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Guia de Obras de Estudantes

A Deeside Stackyard in Winter

Nome Turma Data

David Macbeth Sutherland, A Deeside Stackyard in Winter (1940), Royal Scottish Academy of Art - Architecture. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Informações principais

Artista
David Macbeth Sutherland artsdot.com/pt/artists/david-macbeth-sutherland_pt/
Datas do artista
1883 – 1973
Pintura
1940
Dimensões originais
61 x 85 cm
Realizado em
Royal Scottish Academy of Art - Architecture artsdot.com/pt/museums/royal-scottish-academy-of-art-architecture-edimburgo_pt/

No contexto

A Deeside Stackyard in Winter — David Macbeth Sutherland

Dimensões

As dimensões originais são 61 × 85 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Ano de criação

  1. 1880
  2. 1890
  3. 1900
  4. 1910
  5. 1920
  6. 1930
  7. 1940
  8. 1950
  9. 1960
  10. 1970

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 90 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 57. O artista viveu até aos 90. 10 das 17 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de David Macbeth Sutherland (1883–1973) ▲ esta obra, 1940 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1924 Principais anos de atividade: 1924–1940 Obras tardias: a partir de 1940

Essas três faixas dividem as obras que este catálogo data em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a vida do artista traçada neles

Obras comparáveis

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: artsdot.com/pt/art/similar/david-macbeth-sutherland-a-deeside-stackyard-in-winter-AQSFWT-en/

Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Walnut #835c3a

    Paleta catalogada

    • #835C3A
    • #9F7A54
    • #443121
    • #64442A

    Estas cores dentro de toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Earthy A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Walnut
    Intensidade
    Balanced O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Serene O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Unified Palette A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Shadow O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Balanced Soft Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • com menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de David Macbeth Sutherland nos últimos doze meses — 2 países ao todo. De onde vêm estes números

    Os dez principais países

    1. 1 China 61,5%
    2. 2 Reino Unido 38,5%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 11 obras mais visualizadas de David Macbeth Sutherland

    1. 1 Bank Holiday, Portobello Beach, 1932 30,8%
    2. 2 James Cowie (1886–1956), RSA, 1935 7,7%
    3. 3 Breton Dancers, Concarneau, 1924 7,7%
    4. 4 Breton Peasant, 1923 7,7%
    5. 5 War in the Forest Newfoundland Lumberjacks at Work in Scotland, 1940 7,7%
    6. 6 Drambuie, Wester Ross (recto) 7,7%
    7. 7 The Demolition of the Crown Hotel, Edinburgh, 1925 7,7%
    8. 8 Approach of Winter, Kincardineshire, 1949 7,7%
    9. 9 Barn Interior with a Woman Milking a Cow and a Man Entering a Barn 7,7%
    10. 10 Dr James Cromar Watt (d.c.1941), LLD 7,7%
    11. A Deeside Stackyard in Winter, 1940 esta pintura 0,0%

    Juntas, estas obras representam 100,0% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 26 obras deste artista, das quais 10 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ainda não foi visualizada nesse período — ela encerra a lista sem uma classificação. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    David Macbeth Sutherland

    Nascido em Filadélfia, Estados Unidos

    A Life Captured in Light and Landscape

    Born in the rugged beauty of Wick, Caithness, David Macbeth Sutherland emerged as a profound voice in Scottish art, weaving together the textures of his homeland with a sophisticated, impressionistic sensibility. His journey from a student of law to a master of the brush is a testament to a deep-seated passion for visual storytelling. After moving to Edinburgh to work as an apprentice in a lithographic business, Sutherland found his true calling within the halls of the Royal Scottish Academy (RSA) and the Edinburgh College of Art. Under the guidance of mentors like Charles Mackie, he honed a technique that could oscillate between the delicate precision of watercolor and the evocative, textured depth of oil on canvas.

    His early development was marked by a spirit of exploration, fueled by the prestigious RSA Carnegie Travelling Scholarship in 1911. This opportunity allowed him to wander through Spain, France, and the Netherlands, absorbing the light and atmosphere of the continent. These travels enriched his palette and expanded his vision, bringing a cosmopolitan flair back to the Scottish landscapes he so dearly loved. Alongside fellow artists, he became a pivotal figure in the revival of the Edinburgh Group, contributing to a vibrant era of artistic community and shared studio spaces in Edinburgh.

    The Soul of the Scottish Landscape

    Sutherland’s oeuvre is a love letter to the varied terrains of Scotland and beyond. He possessed a remarkable ability to capture the ephemeral qualities of nature—the hazy mountains of Wester Ross, the serene greens of a quiet noon, and the shifting urban realities of Edinburgh. His work often transcends mere representation, utilizing impressionistic brushwork to evoke the emotional weight of a place. Whether depicting the ruggedness of Drambuie or the architectural transformations of his city, his paintings resonate with an intimate connection to the land.

    Beyond the landscapes, Sutherland was also a gifted portraitist, capable of capturing the dignity and character of his subjects. His versatility allowed him to move seamlessly between the vastness of the outdoors and the focused intimacy of a studio portrait. This duality in his work—the ability to command both the grand scale of nature and the subtle nuances of human expression—cemented his reputation as a versatile and deeply perceptive artist.

    Legacy and Artistic Leadership

    The later years of Sutherland's life were defined by a significant commitment to the cultivation of future generations. His long tenure as the Director of Gray's School of Art in Aberdeen allowed him to shape the trajectory of art education in Scotland. This period of leadership was not merely administrative; it was an extension of his lifelong devotion to the arts. Even during the tumultuous years of World War II, his artistic spirit remained undimmed, serving as an Official War Artist and recording the poignant scenes of Newfoundland lumberjacks on Deeside.

    Sutherland's historical significance lies in his ability to bridge the gap between traditional Scottish themes and modern impressionistic techniques. His life, marked by both personal bravery—having been awarded the Military Cross—and academic excellence, reflects a man who was as much a part of the history he painted as the landscapes themselves. Through his paintings and his teaching, the essence of the Scottish spirit continues to endure.

    Museu

    Royal Scottish Academy of Art - Architecture

    Em exibição em Edimburgo, United Kingdom

    A Royal Scottish Academy - Um Bastion da Criatividade Escocesa

    A Royal Scottish Academy ergue-se como uma instituição singular—um testemunho do espírito artístico duradouro da Escócia, aninhado no histórico Mound de Edimburgo, onde tradição e inovação convergem numa celebração das artes visuais e da arquitetura. Fundada em 1826 por onze artistas que buscavam maior autonomia das instituições estabelecidas, a RSA cimentou rapidamente sua posição como defensora do talento escocês e da excelência artística. Sua história é uma de evolução—das lutas iniciais por reconhecimento ao tornar-se hoje o farol nacional da criatividade—uma jornada marcada por exposições inovadoras e um compromisso inabalável com o amadurecimento de artistas emergentes.

    Um Legado de Mestres:

    A coleção da Academia ostenta obras-primas que atravessam séculos, exibindo o brilho de luminárias escocesas como James Guthrie, Joan Eardley, William Gillies e John Philip Busby. As paisagens evocativas de Guthrie capturam a beleza crua das terras altas da Escócia, enquanto os retratos de Eardley oferecem vislumbres pungentes da vida de pessoas comuns—um reflexo do empenho da RSA em retratar a experiência humana autêntica.

    Grandiosidade Arquitetônica:

    A própria sede da RSA é uma obra-prima—o magnífico edifício no Mound, projetado por William Henry Playfair em estilo neoclássico e concluído em 1859. Sua fachada imponente exala um ar de autoridade artística e elegância atemporal, incorporando a crença da Academia de que a arquitetura pode inspirar a criatividade e fomentar a contemplação.

    O Projeto Weston Link:

    As recentes reformas, parte do Projeto Weston Link, integraram perfeitamente o edifício da RSA ao complexo da Galeria Nacional Escocesa, criando um destino cultural dinâmico—um espaço onde os visitantes podem explorar a história da arte lado a lado com empreendimentos artísticos contemporâneos.

    Um Centro de Diálogo Artístico:

    Ao longo de sua história, a RSA fomentou o diálogo crítico e o engajamento público através de exposições anuais que exibem artistas tanto consagrados quanto emergentes. Esses eventos servem como plataformas para explorar questões sociais prementes e celebrar o rico patrimônio cultural da Escócia.

    Apoio às Gerações Futuras:

    A RSA apoia ativamente arquitetos e artistas aspirantes—fornecendo prêmios, residências e oportunidades de desenvolvimento profissional—garantindo que o futuro criativo da Escócia permaneça vibrante e inovador.

    Explorando os Destaques da Coleção

    A coleção da Academia abrange uma diversa gama de meios artísticos—pinturas, esculturas, desenhos e gravuras—representando movimentos do Romantismo ao Modernismo. Peças notáveis incluem “O Pastorzinho” de Guthrie, capturando a majestade rude das paisagens escocesas; os retratos de mulheres rurais da Escócia por Eardley, imbuídos de empatia e sensibilidade; as representações dramáticas da paisagem escocesa durante a Primeira Guerra Mundial por Gillies; e as meticulosas ilustrações ornitológicas de Busby—um testemunho de seu rigor científico combinado com habilidade artística. Cada obra de arte conta uma história—refletindo as correntes sociais, culturais e intelectuais de seu tempo.

    O Edifício Playfair: Uma Joia Arquitetônica

    O edifício de William Henry Playfair no Mound é mais do que apenas uma galeria; é a personificação dos ideais neoclássicos—simetria, grandiosidade e proporção—projetado para inspirar admiração e contemplação. Seus pórticos iônicos hexástilos dominam a fachada, simbolizando estabilidade e iluminação intelectual. As recentes reformas revitalizaram os espaços internos—criando áreas de visualização confortáveis e melhorando a acessibilidade para os visitantes—preservando este marco arquitetônico para as gerações futuras.

    Exposições Notáveis ao Longo da História

    Desde sua fundação em 1826, a RSA está na vanguarda da inovação artística—realizando exposições que defendem obras pioneiras e fomentam o debate crítico sobre história da arte. Os eventos anuais da Academia atraíram consistentemente artistas e acadêmicos de destaque de toda a Escócia e internacionalmente—solidificando sua reputação como força vital na moldagem da paisagem cultural escocesa. As exposições exploraram temas que vão desde a identidade escocesa até a justiça social—desafiando os espectadores a confrontar questões complexas e apreciar diversas perspectivas.

    O Que Torna a RSA Única?

    A RSA distingue-se por seu compromisso inabalável com o fomento da excelência artística—apoiando artistas emergentes, promovendo a inovação arquitetônica e preservando o patrimônio cultural escocês. Sua independência de influências governamentais garante que permaneça fiel à sua missão central—celebrar a criatividade e nutrir o talento—um legado que continua a inspirar artistas e acadêmicos por igual. A RSA se ergue como um símbolo do espírito artístico duradouro da Escócia—um lugar onde tradição encontra inovação—e onde a busca pela beleza serve como catalisador para o engajamento intelectual e o progresso social.

    Saiba mais

    Disponível online

    QR code que direciona para a página de download de A Deeside Stackyard in Winter

    artsdot.com/pt/art/download/david-macbeth-sutherland-a-deeside-stackyard-in-winter-AQSFWT-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Sutherland, David Macbeth. A Deeside Stackyard in Winter. 1940, Royal Scottish Academy of Art - Architecture. https://artsdot.com/pt/art/david-macbeth-sutherland-a-deeside-stackyard-in-winter-AQSFWT-en/
    APA
    Sutherland, David Macbeth (1940). A Deeside Stackyard in Winter [Painting]. Royal Scottish Academy of Art - Architecture. https://artsdot.com/pt/art/david-macbeth-sutherland-a-deeside-stackyard-in-winter-AQSFWT-en/
    Chicago
    David Macbeth Sutherland. A Deeside Stackyard in Winter. 1940. Royal Scottish Academy of Art - Architecture. https://artsdot.com/pt/art/david-macbeth-sutherland-a-deeside-stackyard-in-winter-AQSFWT-en/
    Harvard
    Sutherland, David Macbeth (1940) A Deeside Stackyard in Winter. Royal Scottish Academy of Art - Architecture. Available at: https://artsdot.com/pt/art/david-macbeth-sutherland-a-deeside-stackyard-in-winter-AQSFWT-en/

    Observe de perto

    A Deeside Stackyard in Winter — David Macbeth Sutherland

    Olhar de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre Don Diego de Acedo (after Diego Velázquez) (1911), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. David Macbeth Sutherland tinha cerca de 57 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?
    5. O que o artista pode ter querido que você sentisse?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Com que idade David Macbeth Sutherland criou "A Deeside Stackyard in Winter"?

    Quando "A Deeside Stackyard in Winter" foi criada em 1940, David Macbeth Sutherland — nascido(a) em 1883 — tinha 57 anos.

    Quem é o artista por trás de "A Deeside Stackyard in Winter"?

    O artista por trás de "A Deeside Stackyard in Winter" é David Macbeth Sutherland. A obra está catalogada sob o nome de David Macbeth Sutherland.

    Como posso adquirir uma impressão de "A Deeside Stackyard in Winter" de David Macbeth Sutherland?

    Para obter uma impressão de "A Deeside Stackyard in Winter" de David Macbeth Sutherland, basta encomendá-la na sua página de Impressão Fine Art: uma impressão fine art em tela de algodão ou papel canvas de arquivo.