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Guia de Obras de Estudantes

Grainstack at Giverny

Nome Turma Data

Claude Monet, Grainstack at Giverny (1889). Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Claude Monet artsdot.com/pt/artists/claude-monet_pt/
Datas do artista
1840 – 1926
Pintura a óleo
1889
Técnica
Óleo sobre tela
Dimensões originais
65 x 81 cm
Movimento
Impressionist Landscape Painters working fast and outdoors to catch how light actually looked at one moment, rather than finishing smoothly in a studio.
Período
Século XIX
Ano
1889
Influências
Boudin, Natureza
Localização
Museu de Belas Artes, Boston
Meio
Óleo sobre tela

No contexto

Grainstack at Giverny — Claude Monet

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 65 × 81 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1840
  2. 1850
  3. 1860
  4. 1870
  5. 1880
  6. 1890
  7. 1900
  8. 1910
  9. 1920

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 86 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 49. O artista viveu até aos 86. 966 das 1565 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Claude Monet (1840–1926) ▲ esta obra, 1889 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1876 Principais anos de atividade: 1876–1897 Obras tardias: a partir de 1897

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: artsdot.com/pt/art/similar/claude-monet-grainstack-at-giverny-8XXEM3-pt/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Café expresso #5c3921

    Paleta catalogada

    • #5C3921
    • #A66C2F
    • #AEACC2
    • #735E54

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Tons escuros A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Café expresso
    Intensidade
    Equilibrado O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Equilibrado O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Forte unidade cromática A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Equilibrada O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Suave e equilibrada Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Claude Monet nos últimos doze meses — 101 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 36,4%387.300 visitas
    2. 2 Estados Unidos da América 9,6%102.600 visitas
    3. 3 Singapura 5,9%62.700 visitas
    4. 4 França 5,6%59.700 visitas
    5. 5 Hong Kong 5,6%59.600 visitas
    6. 6 Itália 4,2%45.000 visitas
    7. 7 Alemanha 2,5%26.900 visitas
    8. 8 Brasil 1,9%20.300 visitas
    9. 9 Espanha 1,7%18.300 visitas
    10. 10 Reino Unido 1,7%18.100 visitas
    11. · 91 outros países 24,9%264.800 visitas

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Claude Monet

    1. 1 Lírios d'Água (ou Ninféias) 4,1%59.100 visitas
    2. 2 Nenúfares, 1906 2,9%41.200 visitas
    3. 3 A Caminhada. Mulher com um Parasol, 1875 2,4%34.100 visitas
    4. 4 Gare Saint-Lazare, Paris, 1877 2,3%32.600 visitas
    5. 5 Nascente, 1873 2,0%28.700 visitas
    6. 6 Caminhada na Falésia em Pourville, 1882 1,6%22.800 visitas
    7. 7 Experience Claude Monet’s ‘Grainstack in the Morning.’ This Impressionist masterpiece captures winter light & atmosphere with loose brushstrokes. A serene, timeless piece for art lovers., 1890 1,5%22.200 visitas
    8. 8 Caminho no Jardim de Monet em Giverny, 1902 1,0%14.400 visitas
    9. 9 O Tâmisa abaixo de Westminster, 1871 0,9%12.500 visitas
    10. 10 Le bassin aux nympheas - reflets verts, 1920 0,9%12.400 visitas
    11. 11 A Ponte de Argenteuil, 1874 0,6%9.300 visitas
    12. 12 Iris em Jardim de Monet, 1900 0,6%9.100 visitas
    13. 13 Populares em Giverny, 1887 0,6%8.800 visitas
    14. 14 Jardim de Monet em Vétheuil, 1881 0,6%8.500 visitas
    15. 15 Madame Monet em Traje Japonês (La Japonaise), 1876 0,6%8.400 visitas
    16. 16 Camille Monet Na Morte, 1879 0,6%8.300 visitas
    17. 17 Ninféas em Rosa, 1900 0,5%7.400 visitas
    18. 18 Sinfonia em Cinza e Rosa da Catedral de Rouen, 1894 0,5%7.000 visitas
    19. 19 Boulevard da Capucines, 1874 0,4%6.200 visitas
    20. 477 Grainstack at Giverny, 1889 esta obra 0,0%700 visitas

    Juntas, estas obras representam 24,6% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 2202 obras deste artista, das quais 1854 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 477 posição entre elas, com 0,0% dessa atenção (700 visitas). Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Grainstack at Giverny — Claude Monet

    Notas sobre esta obra

    Elaborado para este guia a partir de fontes publicadas. O registro do catálogo propriamente dito encontra-se na primeira parte deste guia.

    Artista
    Claude Monet
    Dimensões
    65 x 81 cm
    Elementos
    Pilha de feno, luz solar
    Estilo
    Expressivo, atmosférico
    Movimento
    Impressionismo
    Tema
    Paisagem rural

    A Sinfonia da Luz e do Campo: Grainstack at Giverny

    Em 1889, no ápice de sua jornada impressionista, Claude Monet entregou ao mundo "Grainstack at Giverny", uma obra que transcende a mera representação de um simples amontoado de palha. É, na verdade, uma celebração da luz, do tempo e da atmosfera, capturada com a maestria única que consagrou o artista como um dos pilares da arte moderna. A tela convida o espectador a mergulhar em um cenário rural sereno, onde a beleza efêmera da natureza se revela em pinceladas vibrantes e luminosas.

    A Alma Impressionista: Técnica e Expressão

    O coração da obra reside na técnica inovadora de Monet – o plein air, ou seja, a pintura ao ar livre. Abandonando as convenções acadêmicas que valorizavam a precisão e o detalhe, ele se dedicava a registrar suas impressões imediatas da natureza, buscando capturar a fugacidade dos momentos. Em "Grainstack at Giverny", essa filosofia se manifesta em pinceladas soltas, rápidas e expressivas, aplicadas em camadas sobrepostas que criam uma textura rica e dinâmica. Observe como a palha é construída com toques vigorosos, revelando sua estrutura e volume, enquanto o céu se dissolve em nuances suaves de azul e violeta, sugerindo a presença tênue das nuvens. A utilização de pigmentos vibrantes, aplicados com destreza, confere à tela uma luminosidade intensa, como se a luz do sol estivesse dançando sobre os grãos de palha.

    Um Retrato da Giverny: Contexto Histórico e Simbolismo

    "Grainstack at Giverny" foi criada durante um período crucial na vida de Monet, quando ele havia estabelecido seu refúgio em Giverny, uma pequena vila nos arredores de Paris. Este local se tornou o epicentro de sua produção artística, onde ele cultivou um jardim exuberante e transformou sua casa em um laboratório de luz e cor. A pintura, portanto, é mais do que um simples cenário rural; ela representa a busca incessante de Monet por capturar a essência da paisagem guesniense, com suas nuances de luz e sombra, seus tons vibrantes e sua atmosfera única. O amontoado de palha em si carrega um simbolismo rico: representa a abundância da colheita, o trabalho árduo dos camponeses e a conexão entre o homem e a terra. A presença das árvores ao fundo, com suas linhas verticais delicadas, contrasta com a horizontalidade da palha, criando uma composição equilibrada e harmoniosa.

    Emoções em Pinceladas: A Beleza Fugaz

    Mais do que um retrato de um campo, "Grainstack at Giverny" evoca uma profunda sensação de nostalgia e contemplação. A luz suave e difusa, a paleta de cores quentes e terrosas, a atmosfera serena – tudo converge para criar uma experiência visualmente agradável e emocionalmente ressonante. A obra nos convida a apreciar a beleza dos momentos simples da vida rural, a refletir sobre o passageio do tempo e a importância de capturar a fugacidade da luz natural. É um lembrete poético de que a verdadeira arte reside na capacidade de transmitir emoções e sensações através da linguagem visual, transformando uma cena cotidiana em uma obra de arte atemporal.

    Uma Adição Elegante para Seu Espaço

    Esta reprodução de alta qualidade oferece aos amantes da arte, colecionadores e designers de interiores a oportunidade de trazer a serenidade impressionista para o seu ambiente. Sua combinação harmoniosa de cor, textura e atmosfera a torna uma peça central ideal para salas de estar, escritórios ou galerias que buscam evocar calma e inspiração. Seja como um ponto focal independente ou parte de uma coleção cuidadosamente selecionada, esta obra-prima de Monet promete elevar qualquer espaço com sua beleza eterna e profundidade emocional.

    Artista e museu

    Artista

    Claude Monet

    Nascido em Paris, França

    Infância, Família e Formação

    Nascido em Paris, França, em 14 de novembro de 1840, Claude Monet entrou em um mundo de expectativas divergentes. Enquanto seu pai, Claude-Adolphe Monet, vislumbrava um caminho profissional mais estável para seu filho, sua mãe, Louise-Justine Aubrée Monet, oferecia um apoio silencioso para suas crescentes inclinações criativas. A família acabou se estabelecendo em Le Havre, na Normandia, onde a atmosfera costeira deixaria uma impressão duradoura no jovem rapaz. Este período da infância foi marcado por um talento precoce para o desenho, uma habilidade que eventualmente o afastaria dos interesses comerciais que seu pai tanto preferia.

    A tragédia chegou em janeiro de 1857, quando Monet tinha apenas dezesseis anos. A morte de sua mãe, Louise-Justine, forçou uma mudança repentina em sua vida doméstica. Ele foi enviado para viver com sua tia, Marie-Jeanne Lecadre, uma viúva que possuía uma riqueza significativa e não tinha filhos. Essa transição proporcionou a estabilidade necessária para seu desenvolvimento formal. Foi durante esses anos formativos que ele conheceu Eugène Boudin, um homem que alteraria fundamentalmente sua perspectiva sobre o propósito da pintura. Boudin o introduziu à prática da pintura en plein air, encorajando-o a levar seus materiais para o ar livre para capturar a realidade imediata do mundo natural.

    Sua formação continuou nos ambientes estruturados de Paris. Ele buscou instrução na Académie Suisse, estudando sob a tutela do pintor de história acadêmico Charles Gleyre. Este período de estudos permitiu-lhe refinar suas habilidades técnicas enquanto navegava pela tensão entre os métodos acadêmicos tradicionais e a abordagem mais espontânea e observacional que ele começava a favorecer. Esses primeiros anos de instrução e perda moldaram os alicerces de uma carreira definida pela busca incessante da luz e da atmosfera.

    O Movimento e o Estilo Impressionista

    Como um dos fundadores do Impressionismo francês, Claude Monet atuou como um precursor fundamental para o modernismo. Ele foi o praticante mais consistente e prolífico da filosofia central do movimento, que buscava expressar as percepções individuais da natureza. Essa busca foi definida pela pintura de paisagem en plein air, um método que o exigia trabalhar diretamente em telas de grande escala ao ar livre. Frequentemente, ele retornava ao seu estúdio para retrabalhar e concluir essas peças, criando uma ponte entre a observação imediata do mundo exterior e o ambiente controlado do ateliê.

    Sua abordagem técnica baseava-se em cores puras e arranjos assimétricos de formas. Em vez de buscar uma representação estática, ele desenvolveu um método de pintar a mesma cena repetidas vezes para capturar os efeitos mutáveis da luz e a passagem das estações. Esse estudo repetitivo permitiu-lhe documentar como a atmosfera e o clima transformavam um único objeto. Sua obra afastou-se da precisão acadêmica, focando, em vez disso, nas qualidades efêmeras do ambiente.

    Impressão, Nascer do Sol (1873)

    A Ponte na Estrada em Argenteuil (1874)

    O Passeio. A Dama com o Guarda-Sol (1875)

    Vida e Obras em Argenteuil

    Em 1871, Claude Monet mudou-se para Argenteuil, uma vila situada a noroeste de Paris. Este período marcou uma mudança significativa em seu cenário social e criativo. À medida que seus colegas frequentemente se juntavam a ele na vila, a área tornou-se intimamente associada ao florescente movimento impressionista. O cenário proporcionava um ritmo constante de vida e luz que definiria grande parte de sua produção durante esses anos.

    Sua vida doméstica estava profundamente entrelaçada com sua prática artística. Sua primeira esposa, Camille Doncieux, tornou-se uma presença frequente em suas composições, servindo como modelo para suas pinturas figurativas ao longo das décadas de 1860 e 1870. Na primavera de 1872, ele voltou sua atenção para os arredores imediatos de sua casa, produzindo várias telas dentro de seu próprio jardim. Essas obras capturaram as mudanças sazonais da paisagem local através de uma lente de observação direta.

    Primavera (1872)

    O Sena em Argenteuil (cerca de 1874)

    Os Anos em Giverny

    Em 1883, Claude Monet mudou-se para uma casa e propriedade em Giverny, uma vila a noroeste de Paris. Esta mudança marcou o início de uma residência de quarenta e três anos que definiria a sua existência tardia. Ele não apenas habitou o espaço; ele o moldou ativamente, embarcando num vasto projeto de paisagismo que transformou os terrenos num sujeito vivo. As suas mãos estavam tão envolvidas na cultura da terra quanto na aplicação do pigmento, à medida que plantava milhares de flores e projetava um lago de nenúfares para servir como ponto focal para as suas observações.

    O jardim tornou-se um santuário de luz e de mudanças sazonais. Durante os últimos trinta e um anos da sua vida, o seu foco artístico estreitou-se para as especificidades deste ambiente. Ele procurou documentar a forma como a luz interagia com a água e a flora, trabalhando frequentemente diretamente no jardim para capturar as sensações imediatas da paisagem. Este período foi caracterizado por uma devoção à atmosfera mutável da sua propriedade privada, onde as fronteiras entre o jardim cultivado e a tela começaram a desvanecer-se.

    Íris no Jardim de Monet (1900)

    Caminho no Jardim de Monet em Giverny (1902)

    A Ponte Japonesa (1918)

    Obras-Primas e a Magia das Séries

    A contribuição de Claude Monet para a evolução da arte moderna foi consolidada por uma obra singular que, inadvertidamente, definiu todo um movimento. Sua pintura de 1873, Impressão, Nascer do Sol, conferiu o nome ao Impressionismo, mesmo quando sua pincelada solta e formas indistintas atraíram, inicialmente, o escárnio do establishment. Esta obra sinalizou um rompimento com as expectativas rígidas do Salão, privilegiando a percepção imediata da luz em detrimento do acabamento polido da tradição acadêmica.

    Conforme sua carreira progredia, seu foco deslocou-se para o estudo repetitivo de um único tema, buscando capturar as nuances mutáveis da luz, do clima e do tempo. Este método de criar pinturas em séries permitiu-lhe documentar como uma mesma cena se transformava sob diferentes condições atmosféricas. Ele aplicou essa observação rigorosa a diversos assuntos, incluindo Palheiros, Catedrais de Rouen e Choupos. Através desses estudos, ele buscou retratar não apenas o objeto em si, mas o próprio ar e a luz que o envolviam.

    A manifestação mais extensa dessa obsessão ocorreu em seus anos tardios em Giverny. Lá, ele produziu uma vasta série de aproximadamente 250 pinturas a óleo intituladas Nenúfares (Nymphéas). Estas obras concentravam-se em seu jardim de flores e no lago de ninféias, frequentemente pintadas enquanto ele lidava com a visão de sua própria fragilidade. A série representa um compromisso profundo com o efêmero, tentando fixar o movimento da água e o reflexo das nuvens sobre sua superfície.

    Impressão, Nascer do Sol (1873)

    Nenúfares (Nymphéas)

    Círculo de Artistas e Influências

    A trajetória artística de Claude Monet foi moldada por uma série de encontros vitais e mentorias que o afastaram das restrições rígidas da tradição acadêmica. Sua formação inicial foi significativamente influenciada por Eugène Boudin, que o introduziu à prática da pintura en plein air. Essa ênfase em trabalhar ao ar livre permitiu-lhe observar os efeitos imediatos da luz sobre a paisagem, um método que viria a definir toda a sua carreira. Ele também buscou inspiração no paisagista holandês Johan Jongkind, cuja abordagem da natureza ajudou a refinar sua visão do mundo natural.

    Nos ateliês de Paris, seu desenvolvimento foi impulsionado pela companhia de colegas que se tornariam centrais para a evolução da pintura moderna. Ao estudar com Charles Gleyre na Académie Suisse, ele foi colega de classe de Auguste Renoir, ao lado de Frédéric Bazille e Camille Pissarro. Essas amizades foram mais do que meras conexões sociais; foram os alicerces de uma rebelião compartilhada contra o estabelecido Salão. Ao longo de sua carreira, ele trabalhou e expôs ao lado de figuras como Edgar Degas e Édouard Manet, contribuindo para uma mudança coletiva na forma como a luz e a atmosfera eram percebidas na tela.

    Impressão, Nascer do Sol (1873)

    A Ponte Japonesa (1918)

    Nenúfares (Nymphéas) (1906)

    Anos Tardios e Morte

    As últimas décadas da vida de Claude Monet estiveram profundamente entrelaçadas com a paisagem que ele havia cultivado de forma tão meticulosa. Em 1892, ele se casou com Alice Hoschedé, uma união que trouxe um senso de estabilidade enquanto ele continuava seu estudo obsessivo sobre a luz e a atmosfera. Seu foco estreitou-se em direção ao jardim aquático em Giverny, onde o jogo de reflexos e flora tornou-se sua principal preocupação. Este período foi marcado por uma busca implacável pelo efêmero, muitas vezes trabalhando através dos desafios físicos de uma visão decadente para capturar as nuances mutáveis de seu entorno.

    À medida que sua vida se aproximava do fim, a escala de sua visão expandiu-se. Ele moveu-se em direção a obras de grandes dimensões que buscavam envolver o espectador, particularmente através de sua série de pinturas de nenúfares. Estas obras não eram meras representações de um lago, mas sim tentativas de registrar o próprio ato da percepção. Sua morte ocorreu em 5 de dezembro de 1926, deixando para trás um corpo de trabalho que alterou fundamentalmente a maneira como a natureza era observada na tela.

    A transição de sua vida pessoal para sua presença pública completou-se pouco após seu falecimento. Em maio de 1927, o Musée de l'Orangerie abriu suas portas ao público, proporcionando um lar permanente para seus murais de grande escala. Este espaço foi concebido para honrar a atmosfera específica que ele passou seus anos finais tentando traduzir em tinta.

    Legado e Influência Global

    A influência de Claude Monet expandiu-se significativamente durante a segunda metade do século XX, à medida que a sua presença no imaginário global crescia. Ele permanece como um titã indiscutível do Impressionismo, tendo sido uma figura fundamental no movimento que transformou a pintura francesa durante a segunda metade do século XIX. A sua abordagem à luz e à atmosfera alterou fundamentalmente a forma como os pintores percebiam o mundo natural, afastando-se da rigidez académica em direção a uma experiência sensorial mais imediata da paisagem.

    O seu foco, no final da carreira, nas pinturas de nenúfares, produziu um corpo de obra que se encontra entre os mais reconhecidos e celebrados do século XX. Estas obras, frequentemente caracterizadas pela sua escala e pelo foco nos reflexos dentro do seu jardim em Giverny, transcenderam a mera paisagem para explorar a própria essência da percepção. Ao documentar as qualidades mutáveis da luz através do estudo repetitivo, ele forneceu um modelo para o modernismo, influenciando gerações de artistas que procuravam capturar a natureza efêmera da visão e da cor.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Grainstack at Giverny

    artsdot.com/pt/art/download/claude-monet-grainstack-at-giverny-8XXEM3-pt/

    Como citar esta obra

    MLA
    Monet, Claude. Grainstack at Giverny. 1889, https://artsdot.com/pt/art/claude-monet-grainstack-at-giverny-8XXEM3-pt/
    APA
    Monet, Claude (1889). Grainstack at Giverny [Painting]. https://artsdot.com/pt/art/claude-monet-grainstack-at-giverny-8XXEM3-pt/
    Chicago
    Claude Monet. Grainstack at Giverny. 1889. https://artsdot.com/pt/art/claude-monet-grainstack-at-giverny-8XXEM3-pt/
    Harvard
    Monet, Claude (1889) Grainstack at Giverny. Available at: https://artsdot.com/pt/art/claude-monet-grainstack-at-giverny-8XXEM3-pt/

    Observe de perto

    Grainstack at Giverny — Claude Monet

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: haystack, giverny, sunset. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre Lírios d'Água (ou Ninféias), visto anteriormente neste guia. Nomeie duas características que esta obra compartilha com a anterior e uma que seja diferente.
    5. Impressionist Landscape: Painters working fast and outdoors to catch how light actually looked at one moment, rather than finishing smoothly in a studio. Onde você pode observar isso nesta obra?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Quiz de arte

    Grainstack at Giverny — Claude Monet

    O quanto você conhece esta obra de arte?

    Selecione uma resposta para cada uma das 5 perguntas abaixo. Cada uma possui exatamente uma resposta correta.

    1. 1. Qual o estilo artístico predominante na pintura "Grainstack at Giverny"?

      • A Realismo
      • B Impressionismo
      • C Cubismo
    2. 2. Em que ano foi criada a pintura "Grainstack at Giverny"?

      • A 1870
      • B 1889
      • C 1900
    3. 3. Qual o principal tema da pintura "Grainstack at Giverny"?

      • A Retrato de um indivíduo
      • B Paisagem rural com feno
      • C A vida urbana em Paris
    4. 4. O que a técnica de 'plein air' representa no contexto da obra?

      • A Pintura em ambientes fechados com luz artificial
      • B Pintura ao ar livre, diretamente da natureza
      • C Uso exclusivo de tintas a óleo
    5. 5. Qual o significado simbólico do céu na pintura "Grainstack at Giverny"?

      • A Representa a riqueza e prosperidade
      • B Simboliza a transitoriedade da luz e o tempo
      • C Indica a força e estabilidade da natureza

    Minha pontuação: ____ de 5

    Gabarito — para o professor

    Isto inicia uma nova página impressa, de modo que ela pode simplesmente ser omitida das cópias.

    1A · 2B · 3B · 4B · 5B

    Confira qualquer resposta comparando com o registro do catálogo desta pintura

    Perguntas e Respostas

    Qual era a idade de Claude Monet ao criar "Grainstack at Giverny" em 1889?

    Claude Monet criou "Grainstack at Giverny" aos 49 anos. O artista nasceu em 1840 e a obra data de 1889.

    Qual é a intensidade das cores em "Grainstack at Giverny", de Claude Monet?

    A intensidade de cor de "Grainstack at Giverny" é Equilibrado. A intensidade descreve o quão vibrantes as cores parecem ser.

    A que período pertence a obra "Grainstack at Giverny", de Claude Monet?

    "Grainstack at Giverny" pertence ao período Século XIX.