Papel

Guia de Obras de Estudantes

Pelé

Nome Turma Data

David Drew Zingg, Pelé (1966), Instituto Moreira Salles. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Informações principais

Artista
David Drew Zingg artsdot.com/pt/artists/david-drew-zingg/
Datas do artista
1923 – 2000
Pintura
1966
Realizado em
Instituto Moreira Salles artsdot.com/pt/museums/instituto-moreira-salles-rio-de-janeiro_pt/

No contexto

Pelé — David Drew Zingg

Ano de criação

  1. 1920
  2. 1930
  3. 1940
  4. 1950
  5. 1960
  6. 1970
  7. 1980
  8. 1990
  9. 2000

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 77 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 43. O artista viveu até aos 77. 2 das 10 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de David Drew Zingg (1923–2000) ▲ esta obra, 1966 cada pintura datada, década por década

Obras comparáveis

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: artsdot.com/pt/art/similar/david-drew-zingg-pele-D72EU4-en/

Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Plum #aeb3d1

    Paleta catalogada

    • #AEB3D1
    • #281529
    • #4A4375
    • #7D7FAE

    Estas cores dentro de toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Nome da cor principal
    Plum
    Intensidade
    Balanced O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Bold O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Unified Palette A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Balanced O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Balanced Soft Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • com menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de David Drew Zingg nos últimos doze meses — 1 países ao todo. De onde vêm estes números

    Os dez principais países

    1. 1 China 100,0%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 2 obras mais visualizadas de David Drew Zingg

    1. 1 Leila Diniz, 1971 100,0%
    2. — Pelé, 1966 esta pintura 0,0%

    Juntas, estas obras representam 100,0% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 10 obras deste artista, das quais 1 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ainda não foi visualizada nesse período — ela encerra a lista sem uma classificação. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    David Drew Zingg

    Nascido em Montclair, United States of America

    David Drew Zingg: A Life in Photography and Journalism

    Born: December 14, 1923, Montclair, New Jersey, USA

    Died: July 28, 2000, São Paulo, Brazil

    Early Life and Career

    David Drew Zingg was born in Montclair, United States of America, on December 14, 1923. He received his education at Columbia University in New York City, where he majored in history and literature. His initial foray into the professional world began with a position in the newsroom of NBC. During World War II, Zingg volunteered for the U.S. Army Air Force, serving in England. He then transitioned to becoming a war correspondent for the Armed Services Radio, covering events in France and Germany.

    A Photographer's Journey & Brazilian Immersion

    In 1950, Zingg married Elizabeth Foulk, and together they had three sons: Peter, Christopher, and Drew. His professional path took a turn when he briefly served as the editor of the United Fruit Company’s internal publication, Unifruitco. Subsequently, he worked as an editor, writer, and reporter for prominent magazines like Look and Life in New York City.

    Zingg's career truly blossomed as a freelance photographer. He contributed his work to numerous prestigious publications including Look, Life, Esquire, Show, Town & Country, GQ, Sports Illustrated, Vogue, Interview, El Paseante, Zoom, Modern Photography, and Popular Photography. His photographs also graced the pages of major newspapers like The New York Times, The London Sunday Times, The Sunday Telegraph, and The Observer.

    Notable Works & Cultural Contributions

    Zingg’s photographic work is particularly recognized for his documentation of Brazil's development. He captured significant moments in the construction of Brasilia, showcasing the nation's progress and transformation. Beyond photography, Zingg played a crucial role in arranging the landmark 1962 Bossa Nova concert at New York's Carnegie Hall, an event that helped popularize the genre internationally.

    Coverage of Brazil’s Development: His photographs documented the construction of Brasilia and other key moments in Brazilian history.

    Bossa Nova Concert at Carnegie Hall (1962): Zingg was instrumental in organizing this pivotal event, bringing Brazilian music to a wider audience.

    Portraits of Celebrities & Intellectuals: He captured iconic images of figures like John F. Kennedy, Winston Churchill, Che Guevara, and numerous artists and musicians.

    Legacy and Recognition

    David Drew Zingg’s contributions to photography and journalism are enduring. His work is preserved in esteemed institutions such as the George Eastman Museum and the National Portrait Gallery. He left behind a rich visual record of his time, particularly his extensive documentation of Brazilian culture and society. His ability to capture candid moments and significant events solidified his place as a notable photojournalist.

    Museu

    Instituto Moreira Salles

    Em exibição em Rio de Janeiro, Brasil

    Um Santuário da Criatividade Brasileira: A Alma do IMS Rio

    Aninhado no abraço verdejante do Rio de Janeiro, o

    Instituto Moreira Salles

    (IMS) ergue-se como um testemunho luminoso do espírito duradouro da cultura brasileira. Não é meramente um museu, mas um santuário vivo e pulsante onde a história e a modernidade convergem em uma dança fluida de luz e sombra. Fundada em 199延 por Walter Moreira Salles, o visionário banqueiro e diplomata, a instituição nasceu de um impulso profundo de preservar as camadas multifacetadas da identidade do Brasil. O que começou como um esforço cultural focado floresceu para se tornar um pilar multifacetado das artes, com sua unidade no Rio de Janeiro servindo como uma interseção deslumbrante entre a curiosidade intelectual e o esplendor natural. Para o amante da arte ou o colecionador exigente, o IMS oferece mais do que apenas uma exposição; oferece um encontro profundo com a própria essência da alma brasileira.

    A experiência arquitetônica do IMS Rio é, por si só, uma obra-prima de elegância modernista. Projetada por Olavo Redig de Calas na década de 1950, a estrutura encarna o ideal de meados do século XX de harmonia entre a inovação humana e o mundo orgânico. O design do edifício utiliza amplas paredes de vidro e corredores abertos para dissolver as fronteiras entre as galerias internas e os arredores exuberantes. Este diálogo com a natureza é elevado ainda mais pela lendária arquitetura paisagística de

    Roberto Burle Marx

    . Seus jardins meticulosamente elaborados, apresentando a flora nativa brasileira disposta em padrões rítmicos e geométricos, atuam como esculturas vivas que emolduram as linhas modernistas do museu. Para o designer de interiores ou admirador da estética espacial, a maneira como a luz solar filtra através da copa da Floresta da Tijuca para iluminar os salões do museu proporciona uma lição inigualável de composição atmosférica e contemplação serena.

    Um Caleidoscópio de Patrimônio Visual e Auditivo

    No coração da experiência do IMS reside sua coleção extraordinária, um caleidoscópio de expressões culturais que abrange fotografia, música, literatura e cinema. O arquivo fotográfico é, talvez, a joia mais preciosa da instituição, abrigando o impressionante número de dois milhões de imagens que narram a evolução visual do Brasil do século XIX à era contemporânea. Os visitantes podem traçar a narrativa da nação através das lentes pioneiras de mestres como

    Augusto Malta

    e

    Marc Ferrez

    , avançando para obras modernas que abordam paisagens sociais e políticas complexas. Esta jornada visual é complementada por um profundo compromisso com o auditivo e o escrito; o instituto celebra os legados rítmicos do samba e da bossa nova, ao mesmo tempo em que fomenta uma vibrante comunidade literária por meio de debates curados e lançamentos de livros.

    É esta abordagem multidisciplinar — tratando a imagem, o som e a palavra como fios iguais em uma única tapeçaria — que torna o IMS um destino único para aqueles que buscam compreender a verdadeira amplitude do patrimônio brasileiro. Embora a unidade do Rio de Janeiro passe atualmente por um período ambicioso de renovação para expandir seu armazenamento e aprimorar a experiência do visitante, o espírito do Instituto Moreira Salles permanece vibrantemente ativo. Por meio de exposições colaborativas e recursos digitais, a instituição continua a diminuir a distância entre a preservação histórica e a inovação contemporânea. Enquanto o museu se prepara para revelar seu espaço físico revitalizado em 2025, ele se posiciona pronto para reafirmar seu papel como um farol de criatividade, garantindo que o legado de Walter Moreira Salles continue a iluminar o caminho rumo a um futuro definido pela riqueza cultural e pela descoberta artística.

    Saiba mais

    Disponível online

    QR code que direciona para a página de download de Pelé

    artsdot.com/pt/art/download/david-drew-zingg-pele-D72EU4-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Zingg, David Drew. Pelé. 1966, Instituto Moreira Salles. https://artsdot.com/pt/art/david-drew-zingg-pele-D72EU4-en/
    APA
    Zingg, David Drew (1966). Pelé [Painting]. Instituto Moreira Salles. https://artsdot.com/pt/art/david-drew-zingg-pele-D72EU4-en/
    Chicago
    David Drew Zingg. Pelé. 1966. Instituto Moreira Salles. https://artsdot.com/pt/art/david-drew-zingg-pele-D72EU4-en/
    Harvard
    Zingg, David Drew (1966) Pelé. Instituto Moreira Salles. Available at: https://artsdot.com/pt/art/david-drew-zingg-pele-D72EU4-en/

    Observe de perto

    Pelé — David Drew Zingg

    Olhar de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre Eduardo Gonçalves de Andrade, soccer player Tostão, at the time of qualifying for the World Cup in Mexico (1969), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. David Drew Zingg tinha cerca de 43 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?
    5. O que o artista pode ter querido que você sentisse?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Quem vende cópias pintadas à mão de "Pelé" de David Drew Zingg?

    Você pode encomendar uma reprodução pintada à mão de "Pelé" de David Drew Zingg diretamente em sua página de Reprodução Pintada à Mão: uma reprodução a óleo pintada à mão sobre tela de linho, feita sob encomenda.

    Quão harmoniosas são as cores de "Pelé" de David Drew Zingg?

    "Pelé" de David Drew Zingg apresenta uma harmonia de cores Unified Palette.

    Como o contraste e a harmonia se combinam em "Pelé"?

    Em "Pelé", um Bold contraste é acompanhado por uma Unified Palette harmonia.