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Guia de Obras de Estudantes

The Table

Nome Turma Data

Chaim Soutine, The Table (1919), Musée de l'Orangerie. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Chaim Soutine artsdot.com/pt/artists/chaim-soutine_pt/
Datas do artista
1893 – 1943
Pintura a óleo
1919
Dimensões originais
91.0 x 100.0cm
Realizado em
Musée de l'Orangerie artsdot.com/pt/museums/musee-de-l-orangerie-paris_pt/

No contexto

The Table — Chaim Soutine

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 91 × 100 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1890
  2. 1900
  3. 1910
  4. 1920
  5. 1930
  6. 1940

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 50 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 26. O artista viveu até aos 50. 10 das 65 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Chaim Soutine (1893–1943) ▲ esta obra, 1919 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1920 Principais anos de atividade: 1920–1925 Obras tardias: a partir de 1925

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: artsdot.com/pt/art/similar/chaim-soutine-the-table-wd-aa-mudx2on4-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Driftwood #a79650

    Paleta catalogada

    • #A79650
    • #2D3323
    • #984424
    • #61643A

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Nome da cor principal
    Driftwood
    Intensidade
    Balanced O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Balanced O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Softly Mixed Palette A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Shadow O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Balanced Soft Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Chaim Soutine nos últimos doze meses — 10 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 54,0%3.400 visitas
    2. 2 Estados Unidos da América 15,9%1.000 visitas
    3. 3 Itália 14,3%900 visitas
    4. 4 Bulgária 3,2%200 visitas
    5. 5 Espanha 3,2%200 visitas
    6. 6 Finlândia 3,2%200 visitas
    7. 7 Argentina 1,6%100 visitas
    8. 8 França 1,6%100 visitas
    9. 9 Hong Kong 1,6%100 visitas
    10. 10 México 1,6%100 visitas

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Chaim Soutine

    1. 1 O Pássaro Pendurado, 1925 9,6%800 visitas
    2. 2 The old mill 8,4%700 visitas
    3. 3 Return from School After the Storm 7,2%600 visitas
    4. 4 Untitled (1411) 6,0%500 visitas
    5. 5 Portrait of Emile Lejeune, 1925 4,8%400 visitas
    6. 6 (Carcass of beef) Minneapolis Institute of Arts, 1926 4,8%400 visitas
    7. 7 untitled (4171) 3,6%300 visitas
    8. 8 Still Life with Fowl [Nature Morte à La Volaille], 1918 2,4%200 visitas
    9. 9 Servant Girl in Blue, 1934 2,4%200 visitas
    10. 10 View of Cagnes 2,4%200 visitas
    11. 11 untitled (3759) 2,4%200 visitas
    12. 12 untitled (6510) 2,4%200 visitas
    13. 13 untitled (3714) 2,4%200 visitas
    14. 14 untitled (5980) 2,4%200 visitas
    15. 15 untitled (1693) 2,4%200 visitas
    16. 16 untitled (5106) 2,4%200 visitas
    17. 17 untitled (2219) 2,4%200 visitas
    18. 18 untitled (8701) 2,4%200 visitas
    19. 19 Landscape at Céret [Paysage à Céret], 1922 1,2%100 visitas
    20. — The Table, 1919 esta obra 0,0%0 visitas

    Juntas, estas obras representam 72,0% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 118 obras deste artista, das quais 42 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ainda não foi visualizada neste período — ela encerra a lista sem uma classificação. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    Chaim Soutine

    Nascido em Smilavichy, Bielorrússia

    A Life Forged in Turmoil: The World of Chaim Soutine

    Chaim Soutine, a name synonymous with raw emotion and turbulent landscapes, was born into a world of profound hardship in Smilovichi, a small Jewish shtetl near Minsk, Russia (present-day Belarus) on January 13, 1893. His early life was steeped in poverty and the constraints of his Orthodox upbringing—a formative experience that would indelibly shape his artistic vision. Despite being the tenth child of a poor tailor, Soutine’s innate talent for drawing blossomed amidst these limitations, hinting at the passionate intensity he would later unleash on canvas. Formal training at an art academy in Vilna (now Vilnius) from 1910 to 1913 provided him with foundational skills, but it was his emigration to Paris in 1913 that proved truly transformative. Enrolling at the École des Beaux-Arts under Fernand Cormon, Soutine found himself immersed in a vibrant artistic community—yet he remained largely outside its prevailing trends, forging an intensely personal and unconventional path. The initial years in Paris were marked by extreme poverty, a struggle mirroring the emotional turbulence simmering beneath his paintings. This period of hardship, however, fueled his creative fire, forcing him to distill his experiences into powerful visual statements.

    An Expressionist Apart: Style and Influences

    While often categorized as an Expressionist, reducing Soutine solely to this label feels reductive. His style was a remarkably individual synthesis—a potent blend of traditional European painting techniques, particularly those of the Dutch Masters like Rembrandt and Chardin, and the Realism of Courbet—filtered through a lens of raw emotional intensity. He didn’t merely imitate these masters; he absorbed their compositional strategies and masterful use of light and shadow, then violently reinterpreted them to convey his own inner world. Bold colors – often applied with thick impasto, a textured application of paint that gives his canvases a palpable physicality – and agitated brushwork are hallmarks of his style. Soutine wasn’t interested in precise representation; he sought to capture the essence of his subjects—their emotional weight, their psychological state—rather than simply depicting them realistically. Landscapes, portraits, and still lifes became his primary vehicles for this exploration, each imbued with a sense of unease, longing, or even outright turmoil. Recurring themes like food and animals – often rendered in unsettling detail – reflected both personal experiences and the Jewish heritage that profoundly influenced his worldview. His work wasn’t about beauty; it was about confronting the complexities and contradictions of human existence.

    Development and Defining Works

    Soutine's artistic development unfolded through distinct periods, each marked by a shift in style and subject matter. The early Parisian years (1913-1917) were characterized by experimentation and struggle—a time when he wrestled with his voice amidst financial hardship. He sought inspiration from the works of artists like Van Gogh, whose expressive use of color and brushwork resonated deeply with Soutine’s own desire to convey raw emotion. The period spent in Céret between 1919 and 1922 proved crucial. Surrounded by the dramatic landscapes of southern France—the rugged cliffs, the swirling skies, the vibrant colors – he produced many of his most celebrated works. These paintings are characterized by an almost feverish energy, with sweeping brushstrokes that distort forms and create a sense of movement and instability. Trees, cliffs, and fields become swirling masses of paint, reflecting not just what Soutine saw but how he felt in their presence. His portraits, too, stand apart for their psychological depth—often depicting working-class individuals with a raw honesty that challenged conventional portraiture, revealing the dignity and vulnerability of his subjects. Notable works from this period include studies related to “The Dance of Life,” alongside numerous landscapes capturing the essence of Céret, and poignant portraits of Russian émigrés in Paris.

    Recognition, Legacy, and Lasting Impact

    Despite facing initial skepticism and limited recognition during his lifetime, Chaim Soutine’s work gradually gained prominence. The art dealer Leopold Zborowski played a pivotal role in promoting Soutine's work and securing his financial stability, recognizing the unique power of his vision. Initial critical reception was mixed, but his reputation steadily grew over time. His expressive use of paint and emotional intensity profoundly influenced later artists, including Willem de Kooning and Francis Bacon, who saw in Soutine a kindred spirit—an artist willing to push the boundaries of representation in pursuit of authentic expression. Today, Chaim Soutine is rightfully recognized as a major figure in Expressionism and a significant contributor to 20th-century art. His works are held in prestigious museums worldwide – including the Art Institute of Chicago, the Hermitage Museum in St. Petersburg, The Museum of Modern Art in New York, the Tate Gallery in London, and the Musée de l’Orangerie in Paris – testaments to his enduring legacy. He represents a crucial bridge between traditional European painting techniques and the emerging forms of Abstract Expressionism, prioritizing emotional expression over objective representation and developing an artistic voice that transcended typical Expressionist concerns. His innovative style paved the way for future generations of artists seeking to explore the depths of human emotion through the power of paint.

    Museu

    Musée de l'Orangerie

    Em exibição em Paris, França

    Um Santuário de Luz: O Musée de l'Orangerie

    Aninhado no abraço tranquilo do Jardim das Tulherias, em Paris, o Musée de l’Orangerie é mais do que um repositório de obras-primas; é uma experiência imersiva, um santuário dedicado à beleza etérea do Impressionismo e do Pós-Impressionismo. Originalmente concebido como uma charmosa orangerie para as árvores cítricas de Napoleão III, sua transformação em museu após a Primeira Guerra Mundial foi impulsionada por um desejo profundo de honrar o gênio artístico e oferecer consolo através da contemplação — um testemunho do poder duradouro da arte em tempos de cura. O próprio ar dentro da Orangerie parece imbuído de uma sensação de serenidade, uma atmosfera deliberada cultivada para intensificar a conexão do espectador com as obras que abriga.

    As Ninféias de Monet: Um Sonho Imersivo

    No coração do Musée de l’Orangerie encontram-se os murais monumentais das

    Ninféias

    de Claude Monet. Estas oito vastas telas não são meramente pinturas; são ambientes envolventes, projetados para transportar os visitantes à própria essência do amado jardim de Monet em Giverny. Encomendados pelo Estado francês como um símbolo de paz e reconciliação após a devastação da guerra, estes painéis foram concebidos especificamente para as salas ovais únicas da Orangerie. O arquiteto Camille Lefèvre criou engenhosamente estes espaços com claraboias que banham os murais com uma luz natural suave, espelhando a ambiência mutável do próprio jardim de Monet. Estar nestas salas é estar cercado por um mundo de reflexos cintilantes, tons delicados e uma sensação quase palpável de tranquilidade — uma experiência verdadeiramente imersiva que transcende a visitação tradicional a um museu. A escala, por si só, é de tirar o fôle de respiração, mas é o jogo sutil entre luz e cor, a demonstração magistral da técnica impressionista, que realmente cativa.

    Além de Monet: Um Diálogo de Mestres Modernos

    Embora as

    Ninféias

    de Monet formem, sem dúvida, a pedra angular da coleção da Orangerie, o museu também ostenta um conjunto notável de obras de outras figuras fundamentais da arte moderna. As explorações de forma e cor de Paul Cézanne, precursoras do Cubismo, estão representadas ao lado das paletas vibrantes e composições expressivas de Henri Matisse — um contraponto dinâmico à estética impressionista. A coleção estende-se ainda mais, abrangendo peças significativas de Renoir, Modigliani, Rousseau, Sisley, Soutine, Utrillo e até Picasso, oferecendo um panorama abrangente do cenário artístico da França do final do século XIX e início do século XX. Esta seleção cuidadosamente curada promove um diálogo envolvente entre estes mestres, revelando a interconexão de suas inovações e a evolução da arte moderna.

    A Arquitetura como Atmosfera: Um Espaço Harmonioso

    O Musée de l’Orangerie não é simplesmente um receptáculo para a arte; sua arquitetura contribui ativamente para a experiência global. O próprio edifício, com sua elegante fachada de vidro e design discreto, integra-se perfeitamente ao Jardim das Tulherias circundante. As inovadoras salas ovais de Lefèvre foram projetadas especificamente para exibir as

    Ninféias

    de Monet, criando uma atmosfera íntima e contemplativa. O uso deliberado da luz natural, filtrada pelas claraboias, realça os tons delicados e as superfícies cintilantes das pinturas. Esta mistura harmoniosa de arquitetura e arte eleva a Orangerie para além de um museu tradicional; é um espaço onde a beleza ressoa em todos os níveis — um testemunho do poder de um design atencioso no aprimoramento da apreciação artística.

    Um Legado de Visão: A Orangerie Hoje

    Hoje, o Musée de l’Orangerie continua a ser um farol para amantes da arte e estudiosos. Seu compromisso em exibir obras-primas do Impressionismo e do Pós-Impressionismo, combinado com seu cenário arquitetônico único, torna-o um destino cultural incomparável. Além de sua coleção permanente, o museu realiza regularmente exposições temporárias que exploram várias facetas da arte moderna, enriquecendo ainda mais suas ofertas. A Orangerie permanece como um lembrete poderoso do legado duradouro destes movimentos artísticos e seu profundo impacto em nossa compreensão da beleza, da percepção e da experiência humana — um lugar onde se pode verdadeiramente perder de vista o mundo e se encontrar no poder transformador da arte.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de The Table

    artsdot.com/pt/art/download/chaim-soutine-the-table-wd-aa-mudx2on4-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Soutine, Chaim. The Table. 1919, Musée de l'Orangerie. https://artsdot.com/pt/art/chaim-soutine-the-table-wd-aa-mudx2on4-en/
    APA
    Soutine, Chaim (1919). The Table [Painting]. Musée de l'Orangerie. https://artsdot.com/pt/art/chaim-soutine-the-table-wd-aa-mudx2on4-en/
    Chicago
    Chaim Soutine. The Table. 1919. Musée de l'Orangerie. https://artsdot.com/pt/art/chaim-soutine-the-table-wd-aa-mudx2on4-en/
    Harvard
    Soutine, Chaim (1919) The Table. Musée de l'Orangerie. Available at: https://artsdot.com/pt/art/chaim-soutine-the-table-wd-aa-mudx2on4-en/

    Observe de perto

    The Table — Chaim Soutine

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre O Pássaro Pendurado (1925), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. Chaim Soutine tinha cerca de 26 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?
    5. O que o artista pode ter querido que você sentisse?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Quão saturada é a paleta de "The Table"?

    "The Table", de Chaim Soutine apresenta uma saturação de Balanced Soft.

    Posso ver uma imagem de raio-X de "The Table", de Chaim Soutine?

    A visualização em Raio-X de "The Table", de Chaim Soutine está disponível na página Raio X da obra: um exame interativo da imagem através de onze camadas ópticas.

    Quais são as dimensões da obra original "The Table"?

    A obra original "The Table", de Chaim Soutine mede 91.0 x 100.0cm.