs?

    A imagem de "A Monkey", de George Stubbs pode ser baixada na página de download da obra: Download download de imagem digital em alta resolução.

    Qual tamanho de impressão é sugerido para "A Monkey" em um(a) Living Room?

    Para um(a) Living Room, o tamanho de impressão recomendado para "A Monkey", de George Stubbs é Medium.