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Dossiê do catálogo

Dossiê do catálogo: Apples

Encomende Apples como uma pintura a óleo feita à mão sobre linho

Nome Turma Data

Chaim Soutine, Apples (1917), Metropolitan Museum of Art. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Chaim Soutine artsdot.com/pt/artists/chaim-soutine_pt/
Datas do artista
1893 – 1943
Pintura a óleo
1917
Dimensões originais
38 x 80 cm
Movimento
Expressionism Colour and shape deliberately distorted so the picture shows an emotion rather than a likeness.
Realizado em
Metropolitan Museum of Art artsdot.com/pt/museums/metropolitan-museum-of-art-new-york_pt/

No contexto

Apples — Chaim Soutine

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 38 × 80 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1890
  2. 1900
  3. 1910
  4. 1920
  5. 1930
  6. 1940

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 50 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 24. O artista viveu até aos 50. 1 das 65 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Chaim Soutine (1893–1943) ▲ esta obra, 1917 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1920 Principais anos de atividade: 1920–1925 Obras tardias: a partir de 1925

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: artsdot.com/pt/art/similar/chaim-soutine-apples-D32F22-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Putty #d3cec9

    Paleta catalogada

    • #D3CEC9
    • #4F4B44
    • #77726B
    • #A39E98

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Earthy A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Putty
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Bold O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Unified Palette A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Balanced O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Chaim Soutine nos últimos doze meses — 13 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 50,0%3.400 visitas
    2. 2 Estados Unidos da América 14,7%1.000 visitas
    3. 3 Itália 13,2%900 visitas
    4. 4 Bulgária 4,4%300 visitas
    5. 5 Brasil 2,9%200 visitas
    6. 6 Espanha 2,9%200 visitas
    7. 7 Finlândia 2,9%200 visitas
    8. 8 Argentina 1,5%100 visitas
    9. 9 França 1,5%100 visitas
    10. 10 Hong Kong 1,5%100 visitas
    11. · 3 outros países 4,5%300 visitas

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Chaim Soutine

    1. 1 O Pássaro Pendurado, 1925 9,1%800 visitas
    2. 2 The old mill 9,1%800 visitas
    3. 3 Return from School After the Storm 6,8%600 visitas
    4. 4 Untitled (1411) 5,7%500 visitas
    5. 5 Portrait of Emile Lejeune, 1925 4,5%400 visitas
    6. 6 (Carcass of beef) Minneapolis Institute of Arts, 1926 4,5%400 visitas
    7. 7 untitled (4171) 4,5%400 visitas
    8. 8 Landscape at Céret [Paysage à Céret], 1922 3,4%300 visitas
    9. 9 Still Life with Fowl [Nature Morte à La Volaille], 1918 2,3%200 visitas
    10. 10 Servant Girl in Blue, 1934 2,3%200 visitas
    11. 11 View of Cagnes 2,3%200 visitas
    12. 12 untitled (3759) 2,3%200 visitas
    13. 13 untitled (6510) 2,3%200 visitas
    14. 14 untitled (3714) 2,3%200 visitas
    15. 15 untitled (5980) 2,3%200 visitas
    16. 16 untitled (1693) 2,3%200 visitas
    17. 17 untitled (5106) 2,3%200 visitas
    18. 18 untitled (2219) 2,3%200 visitas
    19. 19 untitled (8701) 2,3%200 visitas
    20. — Apples, 1917 esta obra 0,0%0 visitas

    Juntas, estas obras representam 72,9% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 118 obras deste artista, das quais 43 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ainda não foi visualizada neste período — ela encerra a lista sem uma classificação. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    Chaim Soutine

    Nascido em Smilavichy, Bielorrússia

    A Life Forged in Turmoil: The World of Chaim Soutine

    Chaim Soutine, a name synonymous with raw emotion and turbulent landscapes, was born into a world of profound hardship in Smilovichi, a small Jewish shtetl near Minsk, Russia (present-day Belarus) on January 13, 1893. His early life was steeped in poverty and the constraints of his Orthodox upbringing—a formative experience that would indelibly shape his artistic vision. Despite being the tenth child of a poor tailor, Soutine’s innate talent for drawing blossomed amidst these limitations, hinting at the passionate intensity he would later unleash on canvas. Formal training at an art academy in Vilna (now Vilnius) from 1910 to 1913 provided him with foundational skills, but it was his emigration to Paris in 1913 that proved truly transformative. Enrolling at the École des Beaux-Arts under Fernand Cormon, Soutine found himself immersed in a vibrant artistic community—yet he remained largely outside its prevailing trends, forging an intensely personal and unconventional path. The initial years in Paris were marked by extreme poverty, a struggle mirroring the emotional turbulence simmering beneath his paintings. This period of hardship, however, fueled his creative fire, forcing him to distill his experiences into powerful visual statements.

    An Expressionist Apart: Style and Influences

    While often categorized as an Expressionist, reducing Soutine solely to this label feels reductive. His style was a remarkably individual synthesis—a potent blend of traditional European painting techniques, particularly those of the Dutch Masters like Rembrandt and Chardin, and the Realism of Courbet—filtered through a lens of raw emotional intensity. He didn’t merely imitate these masters; he absorbed their compositional strategies and masterful use of light and shadow, then violently reinterpreted them to convey his own inner world. Bold colors – often applied with thick impasto, a textured application of paint that gives his canvases a palpable physicality – and agitated brushwork are hallmarks of his style. Soutine wasn’t interested in precise representation; he sought to capture the essence of his subjects—their emotional weight, their psychological state—rather than simply depicting them realistically. Landscapes, portraits, and still lifes became his primary vehicles for this exploration, each imbued with a sense of unease, longing, or even outright turmoil. Recurring themes like food and animals – often rendered in unsettling detail – reflected both personal experiences and the Jewish heritage that profoundly influenced his worldview. His work wasn’t about beauty; it was about confronting the complexities and contradictions of human existence.

    Development and Defining Works

    Soutine's artistic development unfolded through distinct periods, each marked by a shift in style and subject matter. The early Parisian years (1913-1917) were characterized by experimentation and struggle—a time when he wrestled with his voice amidst financial hardship. He sought inspiration from the works of artists like Van Gogh, whose expressive use of color and brushwork resonated deeply with Soutine’s own desire to convey raw emotion. The period spent in Céret between 1919 and 1922 proved crucial. Surrounded by the dramatic landscapes of southern France—the rugged cliffs, the swirling skies, the vibrant colors – he produced many of his most celebrated works. These paintings are characterized by an almost feverish energy, with sweeping brushstrokes that distort forms and create a sense of movement and instability. Trees, cliffs, and fields become swirling masses of paint, reflecting not just what Soutine saw but how he felt in their presence. His portraits, too, stand apart for their psychological depth—often depicting working-class individuals with a raw honesty that challenged conventional portraiture, revealing the dignity and vulnerability of his subjects. Notable works from this period include studies related to “The Dance of Life,” alongside numerous landscapes capturing the essence of Céret, and poignant portraits of Russian émigrés in Paris.

    Recognition, Legacy, and Lasting Impact

    Despite facing initial skepticism and limited recognition during his lifetime, Chaim Soutine’s work gradually gained prominence. The art dealer Leopold Zborowski played a pivotal role in promoting Soutine's work and securing his financial stability, recognizing the unique power of his vision. Initial critical reception was mixed, but his reputation steadily grew over time. His expressive use of paint and emotional intensity profoundly influenced later artists, including Willem de Kooning and Francis Bacon, who saw in Soutine a kindred spirit—an artist willing to push the boundaries of representation in pursuit of authentic expression. Today, Chaim Soutine is rightfully recognized as a major figure in Expressionism and a significant contributor to 20th-century art. His works are held in prestigious museums worldwide – including the Art Institute of Chicago, the Hermitage Museum in St. Petersburg, The Museum of Modern Art in New York, the Tate Gallery in London, and the Musée de l’Orangerie in Paris – testaments to his enduring legacy. He represents a crucial bridge between traditional European painting techniques and the emerging forms of Abstract Expressionism, prioritizing emotional expression over objective representation and developing an artistic voice that transcended typical Expressionist concerns. His innovative style paved the way for future generations of artists seeking to explore the depths of human emotion through the power of paint.

    Museu

    Metropolitan Museum of Art

    Em exibição em Nova York, Estados Unidos da América

    Origens e História do Metropolitan Museum of Art

    O Metropolitan Museum of Art nasceu de uma visão compartilhada por um grupo de empresários, financistas e importantes artistas e pensadores. Após sua incorporação em 1870, a instituição buscou um lar permanente para abrigar suas crescentes aquisições. Antes de se estabelecer em sua localização atual, o museu residiu brevemente na propriedade da Mansão Douglas, na West 14th Street. Este período inicial foi de formação silenciosa, enquanto a coleção começava a ganhar forma através da dedicação de seus fundadores.

    Em 1872, o museu abriu suas portas no número 681 da Fifth Avenue. O primeiro local era modesto em escala, abrigando menos de 200 pinturas europeias. A partir desses primórdios, a instituição expandiu-se significativamente, acumulando mais de 1,5 milhão de obras desde 1872. A presença desses objetos proporciona uma conexão tangível com as ambições do século XIX, à medida que o museu transitava de um pequeno conjunto de pinturas para um vasto repositório da criatividade humana.

    A Arquitetura do Local na Quinta Avenida

    O edifício principal é uma personificação magnífica do estilo Beaux-Arts, concluído entre 1902 e 1914. Colunas colossais emolduram a entrada, criando uma sensação de escala que dialoga diretamente com a rua. Esta estrutura monumental foi projetada para evocar a atmosfera dos palácios europeus, proporcionando um senso de permanência em meio à cidade em constante transformação. A entrada convida a uma transição suave do burburinho urbano para galerias imponentes, banhadas por luz natural.

    Vestígios de uma era anterior permanecem na configuração atual. A estrutura original da Quinta Avenida, projetada por Calvert Vaux e Jacob Wrey Mould, apresentava uma fachada de tijolos vermelhos. Embora grande parte do design original tenha sido absorvida por expansões subsequentes, a fachada oeste daquele edifício ainda é visível hoje na ala Robert Lehman. Este fragmento oferece uma conexão silenciosa com a identidade arquitetônica primordial do museu.

    Diversas Coleções Através de Cinco Milênios

    O peso de cinco mil anos de criatividade humana reside nestas paredes, expressos através de mais de dois milhões de objetos de arte. A escala desta acumulação permite um confronto silencioso com o passado distante. Encontra-se a coleção de Arte Grega e Romana, que contém 30.000 obras, onde o Kouros de mármore na Galeria 154 impõe a sua presença. Esta figura em tamanho real, datada do século VI a.C., pesa uma tonelada métrica e equilibra a sua imensa massa sobre pernas que se erguem quase perfeitamente retas.

    A amplitude do acervo estende-se pelos domínios da arte Africana, Oceânica e americana, oferecendo uma presença vinda de muitos e diferentes cantos do globo. Dentro da Coleção Cesnola, aproximadamente 35.000 objetos de arte cipriota proporcionam uma janela específica para o Mediterrâneo. Estas peças, adquiridas por Luigi Palma di Cesnola, representam uma parte significativa do património antigo da instituição.

    Estatueta de hipopótamo decorada com lótus de esmalte azul, c. 1961–1878 a.C.

    Relevos assírios esculpidos em pedra

    Mármores do Partenon

    Obras-primas da Coleção Permanente

    A presença dos Mármores do Partenon oferece um encontro direto com a antiguidade clássica. Próximo a eles, uma estatueta de hipopótamo decorada com lótus e vidrada em azul, vinda do Egito e datada de aproximadamente 1961–1878 a.C., proporciona uma sensação distinta de escala e propósito. Estes objetos coexistem em um espaço que carrega o peso de cinco milênios de história.

    A modernidade manifesta-se através da magnitude física de Jackson Pollock em sua obra Autumn Rhythm (Number 30). A tela, com seus oito pés de altura e dezessete de comprimento, apresenta uma teia de gotejamentos que cativa o olhar do espectador. Em outros cantos, a intensidade do Vincent Van Gogh em seu Autorretrato com um Chapéu de Palha permanece como um ponto focal, onde pinceladas controladas circundam o olhar. Já o retrato de Gertrude Stein por Pablo Picasso prefigura sua evolução para o Cubismo, capturando um momento específico da comunidade de expatriados americanos em Paris.

    Autumn Rhythm (Number 30)

    Autorretrato com um Chapéu de Palha

    Gertrude Stein

    Arte Notável e Movimentos Artísticos

    A coleção reflete as sensibilidades mutáveis de diferentes eras, desde a elegância formal da Gilded Age até as complexidades do presente. Durante a Gilded Age, as obras frequentemente emulavam a cultura e o estilo europeus, capturando as aspirações sociais de uma era recém-enriquecida. O quadro Mr. and Mrs. I.N. Phelps Stokes, de John Singer Sargent, exemplifica este período, demonstrando a precisão técnica e a presença social exigidas de um retratista de sucesso. A pintura captura um momento específico da vida americana através de sua composição cuidadosa e atenção ao caráter.

    A modernidade e a expressão contemporânea encontram seu lugar dentro das galerias e até mesmo na própria fachada do edifício. O museu reconhece figuras contemporâneas como Wangechi Mutu, cujas esculturas humanoides ocupam nichos na fachada. Estas obras criam uma ponte entre a arquitetura permanente e o diálogo em constante evolução da arte moderna. A presença de tais figuras garante que a instituição permaneça conectada ao cenário artístico atual.

    Retrato de Jeanne Hebuterne, 1918 - Amedeo Clemente Modigliani

    Autorretrato com um Chapéu de Palha - Vincent Van Gogh

    Autumn Rhythm (Number 30) - Jackson Pollock

    Gertrude Stein - Pablo Picasso

    Eventos Culturais e Encontros Sociais

    A instituição funciona como um epicentro de encontros sociais e culturais, estreitando o laço entre a permanência histórica e o pulsar vibrante da vida em Manhattan. Todos os anos, a primeira segunda-feira de maio é marcada pelo Met Gala, um evento reconhecido como a maior noite da moda mundial. O espetáculo reúne designers e celebridades para uma noite de alto glamour sob as paredes do museu, transformando o espaço em um palco de pura sofisticação.

    Para além destes momentos singulares de espetáculo, o museu mantém um ritmo constante de envolvimento com a cidade. Nas noites de sexta-feira e sábado, os salões abrem-se para o "Date Night at the Met", permitindo uma forma diferente de intimidade com as coleções. Estes programas recorrentes garantem que o espaço permaneça como uma parte vital do tecido social local, oscilando entre a intensidade de um evento de moda global e a quietude de uma noite de fim de semana.

    Onde ler mais

    Estude-o na sua própria parede: Apples by Chaim Soutine como uma pintura a óleo feita à mão sobre linho, feito à sua medida

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Apples

    artsdot.com/pt/art/download/chaim-soutine-apples-D32F22-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Soutine, Chaim. Apples. 1917, Metropolitan Museum of Art. https://artsdot.com/pt/art/chaim-soutine-apples-D32F22-en/
    APA
    Soutine, Chaim (1917). Apples [Painting]. Metropolitan Museum of Art. https://artsdot.com/pt/art/chaim-soutine-apples-D32F22-en/
    Chicago
    Chaim Soutine. Apples. 1917. Metropolitan Museum of Art. https://artsdot.com/pt/art/chaim-soutine-apples-D32F22-en/
    Harvard
    Soutine, Chaim (1917) Apples. Metropolitan Museum of Art. Available at: https://artsdot.com/pt/art/chaim-soutine-apples-D32F22-en/

    Observe de perto

    Apples — Chaim Soutine

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: apples still life, expressionist fruit, intense color palette. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre Chicken Hanging in Front of a Brick Wall (1924), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Expressionism: Colour and shape deliberately distorted so the picture shows an emotion rather than a likeness. Onde você pode observar isso nesta obra?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Quais são as dimensões da obra original "Apples", de Chaim Soutine?

    As dimensões registradas de "Apples", de Chaim Soutine são 38 x 80 cm. Reproduções podem ser encomendadas em outros tamanhos, mantendo as mesmas proporções.

    Qual é a tonalidade predominante que percorre "Apples", de Chaim Soutine?

    "Apples" inclina-se para um tom Ochre to Sepia.

    Qual era a idade de Chaim Soutine quando "Apples" foi criada?

    Quando "Apples" foi criada em 1917, Chaim Soutine — nascido(a) em 1893 — tinha 24 anos.