Lady Louisa Jane Russell (1812–1905), Duquesa de Abercorn, com Sua Filha Lady Harriet Georgiana Louisa Hamilton (1834–1913), Posteriormente Condessa de Lichfield
Acrílico sobre tela
Arte de Parede
Victorian Romanticism
1834
36.0 x 26.0 cm
National Trust
Reprodução em Óleo Feita à Mão
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Lady Louisa Jane Russell (1812–1905), Duquesa de Abercorn, com Sua Filha Lady Harriet Georgiana Louisa Hamilton (1834–1913), Posteriormente Condessa de Lichfield
Técnica de Reprodução
Dimensões da Reprodução
-
Preço Total
S$ 340
Descrição da Obra
Uma Cena Íntima da Família Britânica Refletida na Maestria de Landseer
Sir Edwin Henry Landseer, um nome que ressoa com força no panorama artístico do século XIX, transcendeu a mera pintura animal para se tornar um verdadeiro poeta visual da época Vitoriana. Sua obra não apenas capturou a beleza estética das criaturas selvagens, mas também ofereceu uma janela fascinante para o espírito humano daquele período, como evidenciado nesta magnífica tela intitulada “Lady Louisa Jane Russell (1812–1905), Duchess of Abercorn, com Sua Filha Lady Harriet Georgiana Louisa Hamilton (1834–1913), Posteriormente Condessa de Lichfield”. Uma imagem que permanece na memória como um retrato da delicadeza e do amor materno. A pintura apresenta uma composição cuidadosamente elaborada, onde uma mulher jovem, vestida em azul elegante adornada por uma renda fina, segura seu filho bebê em seus braços com uma expressão suave e acolhedora. Os detalhes minuciosos revelam elementos que enriquecem o significado da obra: um anel no dedo da mão direita da mãe simboliza compromisso e proteção, enquanto o pequeno círculo dourado que envolve o bebê representa a inocência e o futuro promissor da família Hamilton. Landseer demonstra uma compreensão profunda da anatomia animal, adquirida através de estudos meticulosos e até mesmo dissecações realizadas sob orientação de Benjamin Robert Haydon, um método inovador para a época que permitiu ao artista alcançar níveis extraordinários de realismo. O estilo artístico empregado por Landseer é caracterizado pela precisão observacional e pela busca incessante pela beleza natural. Sua técnica utiliza óleo sobre tela, aplicando camadas finas e translúcidas para criar uma textura suave e luminosa que captura a luz ambiente com maestria. Essa abordagem permite que cada pincelada revele nuances de cor e sombra, dando vida à figura humana e ao bebê em um ambiente doméstico aconchegante. Landseer não apenas reproduziu o retrato fielmente, mas também transmitiu uma emoção profunda – um sentimento de ternura e conexão entre mãe e filho que permanece relevante até hoje. A tela foi criada em 1834, durante um período marcado por mudanças significativas na sociedade britânica. O casamento de Lady Louisa Russell com o Duque de Abercorn simbolizou uma importante união aristocrática, reforçando os laços familiares e a tradição da nobreza inglesa. Landseer capturou este momento significativo em sua obra, oferecendo ao espectador um vislumbre da vida cotidiana da família Hamilton e celebrando valores como amor, cuidado e proteção infantil – temas que continuam a inspirar artistas e designers contemporâneos. Uma verdadeira joia da pintura Vitoriana que convida à contemplação e à apreciação da beleza artística em sua forma mais pura.- Estilo: Realismo
- Técnica: Óleo sobre tela
- Artista: Sir Edwin Henry Landseer
- Data: 1834
Obras Relacionadas
Biografia do Artista
A Life Etched in Animal Form: The World of Sir Edwin Landseer
Sir Edwin Henry Landseer, nascido em Londres em 7 de março de 1802, foi muito mais do que um simples pintor de animais; tornou-se um cronista visual da alma vitoriana, refletida através das criaturas que amava retratar. Seu pai, John Landseer, um talentoso gravador, inculcou em Edwin desde cedo uma apreciação pela arte e pela técnica, mas foi o talento inato do menino – um dom prodigioso para capturar a essência dos seres vivos – que verdadeiramente o lançou no caminho da grandeza. Desde tenra idade, demonstrou notável habilidade, exibindo suas obras na Royal Academy aos apenas treze anos, uma façanha inédita para a maioria dos aspirantes a artistas. Esse sucesso precoce não foi mera sorte; era a culminação de estudo dedicado, inicialmente sob a tutela do pai e posteriormente com o pintor histórico Benjamin Robert Haydon, que o encorajou de forma única a realizar dissecações anatômicas para compreender plenamente a musculatura e a estrutura óssea dos animais – uma prática que influenciaria profundamente o realismo de Landseer. Ele absorveu conhecimento como uma esponja, dominando não apenas a forma, mas também as sutis nuances de expressão que davam vida aos seus quadros. Essa dedicação à compreensão da própria estrutura dos seus temas o diferenciava, permitindo-lhe um nível de autenticidade incomparável em suas representações.Da Paisagem Escocesa aos Comissões Reais: Uma Carreira Prosperando
A carreira artística de Landseer floresceu com um foco excepcional nos animais – cavalos, cães e veados, que se tornaram seus temas prediletos. No entanto, reduzir sua obra a uma mera “pintura animal” seria uma grave injustiça. Seu trabalho transcendia a simples representação; ele impregnava essas criaturas com qualidades humanas, frequentemente carregadas de significado simbólico que ressoava profundamente com as sensibilidades vitorianas. Um momento crucial ocorreu em 1824, quando viajou para a Escócia, onde encontrou paisagens majestosas e vida selvagem que moldariam para sempre sua visão artística. Essa experiência deu origem a obras icônicas como *Monarch of the Glen*, concluída em 1851, uma representação deslumbrante de um veado que personifica nobreza, poder e a beleza intocada das Highlands. Sua capacidade de captar não apenas a aparência física, mas também o caráter e a emoção, logo lhe rendeu ampla aclamação. Esse talento o levou a receber comissões da própria Rainha Vitória, consolidando sua posição como um dos principais artistas da época. Pintou retratos da família real juntamente com seus amados animais de estimação, reforçando ainda mais seu status dentro das esferas aristocráticas. Talvez sua maior e mais duradoura herança sejam os leões que guardam a Coluna de Nelson em Trafalgar Square – monumentais testemunhos de sua habilidade escultórica e reconhecimento nacional; foram inaugurados em 1867 após anos de trabalho dedicado. Essas esculturas colossais não eram meros adornos, mas representavam a força britânica e o poder imperial, elevando Landseer a uma posição de importância nacional.Domínio Técnico e Ressonância Emocional
O domínio técnico de Landseer era inegável. Ele não simplesmente reproduzia o que via, mas interpretava-o através de uma lente de profundo entendimento. Seus quadros são caracterizados por detalhes meticulosos, iluminação dramática e um uso magistral da cor para evocar humor e atmosfera. Dominava a arte de combinar realismo com romantismo, criando cenas que eram ao mesmo tempo visualmente deslumbrantes e emocionalmente envolventes. *À Salvação*, pintada em 1827, exemplifica essa habilidade: o cão de Newfoundland retratado não é apenas um resgatador canino, mas um símbolo de lealdade, coragem e devoção altruísta – qualidades altamente valorizadas pela sociedade vitoriana. Até mesmo seus trabalhos mais satíricos, como *Laying Down the Law* (1840), com cães envolvidos em procedimentos legais humanos, revelam uma perspicaz inteligência observacional e um comentário sutil sobre as normas sociais. Ele não tinha receio de injetar humor em sua arte, demonstrando uma versatilidade que ia além dos grandes paisagens e retratos de animais nobres. Essa capacidade de transmitir narrativas complexas através de temas animais era uma marca registrada de seu estilo, atraindo um público amplo ao mesmo tempo em que oferecia camadas de engajamento intelectual.Sombras e Legado: Uma Jornada Artística Complexa
Apesar de seu imenso sucesso, a vida de Landseer não foi isenta de lutas. Em seus anos mais tardios, ele enfrentou episódios recorrentes de depressão e problemas de saúde, exacerbados pelo uso de álcool e drogas. Um colapso nervoso em 1840 marcou um ponto de virada, lançando uma sombra sobre suas últimas décadas. Apesar dessas lutas pessoais, ele continuou a produzir obras notáveis, mas uma sensação de melancolia frequentemente permeava seus quadros. Seu declínio mental levou à sua declaração de insanidade em 1872, um trágico final para uma mente tão brilhante. No entanto, seu legado permanece firmemente gravado nos anais da história da arte britânica. A variedade “Landseer” do cão Newfoundland – caracterizada por suas marcantes cores preto e branco – representa um tributo vivo à sua influência. Seus quadros continuam a cativar o público com sua beleza, profundidade emocional e habilidade técnica magistral. Ele não foi apenas um artista que pintava animais; ele foi um intérprete do mundo natural, um contador de histórias que usava pinceladas para revelar as emoções ocultas e os significados simbólicos dentro dele, deixando para trás um corpo de trabalho que continua a inspirar e ressoar hoje.Exploração Adicional
- Museus: Tate Britain, Londres; Victoria and Albert Museum, Londres; Kenwood House, Londres; The Wallace Collection, Londres.
- Recursos Online: ArtsDot.com; Wikipedia (Sir Edwin Landseer).
Sir Edwin Landseer
1802 - 1873 , Reino Unido
Informações Rápidas
- Artistic Movement Or Style: Realismo Victoriano
- Artists Or Movements Influenced By This Artist:
- Cachorro Newfoundland
- Arte Victoriana
- Artists Who Influenced This Artist:
- John Landseer
- B.R. Haydon
- Date Of Birth: 7 de março de 1802
- Date Of Death: 1 de outubro de 1873
- Full Name: Sir Edwin Henry Landseer
- Nationality: Britânico
- Notable Artworks:
- Monarch Glen
- Resgate
- Lei Impondo
- Place Of Birth: Londres, Reino Unido

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